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7.4.14

Divergente - Veronica Roth

DIVERGENTE_1343154852P Eu as vezes sou do contra, quando todo mundo tá lendo um determinado livro eu resolvo deixar ele de lado. Foi assim com a série jogos vorazes, apesar de curtir muito os filmes, nunca parei para ler os livros. Com Divergente não foi diferente, não estava muito empolgada em lê-lo, mas então eu vi o trailer do filme e fiquei com aquela curiosidade típica do leitor, mas como não tinha o livro não havia muito o que eu pudesse fazer. Um dia desses recebi um pedido de troca no Skoob e a menina me ofereceu Divergente na troca, foi então que eu decide que iria ler e saber o motivo de tanto “ti ti ti” e não é que fui surpreendida pela qualidade da história.

Divergente é um livro bem escrito com uma linguagem simples, apesar da quantidade de detalhes descritos pela autora. Li em poucas horas, é impossível não ficar ligado ao destino de Beatrice que sempre se sentiu diferente dos demais, mas que não tinha ideia do que essa diferença faria com sua vida. Eu amei acompanhar Beatrice e vê-la superar as dificuldades ; Fazer amigos nunca é algo fácil, mas quando você precisa competir com esses amigos tudo é ainda pior. Apesar da idade, achei essa personagem madura e inteligente, as vezes eu até esquecia sua idade tamanha maturidade. Ah, se preparem para vê-la apanhar muito e não estou exagerando viu, metade do livro ela está com marcar pelo corpo ou então apanhando de novo, afinal na audácia não irão faltar desafios que irão exigir sacrifícios físicos e mentais. (Massa demais!)

Genteeee, e o que falar do “Quatro”, ainda suspiro quando lembro dele. Espero que o filme consiga retratar pelo menos parte do carisma e da força que esse personagem transmite. Desde o começo sua relação com Tris é diferente. Sem dúvida ele é um dos motivos de eu ter curtido tanto a leitura de Divergente. A relação deles é construída desde o primeiro olhar, e cada ato depois só fortifica o que na minha opinião é um dos melhores casais jovens que conheço. Ainda que “Quatro” se mostre auto-suficiente, ao lado de Tris, ele pode baixar as defesas e mostrar quem realmente é.

Divergente é bem mais que um relacionamento entre jovens, ele mostra como o ser humano nunca está satisfeito com o que tem, sempre querendo mais e mais, e que a maldade é intrínseca do ser humano, mas antes que vocês desanimem, existem atos de coragem que restauram a fé nas pessoas. Me emocionei em algumas passagens, não esperava que o livro fosse avançar tanto nesse primeiro volume, achei que seria mais introdutório.

Terminei divergente pensando em como será a continuação que espero ler em breve, será muito emocionante reencontrar velhos amigos e inimigos. Quando o filme for lançado vou assistir na esperança que seja tão bom quando o livro, mas duvido disso.

Sinopse

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Livro no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/195226


1 comentários:

  1. mesmo com uma opinião tão bacana e uma resenha bem escrita não foi um livro que me atraiu
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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