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6.8.14

Correr ou morrer (Maze Runner) - James Dashner


mazerunner

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Adoro distopias, simples assim... E todo mundo que me conhece sabe desse fato. Por conta disso recebo sempre varias indicações de livros com essa temática.
 
“-Mari, você já leu esse aqui?!”
“-Já ouviu falar de serie tal?!”... Bem por ai, acho já deu pra vocês entenderem a situação.
Eis então que me indicaram “Maze Runner”, e cá estou eu de volta para contar o que eu achei “procês”.
Já estava com esse livro no meu “pc” a um ano e nada de criar coragem para ler. No final das contas, o que acabou me impulsionando foi o danado do trailer que saiu há alguns dias ( E q eu só tenho como explicar com uma palavra: Fod*).

Achei a premissa do livro bastante interessante, apesar de eu estar já bastante saturada desse negocio de todos os livros recentes terem adolescentes como personagens principais (Gente, onde estão os protagonistas adultos, pelo amor de Jeová?! -_-). Sei que isso é para facilitar a identificação dos jovens leitores com os personagens, mas já esta cansando a minha beleza.

Apesar de ter gostado da ideia do labirinto e dos adolescentes sobrevivendo em sociedade (uma coisa meio “senhor das moscas” e talz), logo no inicio notei que a historia não engatava... Todos os ingredientes estavam lá para uma boa distopia, mas a escrita do autor não fluía para mim e simplesmente não consegui criar simpatia por nenhum dos personagens, já que eles são abordados de maneira muito superficial.

Tentei pensar comigo mesma: “Mariana, você esta lendo um livro adolescente, não seja tão chata!”... Mas nem isso pareceu dar jeito. Já li varias distopias e outros livros voltados ao publico jovem que nem por isso me deram essa sensação de serem meio... sendo sincera?! Mal escritos. :/

O que no final das contas salvou a leitura, foi o “epilogo” do livro... Foi o danado do epilogo que atiçou o bichinho da curiosidade mórbida (Aquele que quer sempre saber como o diabo da historia acaba). A isso juntamos à esperança de que o autor aproveite melhor essa premissa tão legal que ele criou e faça algo bacana com ela no próximo livro. Oremos irmãos! \o/

Apesar dos pesares, estou bem ansiosa para conferir o filme e talvez ano que vem eu me aventure no segundo livro. Beijos a todos e até uma próxima. :3

Trailer do filme:


2 comentários:

  1. só fiquei sabendo do livro depois de ver o trailer no cinema, a premissa é bem interessante
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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  2. Eu estou curiosa, quero ler sim!

    Gostei muito do trailer e quero ler antes de ver o filme.

    Bjs

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