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27.8.14

No Limite da Ousadia - Katie McGarry


SINOPSE:
“No limite da ousadia” conta a história de Beth Risk, a miga durona de Noah, de No limite da atração. Este livro é um spin-off, passando-se no mesmo universo do primeiro, com participações especiais de Isaiah, Noah e Echo.
Se você é fã de No limite da atração ou está descobrindo este mundo agora, certamente vai se deixar envolver pela paixão perigosa e arrebatadora de Beth e Ryan
Quando li há quase um ano No Limite da Atração, não acreditava que em um único livro a autora Katie McGuarry pudesse reunir tantos temas, como: rebeldia, traumas de infância, perdas... e conseguisse nos manter ligados na leitura, parando apenas ao chegar a última página. Para quem não leu, ou não recorda, nele conhecemos o casal Noah e Echo e particularmente adorei a leitura. Porém quando dei início em No Limite da Ousadia, simplesmente me apaixonei.
Nele conhecemos mais a fundo Beth, amiga/irmã de Noah. A garota é simplesmente a versão masculina daqueles bad boys que já estamos habituados nesse tipo de leitura. Usa roupas rasgadas, de preferências em tons escuros; tem piercing no nariz e uma tatuagem nas costas e para completar é linda, deixando todos os garotos aos seus pés. Do outro lado temos Ryan, típico garoto certinho, ótimo jogador de beisebol e que adora um desafio com os amigos Chris e Logan.
E foi justamente em meio aos desafios com os amigos, que Ryan se depara com Beth e de cara sente uma atração por ela, que é o oposto de garota que costuma sair. Porém de boba ela não tem nada e acaba passando a perna no garoto, cujo o lema é: "Eu nunca perco um desafio". Daí vocês imaginam onde essa história vai dar, mas se engana quem imagina que o livro é voltado apenas para o romance de Ryan e Beth,. A autora nos mostra o quão complicada foi e ainda é a vida da nossa protagonista. Tendo que viver obrigatoriamente sob a guarda de seu tio e longe da mãe problemática, Beth consegue se envolver em vários conflitos que nos deixa com um frio na espinha de tão complicados que são.
Porém a garota tem uma sorte sem tamanho, pois mesmo com a vida recheada de problemas, está rodeada de pessoas que a amam, como: Isaiah, Noah, Echo e até mesmo Ryan. Mas quem pensa que o nosso mocinho não tem seus problemas particulares, mesmo que não sejam tão grandes quantos os de Beth, vai se surpreender com o que conhecemos de sua vida e a grande reviravolta que o amor trás pra ela, fazendo-o crescer e desvendar novos caminhos que não sejam os impostos por seus pais.
E vou ser sincera, até agora achei No Limite da Ousadia o meu favorito comparado ao anterior e se Katie continuar nesse ritmo, acho que poderei me surpreender com o próximo. Tomara que não demore tanto, pois meu nível de curiosidade em conhecer ainda mais de perto a história do lindo, tatuado e misterioso Isaiah está me deixando super ansiosa.

Espero que tenham gostado e até a próxima!

25.8.14

A cor do Leite – Nell Leyshon

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essa é a minha resenha e eu estou escrevendo ela com as minhas próprias mãos. é o ano do senhor de dois mil e catorze.

Parece estranho uma resenha começar assim, mas é dessa forma que Mary, a narradora protagonista, escreve. Fiquei tão afeiçoada e conectada a esta personagem que não poderia começar o texto sem fazer uma deferência. Ainda estou tremendo com o desfecho e com todas as emoções crescentes e represadas, que desaguaram numa surpresa impactante.

Mary é uma mocinha de 15 anos, acaba de ser alfabetizada, nunca frequentou escola e não tem acesso a lazer ou informação. Trabalha arduamente, do nascer ao por do sol, nas tarefas da fazenda, cuidando dos bichos e da terra, ao lado do severo pai e das três irmãs mais velhas. Seus pais são muito rudes e a única relação de afeto é com o avô inválido, negligenciado pelos membros da família, seu parceiro e confidente. Não há diálogo, não há carinho. O ano é 1831 e a aridez da vida ensinou Mary a ser forte.

“o senhor não fica triste?, eu perguntei.

não por muito tempo.

nem eu, eu falei. tem umas vezes que eu tenho que ficar me lembrando que estou triste senão eu começo a ficar feliz de novo."

A jovem Mary é pura, ingênua, mas sua língua é afiada, diz o que pensa. Tem uma perna deficiente e os cabelos são da cor do leite. Vai trabalhar na casa do senhor Graham, presbítero da cidade, cuja esposa está doente. Em contato com uma vida completamente diferente da dureza da fazenda, é bem recebida, aprende novas tarefas, inquieta-se com os momentos ociosos e tem a oportunidade de aprender a ler e escrever. Apesar da grande mudança, permanecem a privação de liberdade e a subordinação à vontade masculina. Estamos na primeira metade do século XIX e a voz feminina não é considerada. Só lhe resta a resignação, mas não sem rebeldia.

“acabou?, ele perguntou.

não. sim.

ele sorriu. você fala o que vem na sua cabeça.

eu só tenho uma cabeça e tenho que falar o que vem nela, eu falei.”

A narrativa em primeira pessoa pode parecer cansativa e até irritante a princípio, porque Mary usa letra minúscula e é alheia às regras gramaticais. Mas é essa estrutura de texto que traduz toda a intimidade do relato. Mary repassa sua vida com a urgência de explicar algo, de justificar alguma coisa que fez, mas que só saberemos nas últimas páginas. O equilíbrio entre a sinceridade e a ingenuidade culmina num discurso cru, verborrágico, visceral. Toda a força expressiva de Mary torna o texto muito delicado e essencialmente confidencial. É isso que comove: você ama Mary exatamente pelo que ela é.

Cada capítulo é uma estação do ano, iniciando na primavera, quando “tudo são flores” e Mary ainda vive na fazenda ao lado da família. O frio do inverno fecha a narrativa com o inesperado, o ponto alto da trama, que até então caminhava deliciosamente morna. Essa marcação do tempo harmoniza-se com a pressa que Mary tem de contar detalhadamente o que sucedeu e que a levou a escrever sua história. E que história!

Ao longo das páginas o dia a dia parece monótono, mas ela sempre abre o capítulo avisando que algo vai acontecer, alimentando a tensão da iminência do clímax:

“esse é o meu livro e eu estou escrevendo ele com as minhas próprias mãos.

agora é o ano do senhor de mil oitocentos e trinta e um.

eu não gosto de contar tudo isso pra você. tem coisas que eu não quero dizer. mas eu falei pra mim mesma que eu ia contar pra você tudo que aconteceu. eu disse que ia contar tudo e é por isso que eu tenho que ir até o fim.”

Você vai se envolver, vai querer ajudar, acolher, sacudir Mary... Ela não é a mocinha doce e sonhadora dos romances de época. Mary é dura, casca-grossa, atrevida, mas todos esses predicados são frutos da desesperança, de sua vida difícil. Ela é contraditoriamente resignada e indomável. E vai surpreender. Este é um romance para ficar na memória, deixar um gosto amargo, inquietar.

“Tragicamente, Mary está certa: homens e feras têm muito em comum.” (Daily Mail)

A bela capa do livro não mostra o rosto de Mary, assim como o texto não revela logo sua força. Só no inverno de Mary, no ápice da leitura, conheceremos a verdadeira face da dor e da desilusão, sentiremos a fúria do instinto de sobrevivência. Então a enxergaremos, a imagem de Mary estará completa.

A Cor do Leite é uma história profundamente sensível. A autora Nell Leyshon criou uma personagem tão rica e intensa que facilmente figurará na galeria das personagens inesquecíveis.

Classificação no Skoob: 5 estrelas

http://www.skoob.com.br/estante/livro/44103787

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Essa resenha foi escrita por Manuh Hitz, colaboradora do blog.

Facebook: https://www.facebook.com/manu.hitz.7?fref=ufi


21.8.14

Libertada - Michelle Knight


Michelle Knight foi raptada em 2002 por um motorista de ônibus escolar de Cleveland chamado Ariel Castro. Por mais de uma década, ela sofreu torturas inimagináveis nas mãos de seu sequestrador. Em 2003, Amanda Berry juntou-se a ela no cativeiro, seguida por Gina DeJesus em 2004. A fuga das três, em 6 de maio de 2013, foi notícia ao redor do mundo. Milhões de pessoas comovidas agora se perguntam: o que realmente aconteceu naquela casa, e como Michelle encontrou forças para sobreviver? Comovente, chocante, e por fim triunfante, “Libertada” revela os detalhes da história de Michelle, incluindo os pensamentos e orações que a ajudaram a encontrar coragem para suportar suas inimagináveis circunstâncias e construir, a partir de agora, uma vida que valha a pena ser vivida. Ao compartilhar seu passado e seus esforços para criar um futuro, Michelle se torna a voz dos que não têm voz, e um poderoso símbolo de esperança para milhares de crianças e jovens que desaparecem todo ano.
Depois de ter virado a noite completamente vidrada nesse livro e de não ter conseguido largá-lo nem para ir ao banheiro, estou aqui hoje para compartilhar com vocês essa história chocante e real... A incrível história verídica de Michelle Knight, em “Libertada”.
Comecemos essa resenha pelo final da história... Afinal de contas, foi justamente quando tudo teve um fim, que o mundo conheceu Michelle e toda a sua história digna dos piores filmes de terror (e olha que de filmes de terror eu entendo).
O ano era 2013, todos os jornais veiculavam três garotas que haviam sido libertadas de uma casa no subúrbio de Cleveland nos EUA, após passarem mais de uma década em cativeiro, sofrendo as mais inimagináveis torturas e abusos. Uma dessas garotas era Michelle Knight, e é sobre a ótica dela que iremos visualizar tudo que aconteceu antes e depois dela ter adentrado nessa casa dos horrores, onde passou 11 anos sendo diariamente espancada e abusada sexualmente.
O livro tem uma escrita fácil e que carrega o leitor até o final. Mas devo pedir aos leitores que não se enganem, pois apesar de ter uma “escrita fácil”, o livro não é de maneira nenhuma uma “leitura fácil”... Explico: O livro esta repleto de descrições sobre as violências físicas e psicológicas as quais Michelle e as outras duas meninas eram submetidas. Em certos momentos, tenho de admitir, fiquei realmente desconfortável com tudo que estava lendo. Quando se esta lendo livros de ficção, você pode simplesmente parar e pensar: “Nada disso é real”... Bem, com esse livro você não pode fazer isso. Tudo que esta lá, até os detalhes mais horríveis, foram verdade.
O livro também dá uma rápida passada,pela vida de Michelle antes de ter sido raptada, todas as dificuldades e abusos que teve de suportar enquanto ainda era criança na casa dos pais. Tomamos conhecimento da relação e do amor que tem com seu filhinho Joey, que foi a sua principal fonte de coragem para suportar os anos de cativeiro.
Recomendo fortemente esse livro para as pessoas que gostam de livros verídicos e que tem estômago para uma leitura mais forte. O livro é curto e bem escrito e com certeza, bastante tocante.
Por hoje é só, um beijo grande pra todo mundo e até à próxima.

18.8.14

Mil Rosas Roubadas - Silviano Santiago

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Esta foi uma resenha bem difícil de elaborar, confesso. Primeiro porque o autor é um famoso professor e ensaísta – e nem de longe sou capaz de fazer análise de uma obra, apenas registro minha opinião como leitora. E depois... porque a leitura é exigente, um romance com toques (auto)biográficos que não assenta o leitor sobre a veracidade da exposição. Entre a verdade dos fatos e a ficção, parece que o autor quer mesmo é deixar o barco da imaginação (e da memória) correr. Ele mesmo contou, em entrevista, que um romancista não pretende atestar a verdade ou a mentira e oferecê-las ao leitor.

Mas, antes, deixe-me convidá-lo para uma viagem. Vamos de carro e, ao longo do caminho, numa pista sinuosa, podemos ver belas paisagens, que se insinuam, mas não chegamos a elas. Como se subíssemos a um ponto mais alto e, para chegar lá, a estrada virasse em mil curvas, ao final de cada uma delas uma nova imagem de encher os olhos, de dar vontade de parar e descer do carro. Mas não, não podemos ter mais do que a bela imagem e a promessa de chegar àquele lugar. Só a promessa.

Metáfora tosca criada para situar o leitor onde estive durante esta leitura densa. Apesar de admirar as ideias geniais, as construções frasais eloquentes e o autor deveras inteligente, não chegamos a lugar algum. Explico: quase nada de situações reais, factuais. E muito de questionamentos pessoais. Tal como o convite feito ao leitor no início deste relato, vislumbrei paisagens lindas, quase tomei banho em cachoeiras que vi, quase colhi as flores do jardim convidativo, quase pisei os seixos da trilha que surgiu na densa mata... quase. Não cheguei ao que julguei, a princípio, ser o objetivo da viagem – da narrativa.

O livro começa com o narrador-protagonista assinalando suas impressões angustiadas diante do amigo no leito de morte:

"Ao obrigarem o coração a pulsar por algumas horas a mais na cama do hospital, especialistas da saúde e máquinas computadorizadas acreditam estar proporcionando o bem-estar almejado ao moribundo." (...) Como se para salvar a alma das labaredas do inferno fosse indispensável perfurar túneis e mais túneis no corpo, que de maneira cômoda e rápida o transportariam para a eternidade sem gritos e sem caretas de dor." (pp. 8- 9)

Ao solicitar o livro, imaginei se tratar da biografia de Ezequiel Neves (Zeca), jornalista e produtor musical, amigo do autor desde a adolescência, parceiro de Cazuza na canção que dá título ao livro. Pensei escarafunchar fatos específicos da vida de ambos, descrições do cotidiano e todos esses pormenores que compreendem o gênero literário em questão. Mas a obra que Silviano Santiago nos presenteia é ampla, com as lembranças brotando por entre indagações complexas e íntimas do autor, enquanto elucubra sobre quem ele é, afinal. Cansativa em alguns momentos, mas de conteúdo brilhante. É o que os franceses chamam “roman à clef”, quando o autor se baseia em pessoas reais na criação de seus personagens. Daí a confusão entre biografia, ensaio e ficção.

O texto trata, em síntese, do afeto nascido entre o narrador e Zeca, desde que se conheceram, em 1952, até o momento derradeiro do amigo. Desfilam no texto mais as confissões do suposto biógrafo, que é um reconhecido professor, que as curiosidades acerca do biografado. Há um momento bem divertido, entre um e outro desabafo sobre os "terceiros" que os afastaram: a voz-narradora ensina como montar um baseado. Ilustra, com apelo sensual, a língua passada no papel para fechar o cigarro.

“Não preparei e organizei toda a minha vida com a esperança de que ele não morresse antes de mim? Não a arranjei para que ele me sobrevivesse e se transformasse no meu biógrafo ideal? Só ele seria capaz de manejar com destreza a lâmina do bisturi psicológico e dissecar, no meu futuro cadáver, a intimidade da vida com a ajuda da memória e das palavras." (p. 10)

Alimentando por anos a ideia de ser um dia biografado por Zeca, nosso protagonista é surpreendido pela inversão das posições, uma artimanha do destino para que olhe para si e percorra um longo caminho de autoconhecimento. Tentando registrar a vida do amigo querido, acaba por escrever sobre suas próprias experiências. São reflexões bonitas e profundas que provocam e, inevitavelmente, põem narrador do avesso e viram o jogo de espelhos para nós.

“O resultado final é que me gerei. Dei origem ao que se chama - e eu chamo agora - de pessoa sem importância coletiva." (p. 258)"

Só ao final das 280 páginas, enquanto o narrador concluía e arrematava suas purgações, notei que o objetivo da viagem – aquela metáfora do começo da resenha - não era chegar a um lugar específico. Era experimentar sensações, provocar vibrações na vontade, tentar capturar sentimentos despertados durante o trajeto. A libertação que o protagonista encontra se dá por meio da palavra escrita, ruminada antes de impressa. Um processo lento, enfadonho, mas transformador. A viagem é introspectiva, pura catarse. E a palavra do livro é “durante”. Boa viagem!

Livro no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/393884-mil-rosas-roubadas

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Essa resenha foi escrita por Manuh Hitz, colaboradora do blog.

Facebook: https://www.facebook.com/manu.hitz.7?fref=ufi


14.8.14

Novidades de Agosto – #Paralela #Seguinte #Companhiadasletras

 

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Nesta fábula moderna, com gosto das aventuras clássicas que encantam os jovens leitores há tantos anos, conhecemos a história de Jack Foster, um garoto de dez anos que, como qualquer um da sua idade, sonhava viver grandes aventuras. Ele morava em Londres mas estudava em um colégio interno, voltando para casa apenas nas férias, quando ficava completamente entediado.
Mas, um certo dia, Jack atravessa uma porta mágica e, do outro lado, encontra uma cidade ao mesmo tempo muito parecida e muito diferente daquela que conhecia. Em Londinium, apesar de reconhecer as ruas e prédios, ele encontra um cenário steampunk, com engrenagens e fuligem por todos os lados. Por ali era raro encontrar alguém que não tivesse nenhuma parte do corpo feita de metal. E era justamente isso que a Senhora - uma mulher rígida e temperamental que governava a cidade desde sempre - buscava: um filho de carne e osso.
Jack logo descobre que aquele lugar era extremamente perigoso, e que voltar para casa não seria tão fácil quanto tinha sido chegar até ali...

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A alquimista Sydney Sage não é mais a mesma. Criada desde criança para desprezar os vampiros, ela acabou vencendo seus preconceitos em sua última missão. Aos poucos, a garota não só criou laços de amizade com esses seres como acabou se apaixonando por um deles - o irresistível Adrian Ivashkov - e, surpreendendo até a si mesma, decidiu levar o relacionamento proibido adiante, em segredo. Tudo se complica quando Zoe, sua irmã, se junta à missão. Apesar de querer resgatar a amizade entre elas, Sydney precisa guardar seu segredo enquanto tenta fazer com que a caçula perceba como as crenças alquimistas estão equivocadas.
Enquanto isso, Adrian sofre com os fortes efeitos do espírito - um elemento mágico que, ao mesmo tempo em que lhe confere poderes, como curar as pessoas, pode levá-lo à loucura, através de alucinações e mudanças de humor extremas. Sydney é seu maior incentivo para abrir mão desses poderes e buscar uma saúde mental equilibrada, mas Adrian nem consegue imaginar como seria vê-la machucada e não poder fazer nada. Neste quarto volume da série Bloodlines, ele precisa escolher entre sua sanidade e a capacidade de ajudar a todos - especialmente aqueles que ama.

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Patricia Cornwell é autoridade em livros de investigação forense. O décimo oitavo livro da série de Kay Scarpetta revela um passado secreto que volta para assombrar a protagonista. O ritmo alucinante de traição e tecnologia está presente nesta nova aventura. Conhecemos o início de sua carreira, quando Kay Scarpetta aceitou uma bolsa da Força Aérea para pagar pelos estudos na universidade. Agora, mais de vinte anos mais tarde, suas conexões militares secretas a trazem de volta para a base aérea Dover, onde esteve em um programa de treinamento. Como chefe do novo Centro Forense de Cambridge, em Massachusetts, Scarpetta enfrenta um caso que pode destruir sua reputação e tudo aquilo que lutou para conquistar pessoal e profissionalmente.

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O detetive Remo Bellini ficou afastado das páginas, mas não das ruas. Depois de quase dez anos da publicação de Bellini e os espíritos, Tony Bellotto volta à sua criação máxima, o áspero (e ocasionalmente sensível) investigador que é fã de blues, de mulheres e de uma boa dose de ação. O tempo passou, mas Bellini ainda mora sozinho num apartamento na região da avenida Paulista, coração de São Paulo. Algumas manias também permanecem, como almoçar todos os dias no Luar de Agosto, boteco próximo à sua casa.
O crime para o qual será atraído, no entanto, não tem nada de comum. Depois de receber um telefonema de Marlon, parte da famosíssima dupla sertaneja Marlon & Brandão, Bellini terá de sair da sua conhecida São Paulo e viajar ao coração de Goiânia, onde se verá embrenhado num universo de música sertaneja, césio-137, intriga e pelo menos uma dama fatal. Contratado para negociar com os sequestradores do milionário Brandãozinho, ele vê o cliente ser baleado e morto durante o resgate, o que o lança numa espiral de traições e desconfianças que o fará suspeitar de sua própria sanidade.
Para auxiliá-lo na missão, Bellini conta com alguns aliados que seus leitores reconhecerão de romances passados, como Dora Lobo, chefona da agência de detetives Lobo, e Gisele, a hacker paralítica (e às vezes amante) que costuma ajudá-lo em questões tecnológicas. Com uma trama que prenderá o leitor até seu explosivo final, Bellini e o labirinto é a volta em grande estilo de um dos mais icônicos personagens da literatura policial brasileira.

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Na literatura, esperamos que o herói seja vigoroso, tenha um espírito aventureiro, audácia, bravura, capacidade de superação e uma pitada de imprudência. Ele deve ser ativo, enfrentar obstáculos e afirmar a própria energia. Fanny Price, a heroína de Mansfield Park, é o oposto de tudo isso.
Frágil, tímida, insegura e excessivamente vulnerável, a pequena Fanny deixa a casa dos pais pobres para morar com os tios mais afortunados em Mansfield Park. Lá, convive com diversos familiares, mas se aproxima apenas do primo Edmund, seu companheiro inseparável. A tranquilidade de casa, no entanto, é abalada com a chegada dos irmãos Mary e Henry Crawford em uma propriedade vizinha. Edmund se apaixona por ela, enquanto Henry flerta com todas as moças.
Mansfield Park é o romance que marca a maturidade de Jane Austen. Apresenta um tom mais contido, sardônico, em comparação com obras idealizadas antes, como Orgulho e preconceito e Razão e sensibilidade. Aqui, mais consciente dos verdadeiros males e sofrimentos inerentes à vida em sociedade, uma das maiores autoras da língua inglesa enaltece, na figura de Fanny, a imobilidade, a solidez, a permanência e a resignação.
Esta edição
Recupera o texto da primeira publicação na Inglaterra.
Traz análises dos críticos e professores britânicos Kathryn Sutherland e Tony Tanner e notas explicativas sobre a obra, a autora e o contexto histórico.

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A poesia de Paulo Leminski promove — com inteligência e sensibilidade — o encontro de muitos contrários: o rigor e a emoção, a erudição e a leveza, a vanguarda e o pop. Não por acaso Leminski é um dos autores que, tendo florescido nos anos 1970, continua influenciando poetas e letristas das novas gerações. Esta edição reúne pela primeira vez toda a poesia já publicada do autor curitibano, mestre do verso lapidar e da astúcia. Livros hoje clássicos como Caprichos e relaxos, e La vie en close, além de títulos raros como Quarenta clics em Curitiba estão agora novamente à disposição dos leitores com inédito apuro editorial.

 

Até a próxima!


12.8.14

Se eu ficar - Gayle Forman

 

“A vida é uma grande, uma gigantesca confusão. Mas essa é também a beleza dela.”

— Se eu ficar

 

 

Com data prevista de estreia para o dia 04 de setembro de 2014, o filme “Se eu ficar” promete grandes emoções. A obra é uma adaptação do livro , de mesmo nome, da Gayle Forman. A Editora Rocco lançou o livro em 2009 e está sendo relançado pela Novo Conceito, com a linda capa do filme.

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Mia, uma violoncelista de 17 anos que é a antítese de seu pai e sua mãe, roqueiros na juventude. A jovem vê, de repente, seu mundo virar do avesso quando sai para um passeio com sua família. Num instante ela está sentada dentro do carro e no outro, em pé fora do seu corpo, ao lado dos pais mortos, vendo ela e o irmão serem atendidos pelos paramédicos. Enquanto tenta entender sua nova condição, Mia é levada para um hospital, onde, com seu corpo em estado de coma, reflete sobre seu passado e tenta decidir se vale a pena lutar pela vida.

Eu já tinha lido este livro, mas por algum motivo não lembrava disso, acho que leitura depende muito do estado de espirito do leitor. Quando vi o trailer e me apaixonei pela história, a segunda vista, achei que tinha que ler o livro, e quando a Novo Conceito nos enviou o exemplar confisquei o livro e disse : Esse é meu e ninguém tasca! (foi mais ou menos assim, ninguém realmente brigou comigo por ele, mas tenho certeza que foi só por causa da minha cara de “poucos amigos” que é assustadora.rsrs) Nada disso tem haver com os brindes lindos que a NC mandou, tá? Juro!

Esta segunda leitura foi bem  apreciada, a história me comoveu, me fez sentir medo de perder a minha maravilhosa família, e me fez pensar na dor que deve ser. Entendi a dilema da Mia, ir era tão mais fácil! Estou ansiosa para a continuação “Para onde ela foi”, prevista pra ser lançada em outubro.


11.8.14

Amor Até Debaixo D'Água - Torre DeRoche

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Quando esse livro chegou foi uma surpresa! Primeiro porque não estava esperando e também pelo fato de não ser meu estilo de leitura. Prefiro ficção, por isso, raramente me entrego a leitura de biografias, mas ultimamente venho repensando isso, principalmente ao perceber que certas histórias tem o poder de nos encantar e possuem o beneficio de serem reais.

O que mais me agradou é que apesar de ser uma biografia a autora escreveu de forma fluida, eu nem sentia as páginas passando, entrei de cabeça na aventura que Torre e Ivan vivenciaram. Sou sincera em dizer que não teria nunca a coragem de Torre, ela conseguiu superar seus medos por amor. Quando conhece Ivan está decidida a não se apaixonar por ninguém, pois planeja voltar para casa quando seu contrato de trabalho, de um ano, chegar ao fim, mas ela não sabia que o charmoso Ivan iria ter um papel fundamental em sua vida. Aos poucos o envolvimento desse casal se torna mais e mais profundo e Ivan começa a dura batalha de convencer Torre a seguir com ele na maior aventura de sua vida.

Ivan é apaixonado pelo mar, nos últimos anos tem planejado navegar metade do planeta em seu pequeno barco. Quando conhece Torre e se apaixonam, começa a perceber que precisa dela junto ele para que seu sonho seja completo. Eu gostei muito de Ivan, suas atitudes me fizeram ficar encantada com ele, sua dedicação para com Torre é apaixonante.

Estou acostumada a ler sobre amor em livros, afinal, meu gênero favorito de leitura é o Romance, mas ler uma história real que fala de amor e superação foi ainda melhor. Torre e Ivan passaram por muito momentos difíceis, momentos assustadores que me deixaram com o folego suspenso. Eles tiveram altos e baixos durante o período em que viajaram juntos e mesmo se amando em alguns momentos achei que amar não seria suficiente.

Ivan é teimoso e persistente; Torre é medrosa e complacente com Ivan. Em alguns momentos ela precisou anular seus medos e engoliu muita coisa em nome do desejo de ficar junto, eu me emocionei em vários momentos. As descrições dos diálogos e momentos apaixonantes entre o casal foram responsáveis por grandes momentos de encanto, principalmente ao descreverem os locais paradisíacos que visitaram.

O final me surpreendeu, não imaginei que a história seguiria esse rumo, como não se trata de ficção e sim vida real foi mais complicado  imaginar como terminaria. Eu adorei! Ao concluir a leitura fui correndo pesquisar no google sobre esse casal nada convencional, abaixo algumas fotos deles.

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A Torre DeRoche tem um blog, caso queiram conhecer: http://www.fearfuladventurer.com/

Sinopse

O amor pode nos levar a cometer loucuras... Torre DeRoche é uma mulher urbana e independente e está muito bem sozinha. Mas, quando conhece um belo argentino em um bar em San Francisco, se sente imediatamente atraída e acaba se apaixonando. Só há um problema: em breve ele vai partir numa viagem de barco ao redor do mundo, e Torre tem pavor do mar. Agora ela precisa tomar uma difícil decisão: ver o amor de sua vida ir embora sozinho para sempre ou se juntar a ele nessa jornada emocionante. Determinada a ficar com o homem dos seus sonhos, ela abre mão de sua agitada vida na cidade, encara o medo da água e embarca com ele em uma viagem de um ano pelo mar. E, no meio do oceano Pacífico, ela terá de lutar para salvar um barco velho, esse novo amor e a própria sanidade. Tendo como cenário algumas das ilhas mais remotas e belas do planeta, Amor até debaixo d'água é ao mesmo tempo um livro de memórias, um diário de viagem e uma história de amor. Divertida, emocionante e corajosa, esta obra vai provar que existem riscos que vale a pena correr.

Livro no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/400053


8.8.14

Man Repeller - Leandra Medine

 

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Leandra sempre se preocupou mais em parecer “descolada” que “bonita”. Já desiludida em relação a seus relacionamentos e provando um short saruel na Topshop, sua amiga lhe disse algo que ela não havia percebido e que mudaria sua vida: ela era uma repelente de homem. Com a ideia de transformar isso em um blog, oThe Man Repeller, Leandra ficou mundialmente conhecida por seus looks exóticos, repletos de ombreiras, peles falsas e calça saruel.

O livro retrata passagens da vida de Leandra desde a sua infância até o seu casamento (se até a Man Repeller casou, ainda temos esperanças, certo? Haha). Em cada capítulo, uma peça de roupa é usada como referência de suas lembranças, desde o “Vestido em A”, passandopela “Meia Branca”, “As Calcinhas de Menstruação” e muitas outras peças, até “O Grande Vestido Branco”.

“ Após meu recital, a classe ficou em silêncio. Apenas uma pessoa tinha uma pergunta:

- O que é uma calcinha de menstruação?

Através de uma vagina estreita ou larga, só uma coisa permanece verdadeira: Chico é um babaca. Não confie nele.”

Repleto de ironias, passagens engraçadas e fotos de acervo pessoal, Man Repeller é um livro divertido que nos faz pensar a forma em que a moda pode afetar nossas vidas. É um livro leve e despretensioso, pra ler sem grandes expectativas. Algumas vezes, a quebra da ordem cronológica me incomodou um pouco, mas nada que afetasse a leitura. Recomendo pra todos que gostam de moda ou que queiram ler algo leve e divertido.

Sinopse

Em seu primeiro livro, a badalada blogueira e queridinha do mundo fashion conta suas divertidas memórias. Com jeito insolente, uma franqueza desconcertante e fotos de seu arquivo pessoal, Leandra compartilha detalhes da noite em que perdeu a virgindade, quando esqueceu de tirar as meias soquetes brancas, e descreve o momento em que percebeu que a clutch Hermès vintage da sua avó, feita de pele de avestruz, poderia guardar muito mais do que a chave e o celular. Leandra é a prova de que não precisamos trair nosso estilo repelente nem mesmo ao procurar o vestido de noiva (que pode ser muito bem ser combinado com uma jaquetinha perfecto de organza). Exibindo as opiniões originalíssimas de uma blogueira que ganhou milhões de fãs, este livro reúne experiências divertidas e meio bizarras, uma história amor superdoce e, acima de tudo, um lembrete para celebrarmos um mundo que é feito pelas mulheres e para as mulheres.

Livro no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/393553-man-repeller

 

 


Esta resenha foi escrita por Raiana Alves, colaboradora do blog.

Facebook: https://www.facebook.com/raiana.alves.m


6.8.14

#PROMOÇÃO: Conheça o Lev – O Novo E-reader da Saraiva

 

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Os e-books chegaram com tudo e todos os dias novidades são divulgadas aos amantes dos dispositivos de leitura. Eu pessoalmente prefiro o livro físico, mas é muito bom poder levar uma infinidade de livros na bolsa e não se preocupar com o peso. A Saraiva e a Novo Conceito estão com uma MEGA promoção para divulgar o novíssimo LEV que, além de compacto, pode armazenar em seu interior até 4.000 títulos (É livro que não acaba mais)

Tem cartão externo para armazenar seus documentos, tela HD e ainda permite que você leia PDFs e EPUBs sem nenhuma dificuldade. E o melhor: a facilidade Saraiva para comprar on-line, com cartão de crédito, boleto ou débito em conta.

Todo mundo sabe que a Novo Conceito é a editora que mais presentei seus leitores. Dessa vez eles irão sortear 04 sortudos que irão receber em casa o Lev + um dos lançamentos do mês da editora. Tenho certeza que ninguém irá ficar de fora.

Serão 04 sorteios através da ferramenta Sorteie.me:

• Entre os dias 05 e 07 de agosto, sortearemos 1 Lev + e-book As sete irmãs.
• Entre os dias 07 e 11 de agosto, o prêmio é 1 Lev + e-book A garota mais fria de Coldtown.
• Entre os dias 11 e 13 de agosto, 1 Lev + Perdendo-me.
• E entre os dias 13 e 15 de agosto, uma semana antes da Bienal de São Paulo, o prêmio será 1 Lev com luz embutida + e-book Se eu ficar.

Você não terá apenas uma, mas QUATRO oportunidades de levar essa novidade para casa. Basta ficar de olho na fanpage e seguir o regulamento de cada promoção.

Para saber mais sobre o Lev é só acessar: http://www.livrariasaraiva.com.br/lev/#!lev

O primeiro sorteio já está rolando, não vai ficar de fora né!

Participe agora do primeiro sorteio!


Correr ou morrer (Maze Runner) - James Dashner


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Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Adoro distopias, simples assim... E todo mundo que me conhece sabe desse fato. Por conta disso recebo sempre varias indicações de livros com essa temática.
 
“-Mari, você já leu esse aqui?!”
“-Já ouviu falar de serie tal?!”... Bem por ai, acho já deu pra vocês entenderem a situação.
Eis então que me indicaram “Maze Runner”, e cá estou eu de volta para contar o que eu achei “procês”.
Já estava com esse livro no meu “pc” a um ano e nada de criar coragem para ler. No final das contas, o que acabou me impulsionando foi o danado do trailer que saiu há alguns dias ( E q eu só tenho como explicar com uma palavra: Fod*).

Achei a premissa do livro bastante interessante, apesar de eu estar já bastante saturada desse negocio de todos os livros recentes terem adolescentes como personagens principais (Gente, onde estão os protagonistas adultos, pelo amor de Jeová?! -_-). Sei que isso é para facilitar a identificação dos jovens leitores com os personagens, mas já esta cansando a minha beleza.

Apesar de ter gostado da ideia do labirinto e dos adolescentes sobrevivendo em sociedade (uma coisa meio “senhor das moscas” e talz), logo no inicio notei que a historia não engatava... Todos os ingredientes estavam lá para uma boa distopia, mas a escrita do autor não fluía para mim e simplesmente não consegui criar simpatia por nenhum dos personagens, já que eles são abordados de maneira muito superficial.

Tentei pensar comigo mesma: “Mariana, você esta lendo um livro adolescente, não seja tão chata!”... Mas nem isso pareceu dar jeito. Já li varias distopias e outros livros voltados ao publico jovem que nem por isso me deram essa sensação de serem meio... sendo sincera?! Mal escritos. :/

O que no final das contas salvou a leitura, foi o “epilogo” do livro... Foi o danado do epilogo que atiçou o bichinho da curiosidade mórbida (Aquele que quer sempre saber como o diabo da historia acaba). A isso juntamos à esperança de que o autor aproveite melhor essa premissa tão legal que ele criou e faça algo bacana com ela no próximo livro. Oremos irmãos! \o/

Apesar dos pesares, estou bem ansiosa para conferir o filme e talvez ano que vem eu me aventure no segundo livro. Beijos a todos e até uma próxima. :3

Trailer do filme:


4.8.14

O Resgate - Nicholas Sparks

SINOPSE:
Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até ao fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar. Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir - o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que o não deixam manter compromissos de longa duração. Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afetos.
A minha relação com Nicholas Sparks é de amor e ódio. De amor quando pego um de seus incontáveis romances e leio como se estivesse em um conto de fadas, que nem tudo é perfeito, porém o final nos faz suspirar e  ficar extasiada por muitos dias. Já a minha relação de ódio, é quando ele nos arranca as seguintes perguntas:
"Por que??? Por que você fez isso? Não, volta... Não faz isso, com ele(a)!!!" 
Bem, quem ler Tio Nicholas (para os íntimos), entenderá o que isso significa. Mas diante de tudo isso, mesmo com toda essas reações simplesmente AMOOOO os livros dele. Quando pedi O Resgate, não li nenhuma resenha antes, não li sua sinopse e muito menos  conversei com alguém sobre ele. Queria ser surpreendida, o que é um perigo quando se trata dos livros do autor. Mas fui realmente surpreendida e tentarei demonstrar aqui, de forma que não entregue a história com spoilers...

Denise é uma jovem de 29 anos, mãe solteira e que mora com o filho em uma cidadezinha do interior da California. Logo no início do livro conhecemos a sua dura vida, pois Kyle está com 4 anos e não consegue se comunicar em palavras com as outras pessoas como as crianças de sua idade. Voltando de uma consulta, onde Denise depois de muitas e muitas antes dessa, enfim consegue descobrir qual o real problema do filho, acaba se deparando com uma grande tempestade no retorno para casa e no meio do caminho, sofre um acidente perdendo o controle do veículo. Quando acorda, confusa, a primeira pessoa que vê é Taylor, um voluntário do corpo de bombeiros que por coincidência passava próximo ao local do acidente, Ao perceber o que estava acontecendo, Denise entra em pânico e vê que algo está faltando. Quando olha para o banco de trás, a cadeirinha de Kyle está vazia, diante disso não consegue ficar parada e entra em desespero a procura do filho. Taylor, sem entender muito bem o que está acontecendo, organiza buscas e começa uma procura incansável pelo garoto.

E vocês devem estar se perguntando: E o Taylor? Onde ele entra em tudo isso?
Bom Taylor é um cara com seus 36 anos, solteiro e que depois de perder o pai aos 9 anos, acha que não precisa de ninguém nesse mundo. E quando percebe quais são os seus sentimentos por Denise e Kyle sente um medo e os afasta, não por ser um cafajeste, pelo contrário, Taylor é um homem que toda mãe sonha como genro, mas seus medos são justamente de algo que aconteceu no passado e que não revela a ninguém, nem para os amigos mais próximos. Daí vocês podem imaginar o quanto a leitura é intensa e garanto que é mesmo, mas o final é simplesmente PERFEITO!

Ufaaa... E olha que esse é só o início do livro, imagina só quantas emoções Tio Nicholas nos reserva para o restante dele? O que posso garantir é que O Resgate é cheio de emoções!

Como mãe consegui sentir a força de Denise com relação a tudo que ela abdicou para se dedicar a Kyle. O garoto demandava todo o seu tempo e dedicação. E ao perceber que nada disso foi em vão, me deu forças para acreditar que tudo é possível, basta a gente querer e ser perseverante. Fui mãe de um lindo anjinho (que hoje está no céu olhando por mim) e Alice não tinha o mesmo que Kyle, mas era especial e abstraiu de mim uma força a qual eu mesma não tinha noção que era capaz de ter. E quanto mais lia sobre a força de Denise, mais e mais me lembrava que aquilo tudo é real porque também a tive. Não é incrível, que mesmo sendo uma ficção, a história consegue mexer com nosso emocional de tal forma?

Resumindo essa imensa resenha, desde que li Dançando Sobre Cacos de Vidro da autora Ka Hancock, até agora não tinha pego um livro que conseguisse extrair tanto de mim , ao fazer me lembrar da minha filha e principalmente ver que tudo que passei mostra que não sou a única nesse mundo. Nunca leio os Agradecimentos (não me julguem, mas é porque acho muito chato), mas algo me atraiu como um imã para que lesse os Agradecimentos de O Resgate e para minha surpresa, descubro que Kyle é na realidade Ryan, filho de Nicholas Sparks e que tudo relatado no livro, a luta, os treinos e os diagnósticos, na realidade é tudo real. Não é incrível!!!

Pois bem, vou parar por aqui porque senão acabo com todo o encanto. Deu para perceber o quanto AMEI o livro e é lógico que super recomendo.

Espero que tenham gostado e até a próxima!!!




1.8.14

Resultado - Promoção Kiera Cass de Aniversário

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A Seleção foi acirrada, um sucesso! Mas não tem jeito, só haverá um ganhador que levará a coroa, digo, o Maxon (ops! nem vem que não tem… o  Maxton é meu!), só um levará os livros e a sortuda é:

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Parabéns, Rafaela! Sinta-se privilegiada pois você acaba de ganhar uma série que vai fazer você se inscrever na maratona da  sua vida e surtar com aventuras incríveis!

 

Lembretes:

- O concurso é recreativo, não estando vinculado a marcas, compras e vendas de serviços.
- O contato será feito via e-mail se o sorteado não entrar em contato dentro de três dias após o recebimento do e-mail, novo sorteio será realizado.
- As despesas de envio são por conta e responsabilidade dos blog e das editoras participantes, que tem o prazo de um mês para enviá-los após o resultado do sorteio.
- O blog não se responsabilizam por desvios e/ou extravios ocorridos pelos correios.
- Regras sujeitas a alterações sem aviso prévio!


Resultado – Cinco anos do Blog

Caros amigos  e amigas que nos acompanhou esse mês todinho, que participou da nossas promoções de aniversário… É chegada a hora!

Cruze os dedos,  faça as suas preces,  rufem os tambores e verifique se você foi o sortudo da nossa promoção de aniversário!

O blog é feito para vocês e nos orgulhamos de cada dia desses 05 anos que estamos aqui!

Feliz aniversário pra nósssssss!

Mas vamos  ao que interessa… Presentes!!!

Primeiro Prêmio:school-bus-free-blog-banner-584x250 copy

O ganhador dos maravilhosos  “O livro do amanhã” e “A vez da minha vida” é …

cecelia

Segundo Prêmio:elizabeth hoyt

Quem leva os livros da Elizabeth Hoyt autografados é…

eleizabeth

Terceiro Prêmio:DEFENSORES

E a Trilogia “ Os Defensores” da Farol Literário vai para…

defensores

Quarto Prêmio:Nora

A Diva Nora Roberts quem leva para casa é…

nora

Quinto Prêmio:dydyge_papier04 copy

Por último e não menos importante o quinto prêmio é de…

philipa

Parabéns ao sortudo e as  sortudas!

 

Lembretes:

- O concurso é recreativo, não estando vinculado a marcas, compras e vendas de serviços.
- O contato será feito via e-mail se o sorteado não entrar em contato dentro de três dias após o recebimento do e-mail, novo sorteio será realizado.
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