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9.12.16

{Dica de Leitura} Kira e a Magia de Toth


Sexta-feira é dia de Dica de Leitura, momento o qual nos dedicamos a divulgar os autores nacionais!

E a Dica de Leitura de hoje é da autora Rita Santos!


Kira e André se conheceram ainda crianças, cresceram juntos e com um forte sentimento que os unia. Porém, na adolescência, após um beijo algo muda entre eles. Seus pais se esforçam para seprara-los, mas os dois se encontram às escondidas na casa da árvore, onde o rapaz protege a garota dos seus maiores medos. Uma viajem os distancia, e a dor da humilhação sofrida por Kira traz o risco da separação definitiva. As tramas do destino no entanto, fazem-nos se reencontrar na universidade e conviverem no mesmo campus. André continua obcecado em proteger sua paixão secreta, mas uma tragédia acontece quando ele desaparece em uma abertura de portal.
Aonde ele estará?
No presente, no passado ou no futuro?
A Kira, só resta organizar uma expedição e viajar para o egito à procura de uma solução junto aos Deuses antigos. Uma história cheia de amor e emoções.
Blog do livro 
Onde adquirir: Viler
                           Amazon

Sobre a autora:



Rita de Cassia Azevedo Santos, nasceu em São Paulo, onde mora atualmente com seu marido e sua mãe.
Resolveu escrever para o público juvenil, buscando estimular o gosto pela leitura, acrescentando sempre a informação junto a ficção. Com uma narrativa que prende a atenção do início ao fim, através do romance e da aventura ela consegue estimular a curiosidade incluindo a cada página uma nova emoção.

Página da autora

Em breve resenha dessa aventura aqui no blog!

Se deseja ser divulgado pelo blog, assim como a Rita, entre em contato conosco através do email: asmeninasqueleemlivros@gmail.com que lhe daremos toda a atenção! <3

8.12.16

{Resenha} Quase um Romance - Megan Maxwell



Olá meus amores, tudo bom?
Quem aqui pirou quando soube que mais um livro da Megan Maxwell iria ser publicado pela Suma das Letras? Euzinha aqui, pirei demais pae. :p
Vamos conferir mais uma resenha?



Quase um Romance - Megan Maxwell

 

Sinopse:

“Desde a perda dos pais e o fim de um relacionamento complicado, Rebeca tem levado uma vida solitária. No entanto, quando esbarra em Pizza – uma cachorrinha abandonada que parece precisar tanto de afeto quanto ela –, a jovem pressente que sua vida está prestes a mudar. Paul Stone é campeão de Moto GP, e pai de Lorena, uma menina encantadora que ele cria sozinho. Administrar a carreira e a família não é um trabalho fácil, ainda mais quando as mulheres em seu redor parecem interessadas apenas no piloto famoso, e não no homem real. Quando os dois se esbarram – com uma ajudinha de Pizza e Lorena –, Paul tem certeza de que encontrou o que vinha procurando há muito tempo. Já Rebeca não está assim tão disposta a abrir espaço em sua vida para uma nova relação, mas como resistir à amizade, aos sorrisos e aos olhares de Paul?"

Resenha

"- Eu te amo Rebeca - disse Paul.- Não vou parar de repetir até que acredite nisso."

Rebeca e Paul estão ressabiados e querem distância de relacionamentos.
Ela já é solitária e só trabalha, ele é corredor de moto GP e cria a filha Lorena, nascida de um relacionamento falido.
Ambos feridos se fecham para se resguardar de mais decepções.

Mas o destino começa a agir, colocando-os por muitas vezes no mesmo espaço geográfico.
Até que um dia o destino faz diferente e com a ajuda da cadelinha de Rebeca, com a fofura e tagarelice de Lorena a simpatia da mãe de Paul, eles não resistiram mais, seriam “amigos”.

“Não acho que seja fácil. A vida é complicada por definição. Mas aqui estamos, para ajudar uns aos outros”

E entre corridas e telefonemas os dois vão descobrindo afinidades e a presença física entre eles começa a pesar, com a saudade, com o poder olhar, tocar.
Os meses se passam e quando Paul volta dos torneios que duram de Março a Novembro eles engatam um relacionamento prazeroso, onde aproveitam todos os comentos livres.
Mas não é só o “mar de rosas”, a existir entre eles, há as ventanias, os tufões, maré baixa e alta também, que tanto afoga, como salva.

Eles seguem se equilibrando e é maravilhoso ler as citações, encontros e desencontros.
É um ótimo livro. Fantásticos argumentos e os jogos que fazem parte da “trama”.

“Não existe hora, é só você querer. O momento certo nunca vai chegar, se é isso que você está esperando”.


Preciso dizer mais alguma coisa? Não né? É Megan Maxwell minha gente!


 Tchau gente, até a próxima!


 Título: Quase um Romance  
Autor (a): Megan Maxwell
Editora: Suma das Letras
Número de Páginas: 232

7.12.16

{Resenha}A vida invisível de Eurídice Gusmão


Autora: Martha Batalha
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: Rio de Janeiro, anos 1940. Guida Gusmão desaparece da casa dos pais sem deixar notícias, enquanto sua irmã Eurídice se torna uma dona de casa exemplar.
Mas nenhuma das duas parece feliz em suas escolhas.
A trajetória das irmãs Gusmão em muito se assemelha com a de inúmeras mulheres nascidas no Rio de Janeiro no começo do século XX e criadas apenas para serem boas esposas. São as nossas mães, avós e bisavós, invisíveis em maior ou menor grau, que não puderam protagonizar a própria vida, mas que agora são as personagens principais do primeiro romance de Martha Batalha.
Enquanto acompanhamos as desventuras de Guida e Eurídice, somos apresentados a uma gama de figuras fascinantes: Zélia, a vizinha fofoqueira, e seu pai
Álvaro, às voltas com o mau-olhado de um poderoso feiticeiro; Filomena, ex-prostituta que cuida de crianças; Luiz, um dos primeiros milionários da República; e o solteirão Antônio, dono da papelaria da esquina e apaixonado por Eurídice.
Essas múltiplas narrativas envolvem o leitor desde a primeira página, com ritmo e estrutura sólidos. Capaz de falar de temas como violência, marginalização e injustiça com humor, perspicácia e ironia, Marta Batalha é acima de tudo uma excelente contadora de histórias. Uma promessa da nova literatura brasileira que tem como principal compromisso o prazer da leitura.

“O Brasil precisa de uma literatura em que a gente se reconheça” (Martha Batalha)

Esta é a história de muitas mulheres que você conhece. É também a história de mulheres que se inquietaram e não aceitaram a formatação social exigida para a época: a de que as mulheres foram feitas para o casamento, os filhos e as tarefas domésticas. Para o recato e o silêncio, para abafar os desejos e aceitar as imposições. O livro A vida invisível de Eurídice Gusmão é uma volta ao tempo das nossas avós.

A trama se passa em meados do século XX, no bairro de classe média da Tijuca, no Rio de Janeiro. As fofocas da vizinhança não dão trégua. As duas irmãs Gusmão, Eurídice e Guida, representam as únicas opções dadas às mulheres então: submissão ou rebeldia. Mulheres que nasceram no lugar errado, na época errada. A própria autora faz essa referência ao contar: “É um livro sobre esse machismo cotidiano que passa despercebido.”

Eurídice é uma garota inteligente, aplicada, cheia de sonhos. "Porque Eurídice, vejam vocês, era uma mulher brilhante. Se lhe dessem cálculos elaborados ela projetaria pontes. Se lhe dessem um laboratório ela inventaria vacinas. Se lhe dessem páginas brancas ela escreveria clássicos. Mas o que lhe deram foram cuecas sujas, que Eurídice lavou muito rápido e muito bem, sentando-se em seguida no sofá, olhando as unhas e pensando no que deveria pensar."

Guida, a mais velha, rebelde e tão dona de si, vai embora com o namorado, deixando os pais desolados. Mal sabe a moça forte quantas decepções encontraria pela vida: "Aquela era Guida Gusmão, a mulher que nunca olhou para baixo. Guida Gusmão, que não sabia o que era fracasso, e que alimentava as suas forças com as dificuldades de seu caminho."

Com o sumiço da irmã, todo o peso da expectativa dos pais cai sobre os ombros de Eurídice, que já era dada a obediências e passividades. Então, casa-se com Antenor, um homem trabalhador e dedicado. Adaptada à rotina familiar, com dois filhos e uma casa para dar conta, Eurídice procura fazer algo que lhe dê prazer. E encontra nas receitas culinárias uma nova distração, além da possibilidade de dar vazão ao seu talento e ser reconhecida:

“- Olha aqui, Antenor... anotei aqui todas as minhas receitas. Você acha que posso publicar?
- Deixe de besteiras, mulher. Quem compraria um livro feito por uma dona de casa? ”

Não era fácil ser mulher na década de 50... Guida enfrenta muitas dificuldades, perde o contato com a família, mas não sua força. Enquanto Eurídice segue tentando ser útil para si mesma, não só para os que dependem dela. Após a infelicidade com as panelas, se encanta com a costura, monta um atelier às escondidas. Vizinhança ouriçada e outra negativa do marido. Vive dias de solidão e angústia, de vazio existencial. Causa na empregada Das Dores uma preocupação própria da solidariedade feminina. Fica a olhar as estantes... cheias de livros... Bingo!

"Foi numa noite de outubro, quando os escritos de Eurídice já estavam bastante avançados, que ela soltou entre uma e outra garfada a informação que satisfez a curiosidade da família. ‘Estou escrevendo um livro. É sobre a história da invisibilidade’." 

Ela vai na contramão do desencorajamento do marido. Dá voz a tantas mulheres que não foram respeitadas em suas aspirações, a quem não foi permitido cruzar as próprias fronteiras, ir além dos muros domésticos. Quantas se atreveram e foram vítimas de seus companheiros, como ainda hoje acontece? Antenor não é violento com a esposa, permite que ela se divirta com o que ele considera passatempo, mas é daqueles machistas institucionais, que delimitam o espaço da mulher ao alcance de seus domínios:

"Eu preciso de uma mulher dedicada ao lar. É sua responsabilidade me dar paz de espírito pra eu sair e trazer o salário pra casa. Uma boa esposa não arranja projetos paralelos. Uma boa esposa só tem olhos para o marido e os filhos. Eu tenho que ter tranquilidade pra trabalhar, você tem que cuidar das crianças."

Uma pausa para engolir isso... Vai começar um debate feminista aqui.

As demais personagens do livro orbitam em torno das irmãs Gusmão. São pessoas que podemos nomear entre familiares, amigos e conhecidos. A vizinha fofoqueira, o rapaz bem-nascido e sem caráter, o marido machista que não enxerga a própria esposa, o “moço velho” dependente da mãe neurótica, a doméstica explorada no serviço. Tem de tudo.

Duas coisinhas me incomodaram durante a leitura: queria estar nos pensamentos de Eurídice. O recurso da narração em terceira pessoa pode ter dado um afastamento demasiado dos conflitos da personagem. Outra inquietação se deu à falta de resolução de pendências, que estão tão vivas no texto, mas ficam meio que em banho-maria. Ao mesmo tempo, outras coisas adoçam a leitura, como expressões usadas por nossas avós. Entre prós e contras, há muito mais vantagens e conteúdo na leitura, recomendada, com certeza.

O livro traz muitas reflexões (não fosse assim eu não o teria escolhido). Há um momento que demora na vida de Eurídice, quando ela perde o ânimo pela falta de apoio da família, em que passa as tardes olhando para a estante de livros. Há várias menções a este embotamento. Quantas mulheres viveram/vivem todos os seus anos assim? Sem tomar as rédeas da situação, sem coragem de mudar, sem ousar, sem permitir o enfrentamento, a novidade, o rompimento? Falo de mulheres porque este é o foco da narrativa, mas quantas pessoas, em geral, experimentam isso alguma vez? Em outro trecho a autora nos apresenta a “Parte de Eurídice que não queria que Eurídice fosse Eurídice”. Quase beijo a Martha Batalha aqui. Eis um ponto alto em que precisamos parar. Os boicotes, a autossabotagem. Gosto de pensar nisso, algumas pessoas sentem um desconforto, mas adoro cutucar minhas próprias feridas. Martha Batalha mostra como “mulheres que poderiam ter sido” acabam “não sendo”.

É incrível que o livro tenha sido rejeitado pelas editoras brasileiras, sob a alegação de crise. Mas foi amplamente aceito e comprado por editoras estrangeiras. Até filme vai virar ano que vem. E por fim a Companhia das Letras resolveu publicá-lo, em edição caprichada. O livro chega ao mercado com uma força adicional: é um momento de discussão do empoderamento feminino, as redes sociais multiplicando ideias feministas e, aos poucos, a sociedade assimilando os conceitos e a necessidade de debater questões de gênero. Martha Batalha, ao contrário de Eurídice, não é mais invisível.

Recomendadíssimo, e mais ainda, aconselho a discussão do livro em clubes de leitura.

Classificação no Skoob: 5 estrelas

Link do livro no Skoob.




6.12.16

{TAG Literária} TAG do Skoob


Sempre vi os blogueiros respondendo essas TAGs e tive vontade de responder também, mas nunca encontrava tempo. Então minha nova resolução do ano que vem será responder TAGs a pelo menos a cada quinze dias, então por favor, me monitorem!!!

Encontrei diversas legais, em diversos locais diferentes, então decidi começar pela TAG do Skoob, que é uma coisa que sempre tento manter em dia e no momento é uma das fáceis de responder!


1- Quantos livros lidos você tem na sua aba lidos?

Priscila: Hmmm 275 cadastrados. Porém, não são todos... Antes da criação do Skoob eu anotava todos os meus livros lidos em um caderno, lembro que o último número lá era 386, isso próximo de... 2003, acredito. Perdi esse caderno durante alguma das muitas mudanças de casa - e cidade - que fiz! Mas como o que conta é o Skoob - foco, Priscila! - 275 mesmo!

Amanda: Bom, diferente da Pri, antes do Skoob, eu nunca mantive nenhum tipo de controle sobre meus livros lidos, então muitos ficaram perdidos no limbo... Atualmente, no Skoob, tenho 191 lidos :)

2- Qual livro você está lendo agora?

Priscila: Estou lendo dois livros. Sempre tento manter duas leituras, uma no Kindle e um livro físico. Então as duas são:
Kindle: Do Éden à Luxúria, de Ananda V. Estou gostando demais, ótimo livro lançado pela Editora Arwen!
Físico: Juntando os Pedaços, de Jeniffer Niven. Lançamento da Editora Seguinte. Comecei a lê-lo recentemente, então ainda não formei uma opinião certa. Mas o tema muito me interessa e desde que vi resenhas de Por Lugares Incríveis, fiquei com uma tremenda vontade de ler algo desta autora!

Amanda: Eu também sempre tentei ler dois livros ao mesmo tempo, seja um no Kobo e um físico, ou um de literatura e um de psicologia, por exemplo... Mas no momento, o tempo anda tão curto, que não tá dando não... Tenho que focar em um só, pras resenhas hehehehe
Entãooo... O livro do momento é: Último Turno, do Stephen King.

3- Quantos livros tem na sua Aba quero ler?

Priscila: 18... Porque sim.
Mentira, é porque quero ler tantos livros, que se for ficar colocando todos que eu quero ler (tem vários dos que eu quero ler que eu já tenho, também. Só ainda não consegui encaixá-los na minha meta!), vou ficar só colocando livros que quero ler! <o> 


Amanda: Huashuahsuhas Eu coloco todossss que eu quero ler no Skoob, mesmo porque depois eu esqueço que quero ler. Ou esqueço da existência do livro. Enfim... Me organizo melhor assim. Portanto, tenho 500 livros na aba "Quero ler"... Hoje né... Amanhã já não sei rsrs

4- Você está relendo algum livro? Se sim, qual?

Priscila: Não. Porque tenho muitos na minha aba "Quero Ler" 😃😃😃
Mas já reli muitos, é claro. Reli toda a série Harry Potter umas 4 vezes (O Prisioneiro de Azkaban até mais vezes!) Reli... Eclipse uma ou duas vezs também... E O Pequeno Príncipe algumas vezes!

Amanda: Não. Não dá tempo gente!! Tenho uns 40 livros novos aqui em casa ser ler... Não posso me dar ao luxo de reler nada rsrs Às vezes, me pego relendo O Pequeno Príncipe, que é meu xodó, ou alguns livros de crônicas, poesias... Mas é raro... Tô tentando focar nos novos mesmo!

5- Quantos livros você já abandonou? Quais?

Priscila: Até hoje, em meus 30 anos de vida, abandonei um único livro: A Batalha do Apocalipse. Mas pretendo retomá-lo um dia!!!

Amanda: No meu skoob tem 6 abandonados. Por diversos motivos. Ou por não ter dado conta no momento que eu tava lendo, ou por ter que priorizar outro livro... Mas pretendo terminar todos eles ainda...

6- Quantas resenhas você tem cadastrada no skoob?

Priscila: 78 resenhas, yay!

Amanda: 19 no Skoob... Teve bom pro primeiro ano né? rsrs Logo tem mais... hehehe

7- Quantos livros avaliados?

Priscila: 275, avaliei todos que eu li!

Amanda: Nossa, to precisando gastar um tempinho nisso... Nunca lembro de avaliar meus livros lidos... 78 avaliados apenas...

8- Quantos livros tem na sua aba favoritos? Cite alguns.

Priscila: Eita que tem 52! E é difícil escolher só alguns, gente!

Clique nos nomes do livros, te leva às resenhas!
Amanda: No Skoob, tenho 29 favoritos... Precisando de atualização também... rsrs Aliás, urgentemente!! Não tenho resenhas deles, mas entre os favoritos estão: 
O Pequeno Príncipe, A trilogia Divergente, As vantagens de ser invisível...

9- Quantos livros tem na sua aba tenho?

Priscila: 212! Tem alguns que não coloquei lá porque pretendo doá-los em breve... Ou trocá-los... Sei lá o que vou fazer ainda!

Amanda: 217! Alguns não estão cadastrados no Skoob e ainda não tive tempo de cadastrar... Então, com certeza, a lista aqui em casa é um pouco maior...

10- E na aba desejados?

Priscila: Só 25. Aqui acontece a mesma coisa do "Quero Ler". Quero tantos que se for colocar todos... Eu fico triste!


Amanda: Mais uma vez, diferente da Pri, não fico triste não... kkkkkk Sempre que penso que quero comprar um livro, dou uma olhada nos desejados... Além do que, é uma ótima opção caso alguém queira me dar um presente, né? rsrs (Ohhh meu niver chegando, galera!!)

11- Tem algum livro emprestado?

Priscila: Tenho 4 livros emprestados! Todos para a mesma pessoa. Sou muito apegada aos meus livros, mas dependendo da pessoa eu empresto!

Amanda: E adivinhem com quem estão os livros emprestados da Priii!! Comigo!! huashuahsa Já li 3 deles e prometo que estão sendo muito bem cuidados e bem armazenados... kkkkkkk
Eu também sou bastante apegada aos meus livros, e tenho certeza que já emprestei alguns que não me lembro mais, e que não foram devolvidos... Fora quando empresto e as pessoas derrubam café, tomam chuva com ele... Enfim... Estou mais seletiva agora...  Tenho 4 emprestados (que ainda me lembre)... Se eu te emprestei um livro, por favor, cuida bem dele, leva seu tempo para ler, mas me devolve, please!!! 


12- Você quer trocar algum livro? Se sim, qual?


Priscila: Tenho 1 só... Alguém quer trocar Vampiro - O Réquiem? 😇

Amanda: Tenho 9 na minha lista de troca... Livros que não gostei tanto, não fazem meu estilo, me decepcionei... Ou enfim... Livros que eu gostaria de trocar por outros do meu interesse... :) 


13- Você tem alguma meta no skoob? Já cumpriu?


Priscila: Tenho a meta de 2015 cumprida e estou no caminho para cumprir a de 2016!

Amanda: Não bati a minha meta de 2015, e sinto que não vou bater a de 2016... Tudo isso porque vivo acrescentando novos livros o tempo todo... E no final do ano me embanano... 


Vi essa tag em outro blog, o Eu Pratico Livroterapia. Deixando aqui para as devidas consultas e referências justas!

Amanda: Genteee, incialmente, esse post era da Priscila... Mas eu não resisti e quis responder também kkkk  Foi quase uma invasão... Se quiserem conferir, tem os links dos nossos Skoobs aqui no blog... :) 

Que acharam da TAG? Podemos continuar com elas?

{Resenha} O Menino no Alto da Montanha





Título: O Menino no Alto da Montanha
Autor: John Boyne
Editora: Seguinte
Sinopse:   Quando fica órfão, Pierrot é obrigado a deixar sua casa em Paris para recomeçar a vida com sua tia Beatrix, governanta de uma mansão no alto das montanhas alemãs.
Porém, essa não é uma época qualquer: estamos em 1936, e a Segunda Guerra Mundial se aproxima. E essa não é uma casa qualquer: seu dono é Adolf Hitler.
Logo Pierrot se torna um dos protegidos do Führer e se junta à Juventude Alemã. Mas o novo mundo que se abre ao garoto fica cada vez mais perigoso, repleto de medo, segredos e traição - e talvez ele nunca consiga escapar.


"Não finja que não sabia o que estava acontecendo aqui - Disse Herta - Você olhos, tem orelhas. E esteve naquele escritório inúmeras vezes, tomando notas. Você ouviu tudo. Sabia de tudo. E também sabe das coisas pelas quais foi responsável. [...] Mas jamais convença a si mesmo de que não sabia. - Ela soltou o rosto dele. - Seria o pior crime de todos." ( Página 205 )


Li rapidamente esse livro, em um dia para ser precisa. Devo dizer que é um dos mais impressionantes que li do autor.

Bom, narrado em terceira pessoa, o livro nos apresenta Pierrot, um menino de cinco anos, filho de uma francesa com um alemão. O tempo do livro é logo após a Primeira Grande Guerra, foi como se eu tivesse lido uma continuação de “Fique Onde Está e Então Corra”, pois muitas coisas abordadas nessa outra história foram faladas.

O pai de Pierrot não ficou bem no pós guerra, fato que acabou o fazendo ser expulso de casa, mais tarde morre terrivelmente.

Vivendo com a mãe, o menino costumava conversar com seu amigo, Anshel, que nascerá semanas mais tarde a Pierrot. Percebendo pelo nome, Anshel era judeu, surdo e queria ser escritor.



Os amigos tinham linguagem própria que haviam criado, chamavam-se de cão e raposa. Anshel a raposa, por ser inteligente, Pierrot o cachorro, por ser fiel e bondoso.

Mas as circunstâncias mudam para Pierrot quando sua mãe também falece, apesar de a mãe de Anshel tê-lo recolhido, não possuía condições de cuidar dele, mandando-o então para um orfanato.
Após alguns meses no orfanato, vai a casa no alta na montanha, onde sua tia, Beatrix, mora. E como a sinopse disse, a casa de férias de Hitler – acho que isso não devia estar na sinopse, por ser um fato surpreendente.

Então sim, posso dizer que a história começa. Forçado a mudar o nome e a esquecer a vida anterior, Pierrot, que se torna Pieter, convive com soldados e com Fuhrer em pessoa. O mais surpreendente: o líder nazista adora o menino.


Acompanhamos a mudança do menino com o passar dos anos, como o poder muda sua personalidade e como o leitor passa a odiar as escolhas do personagem.

Com características marcantes e emocionantes, “O Menino no Alto da Montanha”, vem a ser, na minha opinião, um dos melhores e surpreendentes romances  desse autor.

5.12.16

{Lançamento} O Homem de São Peterburgo




Lançamento: 07/11/2016
Título Original: The man from St. Peterburg
Número de Páginas: 336 PÁGINAS
ISBN: 9788580416350
EAN: 9788580416350
Preço: R$ 44.90

“Um thriller histórico delicioso, atraente, insinuante e bem contado.” – Chicago Tribune
“Incrivelmente plausível. Um dos melhores romances de Follett.” – Time


A história pode estar prestes a mudar. 1914: a Alemanha se prepara para a guerra e os Aliados começam a construir suas defesas. Ambos os lados precisam da Rússia, que enfrenta graves problemas internos e vive na iminência de uma revolução. Na Inglaterra, Winston Churchill arquiteta uma negociação secreta com o príncipe Aleksei Orlov, visando a um acordo com os russos.
No entanto, o anarquista Feliks Kschessinsky, um homem sem nada a perder, está disposto a tudo para impedir que seu país envie milhões de rapazes para os campos de batalha de uma guerra que nem sequer compreendem. Para isso, ele se infiltra na Inglaterra com a intenção de assassinar o príncipe e, assim, frustrar a aliança entre russos e britânicos.

Um mestre da manipulação, Feliks tem várias armas a seu dispor, mas precisa enfrentar toda a força policial inglesa, um brilhante e influente lorde e o próprio Winston Churchill. Esse poderio reunido conseguiria aniquilar qualquer homem no mundo – mas será capaz de deter o homem de São Petersburgo?

Costurando com maestria a narrativa ficcional à colcha da História, mais uma vez Ken Follett fala sobre assuntos universais, como paixões perdidas e reencontradas, amores e traições, ao mesmo tempo que oferece uma visão precisa sobre os acontecimentos que mudaram o mundo para sempre.


“O homem de São Petersburgo tem um ritmo impecável, ação, intriga, violência e paixão. Um romance que diverte, instrui e satisfaz plenamente.” – Publishers Weekly
“Uma história maravilhosa em que não faltam assassinatos, incêndios criminosos, traições, torturas, amor e luxúria.” – New York Daily News

Na iminência da Primeira Guerra Mundial, a Inglaterra precisa garantir o auxílio da Rússia, e o sobrinho do czar Nicolau II está de viagem marcada a Londres para cuidar de negociações navais secretas com lorde Walden, um estrategista respeitado pelo rei que conhece a fundo o território russo.

Mas há outras pessoas interessadas na chegada do príncipe Aleksei: a lha úni- ca de Walden, Charlotte, uma jovem obstinada, idealista e com uma consciência social emergente; Basil omson, o cabeça do Serviço Especial da Scotland Yard; e, acima de todos, Feliks Kschessinsky, um cruel e destemido anarquista.

Enquanto as negociações secretas avançam, o destino dessas pessoas se torna inevitavelmente enredado. E, ao mesmo tempo que a Europa se prepara para a catástrofe da guerra, a tragédia pessoal de Walden caminha para um ponto irreversível.


Sobre o Autor:




Ken Follett irrompeu no cenário da literatura aos 27 anos, com O buraco da agulha, thriller premiado que chegou ao topo das listas de mais vendidos em vários países. Depois de outros sucessos do gênero, surpreendeu a todos com Os pilares da terra, um romance sobre a construção de uma catedral na Idade Média que até hoje, mais de 20 anos após seu lançamento, continua encantando o público mundo afora. Pela Arqueiro, publicou também a trilogia “O Século”, além de Um lugar chamado liberdade e As espiãs do Dia D. Suas obras já venderam mais de 150 milhões de exemplares no mundo. O autor vive na Inglaterra com a mulher, Barbara Follett.