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13.1.20

{Resenha} Eu Avisei - Megan Maxwell


Oie amores.
C-H-E-G-U-E-I!


Cheguei correndo hoje, pra postar mais uma resenha de 
uma das minhas autoras preferidas: Megan Maxwell.
Tenho que ser sincera que essa leitura foi meio que amor 
e ódio, mas vocês vão entender o porque.
Confere aí a resenha!


*livro cedido pela editora

Sinopse:
”Se eu ganhasse um diamante a cada frustração na vida, seria milionária”, pensou Victoria quando encontrou o namorado na cama com sua melhor amiga na véspera de seu casamento. Apesar dos óculos Prada, das bolsas Chanel, dos sapatos Gucci e de todas as roupas Carolina Herrera penduradas no armário, Victoria era apenas uma mulher amarga morando na melhor área de Madri. Em meio ao caos emocional, sua empresa lhe dá um ultimato: se em dois meses ela não conseguir convencer um conde escocês a emprestar seu castelo para gravar um comercial de uma marca de relógios, eles a colocarão na rua e ela terá que abrir mão de seu estilo de vida sofisticado. Com um fracasso amoroso nas costas e uma missão comercial difícil, Victoria segue para as Terras Altas em busca do Conde McKenna. Mas lá, além da chuva e das vacas, a única pessoa que encontra é Niall, braço direito do aristocrata que tem um plano muito específico para tratar a espanhola rabugenta. Eu avisei é uma comédia romântica divertida e emocionante que fará você lembrar de como é maravilhoso se apaixonar.”
Resenha
Victoria Villacieros está de casamento marcado com Charly, um metido a besta, engomadinho cheio de frescura, igual a sua mãe Mônica.
Victoria não tem bom relacionamento com a irmã Bárbara e nem a própria mãe Margarita. Tudo levou com que Vicky se afastasse de sua família depois da morte de seu pai, tudo desmoronou e nunca foi como antes. Ela resolveu sair de casa e começar uma nova vida, que não incluía mais sua irmã, seu amigo Víctor nem sua mãe, por vergonha dos problemas com bebida.

Sendo assim na sua nova vida, Victoria se tornou uma pessoa completamente insuportável! Com as companhias e influencias erradas, era mesquinha, metida, venenosa, maldosa, mal educada, grossa, fútil, com o emprego e o apartamento dos sonhos, mas no fundo é impessoal e fria. Victoria é a personificação da mulher superficial e rasa de caráter.

Victoria é oposto de sua irmã Bárbara, enquanto uma é prepotente, arrogante e cheia de mimimi, a outra é engraçada, boca suja e espontânea, quando se junta com Víctor que é engraçado e gay demais da conta, é só risada. Protegem-se com garras afiadas e mesmo Vicky sendo tão insuportável, o amor que os dois sentem por ela, não mudou durante todos esses anos de afastamento.
Bárbara tem Òscar, um cão mestiço de mastim com pastor alemão e mais alguma outra raça, um animal adotado por ela cheio de cicatrizes na pele e na alma.
Victoria morre de medo e abomina qualquer tipo de animal e criança, então Òscar quando chega perto, ela imediatamente o afasta.


Depois de toda a confusão do flagra e o termino imediato de seu noivado (dias antes do casamento) Victoria ainda vai ter mais uma dor de cabeça no trabalho, onde um contrato muito importante para a empresa e sua carreira na RCH Publicidade, deveria ter sido assinado pelo conde McKenna e não foi, ela iria ter que resolver sozinha esse problema. Sua viagem a negócios para a Escócia iria mudar o rumo de sua vida chata e monótona. Sua irmã que é escritora, não perdeu a oportunidade e foi junto com ela.

Chegando ao hotel Glasshouse, Victoria e Bárbara pegam uma chuva torrencial e misturada ao cansaço da viagem, na recepção a arrogância e superioridade de Vicky chegam a ser enervante!
Pra piorar ainda mais a situação em que elas chegaram ao hotel, aparecem para serem destratados por não terem feito nada além de serem prestativos e educados, Niall e Robert que tiveram o desprazer de conhecer a fera mal educada e egocêntrica.

A estadia das duas não está sendo tão prazerosa como queriam, parece que tudo está conspirando contra elas.
Niall parece brotar das profundezas para deixar a fera ainda mais irritada, o neandertal e a princesinha (apelidos dados por cada um) quando se aproximavam um do outro saiam faíscas e uma tensão sexual está sempre ali.
Uma visita e reunião com o Conde McKenna no castelo Eilean Donan, só trouxe chuva e problema envolvendo vacas, vespas e muita, muita lama.


Numa das enrascadas que as duas irmãs aprontavam, Niall chegou como cavaleiro andante, em prol de ajudar as duas, junto com Stoirm (seu cachorro) levando-as para a casa de seus avôs Tom, Ona e Rous (irmã adotada de Niall). Pessoas simples, mas tão lindas de coração, carinhosas e atenciosas. A simplicidade do lugar não agradou nada Victoria, mas ela teve que se contentar com a casa humilde, mas com uma cama quentinha, com comida gostosa e acolhimento aconchegante.

Niall é braço direito do conde, e ele faria Victoria pagar com o próprio veneno a sua arrogância e ser tão desumilde, para conseguir a assinatura desse contrato tão importante. Ele irá tirá-la da sua zona de conforto e se arriscar colocando a mão na massa, literalmente ajudando na fazenda, cuidando dos animais e todo tipo de serviço que uma fazenda requer.
O amor, acolhimento e carinho que só os avôs sabem dar, conquistaram por completo Victoria, uma mulher que por muito tempo se restringiu e nesse meio tempo não recebeu carinho familiar ou amigo.

A partir daí, com as tarefas e convivências do dia a dia, ela iria aprender uma lição muito valiosa: dar valor a família e as pessoas que lhe querem bem e se preocupam com você. Nada é mais valioso que o amor dos familiares e a demonstração de amizade verdadeira.
Aquele amor de avô e avó, que deixa o coração quentinho e um novo amor renascendo devagar e se alastrando por todo o corpo.


Ao ler a primeira página do livro, a primeira impressão que tive da Victoria: NOJO! 
Eu me perguntava: “O que há de errado com essa mocreia metida a besta?”
Ter vergonha da mãe pelo seu passado, por tudo que passaram com a perda do pai, não era motivo desse tratamento e muito menos do abandono.
Apesar das notas que vi no skoob terem sido na maioria três, eu discordo totalmente!

Não nego que os primeiros capítulos foram um porre de chato, pois Victoria cansava na leitura com suas frescuras, que muitas vezes me faziam revirar os olhos, mas com a continuação dos capítulos eu não conseguia parar de ler.
Ri muito, chorei também, um misto de emoções, um amor e ódio feroz durante o desfecho da estória. Niall e Victoria eram opostos em tudo, mas quando se juntavam eram perfeitos um pro outro. Um completava o outro em muitos aspectos, e ela aprendeu as duras penas que ser a Victoria vilã a maioria do tempo afastaria todos aqueles que amava.

E o que falar da Escócia? Ah, aquele lugar é esplendido em todos os aspectos da palavra, e ter essa estória, um romance da Megan com níveis de boas risadas e muito amor envolvido, criança fofa e animais amorosos, só solidifica o que eu acho sobre os romances inesquecíveis que essa autora nos proporciona.
Se você que abandonou esse livro, dê mais uma chance... não vai se arrepender.
Por hoje é só amores.
Até a próxima.
Tchau!


Título: Eu Avisei
Autor (a): Megan Maxwell
Editora: Planeta
Número de Páginas: 288

8.1.20

{SORTEIO NO INSTAGRAM} Livro After + marcadores diversos


Oie amores.
C-H-E-G-U-E-I!


E vim falar de um sorteio maravilhoso pra quem é fã da 
Série After da Anna Todd como eu sou.


Estamos com o instagram novo do blog, e o sorteio acontece lá!
Lá tem todas as informações que você precisa saber pra ganhar 
esse kit maravilhoso. O livro foi cedido pela Editora Cia das Letras, 
então não vai ficar aqui só olhando né?Bora seguir negrada!



E aí? Vai ficar de fora dessa?
Cooooooooooorre lá e participa!
Por hoje é só amores.
Até a próxima.
Tchau!


6.1.20

{Resenha} Natsume's Book of Friends

Título Original: Natsume Yuujinchou
História e Arte: Yuki Midorikawa
Editora: Hakusensha
Gênero: Drama, Sobrenatural, Comédia
Sinopse: Takashi Natsume é um garoto órfão de 15 anos que apenas quer viver uma vida comum, como qualquer outra pessoa. Mas, assim como sua falecida avó, Reiko, ele possui a habilidade de ver "youkais" ou espíritos. Ela deixou à ele um livro de contratos, no qual ela prende youkais através de seus nomes - O Livro de Amigos. No entanto, sem a Reiko para chamá-los, eles são deixados em um estado de quase aprisionamento. Agora, esses espíritos perseguem constantemente Takashi na esperança de terem seus nomes e liberdade devolvidos.
Enquanto há muitos espíritos gentis e bondosos que vêm em busca da ajuda do garoto, também há aqueles perversos e hostis que ameaçam ele e é aí que entra o Madara, um espírito em forma de gato, comumente chamado de Nyanko-sensei pelo Takashi, Madara é um autoproclamado guarda-costas do adolescente, que tem seus próprios motivos para mantê-lo por perto.

A história começa mostrando o dia a dia do garoto, pouco depois de ter sido adotado por um casal de parentes distantes de sua família. Natsume, como costuma ser chamado pelos demais, é um menino um pouco desajeitado, tímido e que costuma se assustar fácil. Não é muito bom em conversar com jovens da sua idade, mas é muito educado. E talvez por isso, sempre tenta evitar que os demais se envolvam com as criaturas que o perseguem constantemente. E é em uma dessas correrias, que ele conhece o Madara, um youkai enorme e poderoso, que foi selado na forma de um gato redondo. Apesar de ele também estar atrás daquele bem precioso de Natsume, o Livro Dos Amigos, ele decide ficar ao seu lado para protegê-lo de outras ameaças, tudo, para que não roubem o Livro antes dele. Mas, com o tempo, os dois acabam se tornando amigos.

Como se trata de uma história "simples" que progride de forma consistente, é difícil contar muito sobre tudo o que acontece. Cada capítulo ou episódio são histórias diferentes, referente ao passado da Reiko.

Quando Takashi desfaz os contratos, devolvendo os nomes dos youkais, memórias da avó e do dito espírito o visitam em sonhos, ou flashes. Assim ele acaba conhecendo mais sobre ela, a única parente com quem ele tem ligações fortes, já que ele perdeu seus pais muito pequeno e desde então viveu em lares temporários em diversas cidades.


Natsume é um garoto solitário, que nunca aprendeu de fato a receber carinho, por conta da forma como cresceu. Constantemente sendo chamado de mentiroso ou culpado por problemas e confusões criadas pelos youkais, ele nunca se sentiu parte das famílias com que foi morar e estes, sem saber como lidar com uma criança assustada, que sempre inventa histórias absurdas para chamar atenção ou assustar os outros, sempre passavam para outros parentes a responsabilidade de ficar com o garoto. Assim, quando Takashi é adotado por um casal de parentes distantes, ele parece decidido em não deixá-los saber sobre sua habilidade, para não trazê-los problemas.

Talvez uma das coisas que mais atraem nessa história é o fato de ser tão real, embora tenha toda essa fantasia misturada. A solidão de um menino órfão que tenta aprender as coisas mais simples como ter amigos, e como ser amado, é algo que nos toca profundamente. Além de claro, podermos ver como ele amadurece junto com o desenvolvimento de todos os envolvidos na história. Cada capítulo nos mostra histórias incríveis, tristes e lindas sobre o quanto ele tinha em comum com Reiko. E o quanto ele aprende com essas histórias, a respeitar e amar os espíritos como ela.

É o tipo de história que não tem um enredo mirabolante ou super detalhado, mas que nos faz ver as coisas de forma diferente e nos acalma. Uma leitura que pode ser assustadora por vezes, mas que sempre vai deixar um pouco daquele sentimento bom no final.

Além do mangá, que está em andamento com 90 capítulos até então, também temos séries de anime, atualmente com 6 temporadas.

2.1.20

{Resenha} A Rainha Aprisionada

Título Original: The Caged Queen
Trilogia:  Iskari Vol. 2
Autora: Kristen Ciccarelli
Editora: Seguinte
Sinopse: Às vezes a liberdade só é conquistada com um grande sacrifício.
Firgaard foi governada durante décadas por um rei tirano e manipulador, capaz de condenar povos inteiros apenas para aumentar seu poder. Depois de uma grande batalha, Asha, sua filha, conseguiu derrotá-lo. E assim, Dax, o primogênito, assumiu o poder ao lado de Roa, sua esposa.
Roa é uma forasteira vinda das savanas - um território sob o domínio de Firgaard, que há anos é oprimido e está prestes a entrar em colapso. O maior desejo da nova rainha, mesmo sabendo que não é bem vinda em seu novo lar, é mudar a vida de seu povo. O que ela não esperava era encontrar uma chance de alterar o curso do destino e trazer de volta à vida sua irmã gêmea, Essie, morta quando criança em um terrível acidente. O único obstáculo? O novo rei.
  A história do segundo livro segue pouco depois da queda do tirano, da revolta dos nativos para a libertação dos skrals e a tomada do trono. Com a Asha em fuga, em algum canto do deserto, longe do palácio ao lado de seu amado Torwin, acompanhando os pensamentos e decisões da rainha nativa, Roa, que decidiu se casar com Dax para poder mudar o destino de seu povo. Porém, quando ela vê que Dax não parece muito preocupado em cumprir com sua palavra ela passa a recorrer à outras alternativas e o desenrolar disso só se mostra mais frustrante e dramático do que nunca.
"Ninguém entendia a conexão de Roa e Essie. Antes do acidente, consideravam algo estranho - ou pior: algo temível. Mas para Roa simplesmente era daquele jeito. Ela não sabia como poderia ser diferente. [...] As duas eram uma só."
 A ligação de Roa com sua irmã é tão forte, que mesmo depois da morte de Essie, essa permaneceu no mundo dos vivos, na forma de um falcão do deserto, sempre acompanhando a garota, onde quer que fosse. Mas depois de oito anos, as duas sentem essa ligação se enfraquecendo e garota se vê na necessidade de libertá-la logo de sua forma, mas para isso ela terá que lutar contra seus próprios sentimentos contra o jovem rei. Afinal, ele é mesmo tudo que aparenta ser? Um rei frágil, que mal sabe segurar uma espada?
Conforme desentendimentos vão sendo esclarecidos, sentimentos desenterrados e dúvidas começam a nascer, a rainha deve tomar sua decisão: se quiser ter sua irmã de volta, não pode ter o rei ao seu lado.
"O povo do Antigo acreditava que eles pertenciam uns aos outros, e portanto cuidavam uns dos outros.
Mas, à medida que os anos passavam e a população crescia, desacordos geravam divisões. Eles esqueceram de se enxergar como iguais, independentemente de suas diferenças. Esqueceram de que aqueles que não possuíam nada eram tão importantes quanto aqueles que possuíam muito. Esqueceram de que a voz de todos importava.
Eles esqueceram de cuidar uns dos outros."
Os nativos, que moram nas savanas seguem os costumes antigos, como seus ancestrais, se respeitando e cuidando uns dos outros. Quando Firgaard assumiu o poder sobre as savanas, tendo como uma rainha uma nativa (a mãe de Asha e Dax), a pobreza só aumentou e a aparição de uma praga em suas plantações não ajudou. Eles precisavam fornecer parte de sua colheita à cidade, deixando seu povo com mais escassez a cada ano.
Por esse motivo, pensando neles, Roa decidiu se juntar ao filho do rei para derrubá-lo, em troca de um exército de nativos. Mas por ser uma nativa, muitos de Firgaard não tinham confiança na nova rainha, principalmente os nobres que tinham o poder do conselho e ela sabia. Assim como sabia que seu povo também não confiava no jovem rei, sendo filho de quem era.
O conflito dentro dela foi se alastrando sem poder discernir entre o que realmente queria, no que acreditava ou no que era certo.
 "Roa não se importava com dragões. Ela se importava com pessoas. Com seu povo. As sanções de Firgaard ainda o faziam passar fome. Também se importava que as condições dos skrals recém-libertos não estivessem melhorando. Ela queria que Dax cumprisse suas promessas."
"A raiva ardia dentro de Roa. Ela estava farta da impotência do seu povo. De mães abrindo mão dos filhos de que não podiam mais cuidar, e tendo que viver com vergonha daquilo. De pais se mudando para o outro lado do deserto ou do mar em busca de uma forma de alimentar sua família, incapazes de ver seus filhos crescerem. Da doença, fraqueza e falta de propósito decorrentes da má nutrição.
Roa não podia mais aguentar."
No final do primeiro livro sinto que acabei com uma impressão totalmente errada da rainha e nesse eu pude conhecer mais sobre ela, suas convicções, dilemas e tristeza. Acho que um modo de descrever esse livro seria: uma raiva que te entristece. Você sente como ela fica dividida em muitas das situações que é obrigada a se envolver, tudo porque ela quer ajudar o seu povo e ter sua irmã de volta. Senti muita de sua raiva durante a leitura, quando os nobres fazem chacota com sua cultura ou quando a conselheira do rei o faz seguir o que ela diz, fazendo pouco dos nativos de forma escancarada, mesmo ela sendo uma rainha.

Mas mais do que isso, também me surpreendi com o quão esperto, brilhante e cativante o Dax na verdade é, se fazendo de tolo, ou desajeitado, provando ser muito diferente da imagem que a gente tem dele no primeiro livro.

O romance dos dois tem muito vai e vem, muitas provocações e desentendimentos justamente por essa imagem errada que um parece ter do outro, o que pode ser muito frustrante, mas ao mesmo tempo, conforme você vai descobrindo as coisas junto com a protagonista, isso realmente não importa, porque você se envolve da mesma maneira.

Asha e Torwin também fazem aparições em alguns trechos, o que faz bater um pouco de saudade.

Apesar de todas as tribulações, gosto de como acaba essa história. Ao que me parece, todos os livros são histórias fechadas, apesar de terem ligação, acredito que pode-se lê-los separadamente, se assim preferir.

25.12.19

{Resenha} Um Novo Coração - Butterfly in Frost - Sylvia Day


Oie amores.
C-H-E-G-U-E-I!



Estava ansiosa para ler esse livro, e não foi a decepção que muitos leitores acharam.
Por isso muitas e muitas vezes nunca vou pela opinião dos outros, pois nunca é a mesma.
Então, só confere aí a resenha!


*livro cedido pela editora

Sinopse:
 Emocionante e poderoso, Um Novo Coração marca o retorno da sensação global Sylvia Day, autora best seller internacional da série Crossfire.

Nunca teria me imaginado aqui. Mas estou bem agora. Em um lugar que amo, minha casa reformada e passando meu tempo com novos amigos que adoro, num emprego que me motiva. Estou me recuperando do passado para um futuro em que possa ser feliz. E daí Garrett Frost se torna meu mais novo vizinho.

Ele é determinado e ousado, uma força da natureza que ameaça destruir a ordem cuidadosa da minha vida. Mas também sei reconhecer alguém perseguido por fantasmas de seu passado. Garrett é um perigo e, magoado e assombrado, parece muito mais perigoso. Temo que eu ainda esteja frágil demais para enfrentar a tempestade que existe dentro dele, muito delicada para encarar sua dor. Mas ele é muito decidido... e tentador.
E algumas vezes a esperança surge mesmo em meio à desolação.”
Resenha
Teagan é uma medica cirurgiã, que tem uma AMIGA mesmo, como partilham o cotidiano, numa dessas vezes do passeio das cadelas de Roxy – a amiga, num dobrar de esquina, Teagan é salva de um atropelamento, mas não escapa de ser “atropelada” pelo seu salvador, um deus grego em toda a acepção da palavra, mesmo na santidade, pois de santo Garrett Frost não tem nem o nome.
Passado o susto, cada um para o seu lado, seguem levando as impressões de bíceps, olhos, lábios, cabelos, mãos, suor e “pegadas”.

Mas o impacto sofrido, só melhora, pois Garrett é vizinho das duas amigas.
Descobrem a doutora e o pintor, que tem algo em comum, além da atração mútua.
Teagan vive cada dia, com suas lembranças doloridas, seus terapeutas ajudam-na a continuar vivendo, pois ela por vezes, não consegue nem respirar.
Ela deixou tudo, clínica, amigos, cidade, casamento e se “escondeu” para ver se aquela dor amenizava. Dias menos, dias mais.


Garrett, apesar da figura impressionante que ele é, apesar de pintor renomado, reconhecido mundialmente, não toma conhecimento do seu potencial, pois a dor de uma perda irreparável, o deixa viver pela metade. E ele tem consciência disso. Mas como mudar?
Então quando os dois se identificam pela dor, pelo desconforto da impotência, de não poder mudar o passado, para melhorar o presente e ter um futuro pra visualizar, um fica sendo a “muleta” do outro.

Garrett, preso dentro de sua dor, consegue ser mais forte e carrega literalmente, Teagan com todo o seu “pacote de dor”.
Depois de muitas crises presenciadas, a doutora vai ficando mais confiante, tanto pra chorar, como para se abrir. Frost também se abre e ambos se “descobrem”.
O que acontecerá quando ambos se comunicarem, claramente, sem lacunas?
Haverá futuro para os dois, nesse presente de humor oscilante?
Frost terá a presença de Teagan para estimulá-lo a terem um futuro juntos? E aquela dor amenizará?
Descobrirão que precisarão um do outro, para ter continuidade na jornada?


Esse romance é contado do fim para o começo, em minha opinião.
Se você começar a lê-lo, do capitulo dezesseis e depois for para o primeiro, terá lido um livro comum. Mas se começar do “começo”, descobrirá um enredo, cheio de fantásticas lacunas suspensas, como se no texto fossem subtraídas palavras reveladoras. 

Eu fiquei juntando os pedaços que às vezes era possível, mas depois faltavam os mesmos pedaços. Mas o texto é uma beleza, tem mensagem de superação, de dor, de perdas e de amor, aquele amor incondicional raro.
Ah! E amizades raras também. O livro é tão bom, que apesar das “lacunas fantásticas suspensas”, você não o larga, vai até o fim e fica satisfeitíssimo!


Por hoje é só amores.
Até a próxima.
Thau!


Título: Um Novo Coração - Butterfly in Frost
Autor (a): Sylvia Day
Editora: Paralela
Número de Páginas: 176

14.12.19

{Lançamentos} Cia das Letras - Dezembro 2019

Oie amores.
C-H-E-G-U-E-I!


Confere aí os lançamentos de Dezembro da Cia das Letras.


Ela disse, de Megan Twohey e Jodi Kantor

Como duas jornalistas conquistaram a confiança de dezenas de mulheres, expuseram os casos de assédio de Harvey Weinstein e deram um dos maiores furos jornalísticos da década em uma reportagem que alçou o movimento #MeToo à escala global.

"Em 5 de outubro de 2017, as jornalistas Jodi Kantor e Megan Twohey, do New York Times, publicaram uma reportagem bombástica, que mudaria para sempre o debate sobre assédio e abuso sexual.
A partir de uma longa e delicada pesquisa, elas descobriram que Harvey Weinstein – produtor de Hollywood responsável por construir e alavancar a carreira de atrizes como Gwyneth Paltrow e Jennifer Lawrence – não apenas assediava mulheres, mas tinha a seu favor uma rede antiga e eficiente de advogados que comprava o silêncio das vítimas em troca de vultosos pagamentos. A revelação foi o estopim para que outras mulheres – famosas e anônimas – compartilhassem suas histórias, fazendo do #MeToo um movimento global e que atingiu praticamente todos os setores da vida pública.
Com uma riqueza de detalhes extraordinária, Kantor e Twohey descrevem os bastidores eletrizantes de uma das reportagens mais importantes da década, refletem sobre o futuro do #MeToo e do feminismo e trazem testemunhos das mulheres que se manifestaram – pelo bem de outras, das gerações futuras e delas mesmas."



O Monte Cinco, de Paulo Coelho

Em O Monte Cinco, Paulo Coelho se inspira no primeiro Livro de Reis da Bíblia para se aprofundar no poder do pensamento e da ação. Através da história de Elias, nos leva a refletir sobre diferentes valores e culturas, respeito e esperança.

"Elias é um profeta que, ordenado por Deus, abandona Israel e viaja para propagar a mensagem Dele na cidade de Akbar, onde a crença em deuses pagãos ainda é forte. Orientado pelo Senhor, ele se hospeda na casa de uma viúva, por quem acaba se apaixonando. Lá, Elias passa por diversas provações que o fazem questionar suas missões de vida e o seu próprio destino. O Monte Cinco nos conta uma história comovente, cheia de ensinamentos e lições sobre a força da ação, do pensamento e do amor."



Vai começar a sessão, de Sérgio Augusto

Nesta coletânea de melhores escritos de Sérgio Augusto sobre cinema, o jornalista traz textos singulares e imperdíveis sobre a sétima arte, desde os clássicos até blockbusters.

"Aos quatorze anos, Sérgio Augusto se tornou fã de Antonio Moniz Vianna, quando leu, por acaso, uma de suas críticas cinematográficas. Ficou fascinado por aquele universo e disse para si mesmo: é isso que eu quero fazer na vida. Estreou na imprensa nos anos 1960, e nunca mais parou de escrever.
Reconhecidamente um dos maiores nomes do jornalismo cultural brasileiro, Sérgio Augusto fala com brilhantismo sobre os mais variados temas, ainda que esta antologia seja sobre sua grande paixão: o cinema.
Os textos aqui reunidos foram produzidos desde os anos 2000 e publicados, em sua maioria, no jornal O Estado de S.Paulo – e uma primeira versão desta coletânea foi publicada em formato digital, em 2015, sob o título O colecionador de sombras. Juntos, formam uma espécie de guia afetivo da sétima arte para curiosos e aficionados, mas também para todo mundo que se interessa por arte e cultura, ou simplesmente deseja uma boa leitura."



O vencedor está só, de Paulo Coelho

Você seria capaz de matar pela pessoa que ama? Até onde iria para conquistar o que deseja? Baseando-se em pesquisas e no triângulo de violência, luxo e celebridade, Paulo Coelho nos leva à Riviera Francesa para uma leitura eletrizante em O vencedor está só.

"Igor levou anos para estabelecer seu império no pós-guerra. Quando sua esposa Ewa o abandona, o ex-militar russo começa a trabalhar de forma obsessiva, na esperança de se contentar com as conquistas de seus esforços. Decidido a reconquistá-la e disposto a fazer de tudo para conseguir, ele a segue até o superexclusivo Festival de Filmes de Cannes onde Ewa estará com o seu novo namorado e celebridade da moda Hamid. Ao longo de um único dia, acompanhamos o reencontro de Igor com Ewa em meio ao luxo, fama, violência e desespero, lutando para manter as aparências e a própria vida."

Por hoje é só amores.
Até a próxima.
Tchau!