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19.10.15

Insurgente - Veronica Roth

"Insurgente. Substantivo. Uma pessoa que age em oposição à autoridade estabelecida, mas que não é necessariamente considerada agressiva."


Título Original: Insurgent
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco Jovens Leitores
Sinopse: Uma escolha poderá destruir tudo!
Mais uma inebriante e emocionante história, repleta de reviravoltas, corações partidos, romance e poderosas revelações sobre a natureza humana. Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas.
Em Insurgente, segundo volume da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama e a própria vida enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.




Sempre gosto de ler o livro antes de ver a adaptação cinematográfica. Com Divergente eu fiz isso e agora com Insurgente, também. Até esperei sair a adaptação para ler o livro para já assistir com minha opinião meio que formada... Neste livro, as coisas estão um pouco mais tensas, pois há um mistério a respeito da sociedade da "nova Chicago". Pois, não sei se quem leu lembra, os portões são trancados pelo lado de fora, impedindo que qualquer um saia... Mas a facção da Amizade fica do lado de fora. Então... se há monstros, por que uma das facções está à mercê deles?

Tris, Quatro, Caleb... Todos eles estão diante de um dilema, com notícias que podem mudar a sociedade que eles conhecem. A cidade está em pé de guerra, com Jeanine ainda perseguindo os Divergentes e neste livro descobre-se a razão de tanto ódio contra eles. Eles são tipo as criaturas mágicas que todo mundo tem medo e conta histórias de terror para seus filhos, isso fica bem claro com algumas atitudes das pessoas.

Tudo é uma questão de escolha. Se você escolhe acreditar naquilo ou não. Se você escolhe abandonar tudo o que conhece e confiar em seus instintos. Se você escolhe ser aquilo que querem que você seja. Se você escolhe ser forte ou fraca. Até mesmo a não-escolha é uma escolha... Se escolhemos uma coisa, deixamos de escolher outra. Se escolhemos ajudar uma pessoa, outra deixa de ser ajudada... É uma coisa complexa, essa coisa da escolha e a culpa que ela nos traz.

"Uma escolha se torna um sacrifício. Uma escolha se torna uma perda. Uma escolha se torna um fardo. Uma escolha se torna uma batalha. Uma escolha pode te destruir."


Imagine agora que suas escolhas podem destruir o mundo como você o conhece. Ou salvá-lo... Sua escolha pode mostrar a verdade para todo mundo e, aquele que você ama, escolhe algo diferente. E a partir daquele momento, suas escolhas te fazem traí-lo, desde o começo... A culpa é arrasadora, você se destrói. Tris escolheu isso.

Mas somente a destruição de algo - ou alguém - permite o recomeço. O caos é responsável pela movimentação do ser em direção a um novo "eu".

O livro é empolgante e nos mostra a responsabilidade que Tris e Quatro tem com a sociedade das facções e tem umas boas reviravoltas, coisas que não se imagina que poderiam acontecer. Mostra também um pouco mais da Facção da Amizade, o que é bem legal. É uma boa leitura, difícil de parar depois que se começa.
Deixe a culpa ensiná-la a como se comportar da próxima vez. - Insurgente

1 comentários:

  1. oi flor, esse livro foi uma surpresa total, eu não dava nada por ele e me vi surpreendida por uma trama nova, super cativante e interessante, foi sem dúvida um livro que merece a atenção que lhe foi dada
    felicidadeemlivros.blogspot.com.br

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