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27.5.11

Amor, maior que tudo – Nora Roberts

Amor, maior que tudo – Nora Roberts

“Você foi avisada duas vezes. Pare de investigar a morte de Anne Trulane.” Laurel Armand era uma mulher aparentemente frágil, mas estava determinada a provar que poderia ser uma grande jornalista investigativa. Por isso, quando soube do assassinato de Anne Trulane, Laurel farejou uma boa pauta, e decidiu apurar os fatos. Matt Bates, seu rival na profissão, a desejava havia muito tempo. Ao saber que Laurel tinha partido para os pântanos de Nova Orleans a fim de investigar o crime, ele decidiu que chegara a hora de se tornarem parceiros de ofício e também amantes...

Recebi esse livro da Harlequin (Muito obrigada), assim que chegou eu devorei, afinal é Nora, e como sou apaixonada por seus livros é difícil deixar ele na estante sem ler. Quando li a sinopse já fiquei totalmente interessada, adoro quando eles insistem em ficar com a mocinha. (O que quase sempre acontece nos livros escritos pela Nora).

O enredo é interessante, fiquei o livro inteiro tentando descobrir quem era o assassino, e não é que acertei! (Eu sou péssima investigadora, mas esse eu consegui acertar).

Quanto ao romance entre esses dois personagens é simplesmente maravilhoso, depois que Laurel decide se entregar a esse amor, as coisas ficam ainda mais interessantes e apaixonantes.

Uma leitura super rápida, quando terminei fiquei com aquela sensação de quero mais.

P.S: A avó da Laurel é tudo! Ri demais com ela.


24.5.11

Família – Barbara Delinsky

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Família – Barbara Delinsky

Dana Clark sempre ansiou pela estabilidade de um lar e de uma família. Porém, prestes a dar à luz, o que deveria ser o dia mais feliz de sua vida se transformará no dia em que seu mundo desmoronou. Integrantes de uma comunidade conservadora branca de New England, Estados Unidos, Dana e seu marido Hugh tem suas vidas alteradas quando seu bebê nasce negro. O marido, para grande choque e tristeza da mulher, começa a se preocupar e a se inquietar: O que as pessoas pensarão? Que Dana teve um caso extraconjugal? O que dizer aos pais após tê-los enfrentado para casar com Dana? Enquanto a protagonista procura por seu pai desaparecido e tenta descobrir suas verdadeiras origens, Hugh tem que enfrentar seus ideais, até então não racistas, para conseguir conviver e amar a filha.

Comecei a leitura deste livro por volta de 21h30min do domingo e conclui na madrugada de segunda-feira. A sinopse me deixou muito curiosa para descobrir o que guardava estas páginas, e apesar de um ou outro momento cansativo, vale mesmo à pena ler “Família”.

Dana tem um casamento maravilhoso com Hugh, não vê a hora que sua pequena filha venha ao mundo para finalmente ter a família que sempre sonhou, o que ela não esperava era que seu bebê nascesse de uma cor diferente da dela e de seu marido. A partir desse ponto o livro é recheado de suspeitas.

Hugh é de uma família branca e importante, ter uma filha negra fará com que ele cometa muitos erros em relação a Dana e sua doce e inocente filha.

Barbara Delinsky é o tipo de autora que descreve bem os sentimentos de seus personagens, temos completo acesso as emoções de Hugh. Percebemos como tudo isso está sendo difícil para ele, tudo que ele deseja é ficar com sua mulher e filha, ao mesmo tempo, não consegue deixar de pensar sobre o que as outras pessoas irão falar.

Dana é uma mulher forte, apesar de entender as atitudes de seu marido não consegue aceitar ou perdoar, durante quase todo o livro não tinha certeza se o casamento deles seria forte o suficiente para passar por tudo isso.

No decorrer da história muitas dúvidas são esclarecidas e percebemos que nem tudo que parece verdade, necessariamente é.

Esse é um livro que fala do peso do preconceito, das tantas dificuldades que as minorias vivem diariamente, principalmente em países de tradição “branca”. Em alguns momentos fiquei pensando se a autora não estava exagerando na importância da cor da pele de uma pessoa, mas quando parei para pensar de verdade sobre isso, vi que ela foi totalmente precisa.

Família é um livro que merece ser lido, entendido e dividido com outras pessoas. Quem sabe assim o mundo vire um lugar um pouco melhor.

 


23.5.11

Romeu & Julieta e Vampiros - Adaptado por Claudia Gabel

 
 Romeu & Julieta e Vampiros - Adaptado por Claudia Gabel
 Os Capuleto e os Montéquio têm diferenças profundas e significativas. Diferenças de sangue. É claro que os Capuleto podem escapar de sua sina de vampiros, assim como os Montéquio podem tentar não matar seus inimigos mortos-vivos. Mas no fim das contas, não há como deter a rivalidade mortal que existe entre eles. Problemas sérios surgem quando Julieta, prestes a tornar-se vampira, e Romeu, o humano que deveria caçá-la, apaixonam-se desesperadamente. Não fazem idéia do perigo que esse amor representa ― ou do que acabará acontecendo com suas vidas... Essa guinada turbulenta na maior história de amor proibido de todos os tempos é de matar de emoção.

Esse livro me surpreendeu. Nunca li a obra original de Romeu e Julieta, mas claro que já vi vários filmes, existem várias versões diferentes para tão famosa obra. Fiquei um tanto desconfiada quando li o titulo, não por ter vampiros na história, mas com medo da linguagem do livro ser a mesma ou parecida com o de Shakespeare, respeito quem gosta do estilo de escrita do autor, mas eu nunca consegui terminar um livro dele. 

 O livro prendeu minha atenção desde o inicio, a leitura flui rapidamente. Quando percebi o final do livro tinha chegado e eu estava totalmente surpresa com os acontecimentos.

Julieta está preste há completar 16 anos, como filha de vampiros ao completar 16 anos ela irá se transformar  totalmente em um dos tão odiados sanguessugas que a família de Romeu costuma caçar. O amor entre esses jovens não fugiu em nada a história original, Romeu não está preocupado com a transformação de Julieta, afinal o verdadeiro amor não acolhe apenas as coisas boas. 

Se você gosta de livros adaptados de clássicos vale a pena ler este livro, tenho certeza que irão gostar, caso sejam como eu e não consigam ler os grandes clássicos literários, então leiam as adaptações. Claro que não é o mesmo tipo de leitura e nem deve ser mesmo, mas para mim é bem mais divertido.

P.S: Achei as características vampirescas dos personagens um tanto bizarras, por mim eles poderiam ser mais “normais”.