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16.1.16

Felizes Para Sempre - Kiera Cass

Felizes Para Sempre

Autora: Kiera Cass

Editora: Seguinte

Número de Páginas: 464

Esta coletânea traz os contos “A rainha”, “O príncipe”, “O guarda” e “A favorita” ilustrados e com introduções inéditas de Kiera Cass. Conheça o príncipe Maxon antes de ele se apaixonar por America, e a rainha Amberly antes de ser escolhida por Clarkson. Veja a Seleção através dos olhos de um guarda que perdeu seu primeiro amor e de uma Selecionada que se apaixonou pelo garoto errado. Você encontrará, ainda, cenas inéditas da série narradas pelos pontos de vista de Celeste e Lucy, um texto contando o que aconteceu com as outras Selecionadas depois do fim da competição e um trecho exclusivo de “A sereia”, o novo romance de Kiera Cass.



Que a série A Seleção, da escritora Kiera Cass é um sucesso ninguém duvida. Por esses dias me peguei relendo novamente todos os livros para matar saudades e tinha algumas perguntas e pontas soltas que esperava por respostas e Felizes para Sempre trouxe para um coração apaixonado por essa série cenas das histórias de amor do mundo criado por Kiera Cass que me fizeram suspirar.


O conto A rainha é excelente. Amberly é uma personagem completamente cativante, e foi maravilhoso ver a Seleção através de seus olhos. Mas infelizmente continuo com a minha opinião que o Príncipe Clarkson estava procurando uma esposa, uma rainha, alguém que iria obedecê-lo e que na verdade ele nunca amou Amberly. Para mim aos olhos dele ela era apenas uma presa fácil e submissa que ele podia “treinar obediência e servidão”.


No conto O Príncipe fui arrebata irremediavelmente pelo Príncipe Maxon. Consegui por fim, galgar um nível mais profundo da personalidade de Maxon que Kiera Cass ficou devendo nos livros da trilogia. Achava ele um tremendo “galinha” que vivia subjugado pelo pai! Por fim me rendi aos seus encantos.


No conto O Guarda, matei as saudades de Aspen, embora eu nunca tenha torcido por ele. Esperei ver mais do seu amor com Lucy, o que não aconteceu, o que teria sido realmente algo novo, tendo em vista que o relacionamento dos dois foi somente uma pincelada da autora na trilogia. Sinceramente não me empolguei em rever sua história com a América.


Já o conto A Favorita foi meu xodozinho. Na série A Seleção, Marlee era a queridinha do público a ser a escolhida como a nova rainha, mas ela se apaixonou por Carter e o fim não foi nada agradável. No conto vemos a cena em que ela e Carter são castigados publicamente por suas ações e sentimentos, e, em seguida, como eles vivem depois disso. Adorei esse resgate. Tinha muita curiosidade e torci realmente pela felicidade dos dois, pois Marlee foi uma personagem cativante, amiga e extremante generosa.



Os contos extras não ficaram para trás, extremamente bem construídos nos mostraram particularidades e penetrou de forma mais concisa em outros personagens como Celeste que passou do patamar de “safada” para uma personagem incompreendida e que vivia de fachada. Enfim galera eu amei este livro, e realmente foi um ótimo complemento a série original. Leitura mais do que recomendada aos fãs da série que ainda traz lindas ilustrações. Um livro realmente primoroso.



14.1.16

MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA





“Minha força não está na espada. Está na caneta.”

Uma história passada em um lugar por onde já desfilaram reis e rainhas, além de conquistadores de outras épocas, poderia ser tão encantadora e romântica como as dos contos de fadas. Mas a história de Malala, a menina que queria ir para a escola (Companhia das Letrinhas, 95 páginas), traz outro tipo de encantamento, extraído da dor e da coragem de lutar por uma causa tão nobre quanto simples: o direito à educação. O livro-reportagem é infantil (mas o texto não fica devendo aos grandinhos), então é nesse embalo que o leitor vai ler a resenha: senta que eu vou contar uma história...

Malala era apenas uma menina paquistanesa que queria estudar. Para nós parece tão comum e óbvio, não? Mas lá na terra de Malala isso não é. O vale do Swat, no Paquistão, é uma região muito verde, cercada por montanhas, onde vivem os pashtuns (os chamados ‘povos das montanhas’, etnia de bravos guerreiros que nunca se deixaram dominar).

 “O wali (líder do principado) do Swat também achava a educação importante. Foi ele quem abriu as primeiras escolas para meninas no vale. Mas isso foi antes da guerra e de as meninas serem proibidas de estudar.”

A autora Adriana Carranca narra como conseguiu chegar ao Swat com a ajuda de um guia, passando momentos de muita tensão e perigo. Ficou hospedada na casa de Sana, vivendo com uma família típica da região, para coletar informações sobre a vida de Malala. No vale do Swat uma família mora inteirinha numa mesma casa: pais, filhos e netos, todos juntos. Na casa de Sana e Razia, muito pobre, não havia banheiro, apenas um buraco no chão. O vilarejo não possuía luz elétrica, a rotina diária era ditada pela luz do sol. Enquanto os meninos podem sair para brincar após o café da manhã, resta pouco tempo para a diversão das meninas, que ajudam as mães com os afazeres domésticos. Lá as meninas casam muito cedo, no começo da adolescência, e as mulheres são quase todas analfabetas.

Mas Malala fora privilegiada: recebera o sobrenome do pai, Yousafzai, coisa rara nas sociedades patriarcais do sul da Ásia, como o Paquistão, onde só os meninos têm essa predileção. Às meninas cabe esperar pelo casamento para adotarem o nome da tribo dos maridos, não existem oficialmente até então. Malala sempre foi muito amada pelo pai, Ziauddin Yousafzai, um professor que a estimulou a gostar de estudar.

“Malala quase sempre tirava dez. Às vezes oito, mas isso quando a prova valia oito, como na prova de física. Às vezes vinte, mas isso quando a prova valia vinte, como na de álgebra. E onde já se viu menina gostar de física e álgebra? Malala gostava!”

Pelo código de conduta nas sociedades pashtuns, as meninas não podem sair às ruas sem a presença de um homem da família. Por isso os pais são muito próximos das filhas, são eles que as conduzem ao médico, por exemplo, ou a um passeio, porque as mães são mantidas em casa. Ziauddin era o representante de sua tribo, uma linhagem de filósofos e poetas do Swat, era presidente de uma associação de escolas e militante pela paz na região, então Malala sempre o acompanhava em protestos e movimentos políticos.

“As meninas me contaram que, na escola, Malala era a mais sabida, a mais valente, a mais falante. Desde pequena, discursava como gente grande! Era a mais sorridente e também a mais confiante. Foi o que as colegas de classe me disseram.”

Para ir à escola, Malala escondia os livros sob o véu que usava e escolhia caminhos diferentes para despistar os homens barbudos do Talibã, que moravam nas montanhas, mas proibiram as meninas de estudar e destruíram as escolas. O Talibã é uma milícia islâmica fundamentalista. A história dos talibãs é bem triste, ainda crianças foram retirados de suas famílias e abrigados em internatos religiosos, quando soldados soviéticos invadiram o Afeganistão. Em vez da promessa de um lar, comida e proteção, esses meninos foram treinados com armas e tornaram-se homens muito violentos.

“Os homens destruíram computadores, câmeras fotográficas e aparelhos de TV, vídeo, DVD e som. Tomavam-nos das casas e com eles faziam enormes fogueiras nas ruas. Tudo na cabeça deles era haram (pecado).”

Foi pelo rádio, através do chefe dos talibãs, que a população do vale soube que as meninas estavam proibidas de ir à escola, mas Ziauddin Yousafzai estava determinado a não deixar sua escola fechar. E começou uma campanha:

“- Como o Talibã se atreve a tirar o meu direito à educação? - discursou Malala, ao lado do pai, (...) em setembro de 2008. Foi sua primeira aparição pública. Ela tinha onze anos.”

Malala começou a escrever um blog, usando o pseudônimo Gul Makai (nome de uma flor azul) e publicado no site de rádio e televisão BBC, da Grã-Bretanha. Através de suas palavras a tragédia do Swat ficou conhecida, especialmente o drama das meninas:

“- Minha força não está na espada. Está na caneta – ela disse, um dia.”

Apesar dos esforços do governo do Paquistão para proteger as escolas, não houve trégua e o Talibã aterrorizava a população com rasantes de helicópteros sobre as casas, toque de recolher antes do por do sol. A escola Khushal, onde Malala estudava, resistia aberta, mas o perigo era cada vez maior. Os terroristas ameaçavam explodir as escolas, como já haviam feito com muitas delas nos vilarejos vizinhos. Muitas famílias deixaram o vale. Não houve alternativa e a escola fechou as portas.

Quando, enfim, a paz voltou, as famílias puderam retornar às suas casas, mas a cidade estava arruinada! Aos poucos, as crianças voltaram a estudar e Ziauddin revelou ao mundo que Malala era a menina blogueira. Eles passaram a dar entrevistas e todos queriam saber o que tinha acontecido com a população após a guerra. Em todas as entrevistas, Malala defendia:

“- Eu tenho direito à educação. Eu tenho direito de brincar. Eu tenho direito de cantar. Eu tenho direito de falar – disse Malala a uma rede de TV internacional. Suas palavras foram ouvidas em todos os cantos do mundo.”

Os benefícios para as escolas da região vieram através do ativismo de Malala. Em 2011 ela recebeu o Prêmio Nacional da Paz, que depois foi rebatizado com seu nome. Na ocasião, contou que em vez de formar-se médica, queria agora criar um partido político para defender a educação.

“A menina de jeito doce, mas fala assertiva, desafiava frequentemente os homens que tinham proibido as meninas de ir à escola, às vezes expondo-os ao ridículo. Num território onde as mulheres tinham sido silenciadas pelo terror, Malala havia cruzado um limite perigoso. Para os sisudos homens das montanhas, ela estava indo longe demais...”

A vida seguia na reconstrução do povoado, as meninas ainda assustadas e discretas na saída da escola. O pai de Malala havia recusado a proteção do Exército para a filha, agora famosa, por desconfiar até mesmo dos soldados. Naquele ensolarado 9 de outubro de 2012, após as provas, o transporte escolar deu uma freada brusca. Um homem surgiu na traseira da pequena caminhonete:

“- Qual de vocês é Malala?  
Ao ouvir seu nome na voz do estranho, ela tinha se virado intuitivamente na direção dele. Era a única, entre as meninas, que não tinha o rosto coberto pelo shawl. Então ele atirou. Três vezes!”

O tiro na cabeça a deixou desacordada e o comandante das Forças Armadas do Paquistão enviou um helicóptero para transferi-la para um hospital maior. O pai de Malala e a diretora da escola a acompanharam durante todo o resgate. Também foram feridas duas amigas que estavam sentadas próximas a Malala, mas sem gravidade.
Moniba, a melhor amiga de Malala, talhou o nome da colega na carteira onde sentavam juntas e a escola teve as paredes enfeitadas de cartões que chegavam de vários lugares do mundo:

“Querida Malala, sua força e coragem são uma inspiração para todos nós. Desejamos que você, Shazia e Kainat se recuperem logo e tenham apoio em sua luta pela educação.”

Driblando a recomendação de não falar com estranhos, as meninas da Escola Khushal passaram bilhetinhos à escritora para marcar encontros. Elas eram corajosas e queriam contar tudo à jornalista. Foi assim que Adriana Carranca conheceu Shazia, que fora atingida no ombro e na mão e estava se recuperando. Ela contou que havia sonhado com um tiro na véspera do atentado. Depois do trauma, continuava sendo um risco ir à escola e o Exército decidiu que Shazia só poderia voltar aos estudos acompanhada por soldados.

Ao visitar a outra vítima, Kainat, a autora soube que a menina já andava bem angustiada antes mesmo do ocorrido, e piorou depois do tiro no braço:

 “Quando estou sozinha, aquelas cenas voltam e eu sinto de novo o cheiro... Cheiro de sangue! – ela me confessou. Por conta dessas lembranças, Kainat passou a ter medo do escuro e, quando dormia, sonhava em vermelho.”

Além de Malala, a mãe de Kainat também a inspira: ela trabalha visitando casas para ensinar noções de higiene às crianças. Daí partiu o desejo de Kainat de se tornar médica, sonho que compartilha com Shazia e que também já foi o de Malala. Medicina é uma das poucas profissões que as mulheres podem seguir no Swat.

“- O que eu gosto em Malala é que ela continuou brigando e insistindo em advogar por educação, mesmo sabendo que corria riscos. Admiro o seu jeito. Isso nos dá coragem agora.
Ao final, Kainat me fez um pedido:
- Diga às meninas de todo o mundo que se tornem Malalas e lutem por educação até que todas possam ir para a escola.”

A última parada da autora foi na casa de Malala, que estava internada e em coma. Naquele momento, em um hospital da Inglaterra, Malala lutava pela vida.

Poderia terminar a história resenha dizendo que Malala foi feliz para sempre, como as crianças gostam de ouvir, mas a sua luta está apenas começando... Malala é um ser humano ímpar, dessas pessoas que aparecem poucas vezes neste mundo, que dão exemplo de coragem, amor e empenho por uma causa. Na contramão das princesas dos clássicos infantis, quase sempre meninas boazinhas e passivas, Malala é a heroína moderna, luta pelos seus sonhos e enfrenta seus medos, uma ótima reflexão para as crianças de hoje.

Malala Yousafzai é a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz (aos 17 anos!), que dividiu com o indiano Kailash Satyarthi, em 2014. Atualmente vive na Inglaterra e é uma importante voz contra a opressão feminina.


Classificação: 5 estrelas e coraçãozinho
Trailer do filme-documentário: https://www.youtube.com/watch?v=yBKmxuOuZmY

      



Resenha escrita por Manuh Hitz, colabora do blog.
Meu link do Skoob: http://www.skoob.com.br/usuario/596865



12.1.16

Encontrando-me - Losing It - Livro 03 - Cora Carmack




Encontrando-me - Losing It - Livro 03 - Cora Carmack

Sinopse:

A maioria das garotas mataria para passar meses viajando pela Europa após a formatura da faculdade, sem responsabilidade, sem os pais e sem limite nos cartões de crédito. Kelsey Summers não é exceção. Ela está tendo o momento de sua vida... ou isso é o que ela continua dizendo a si mesma.

É um negócio solitário, pois está tentando descobrir quem ela é, especialmente porque está com medo de não gostar do que pode encontrar. Nenhuma quantidade de bebida ou dança pode afugentar a solidão de Kelsey, mas talvez Jackson Hunt possa. Depois de alguns encontros casuais, ele a convence a fazer uma viagem de aventura ao invés de ficar bebendo. A cada nova cidade e experiencia, a mente de Kelsey se torna um pouco mais clara, e seu coração menos. Hunt ajuda a desvendar seus próprios sonhos e desejos, mas quanto mais ela conhece sobre si mesma, mais percebe o quão pouco ela sabe sobre ele.”

Resenha

Como o titulo já diz, Kelsey após terminar o curso Universitário, decide com o consentimento dos pais, “se achar” em um tour aloucado, para não dizer desvairado pela Europa e sem data prevista para voltar.
Para ela os idiomas não lhe atrapalham em nada, pois o seu objetivo é curtir a vida sem freios ou amarras.
Porque será que Kelsey age assim? Será leviandade? Ou terá outras “fontes” escondidas?

Pra lá de bêbada dançando num local mal iluminado e entre dois húngaros fantásticos, olhando para frente descobre um rosto lindos, que rir abertamente, zombando do espetáculo que ela está promovendo no local.
Tenta não tomar conhecimento, mas é impossível ignorá-lo.
Mesmo porque em qualquer lugar onde Kelsey esteja à figura de Hunt se materializa e não se largam mais, apesar de não se conhecerem e guardarem para si seus traumas e segredos.

“Essa coisa engraçada acontece quando você se forma na faculdade. Você escuta tanto sobre ser um adulto que começa a sentir como tivesse que se tornar uma pessoa diferente durante a noite, que crescer não significa ser você. E você se concentra tanto em viver de acordo com o termo "Adulto" que se esquece que crescer acontece vivendo, não pela pura força de vontade”.

Mas durante uma semana em cidades do velho mundo, eles passam a se conhecer, conversam bastante, revelam-se e descobrem um sentimento que irá fortalecê-los no futuro.
Uma história maravilhosa, ainda mais com os locais em que os dois viajam, a imaginação rola solta.
Muito bom mesmo! Recomendo!


Título: Encontrando-me - Losing It - Livro 03
Autor (a): Cora Carmack
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 282


11.1.16

Novidades de janeiro da Editora Arqueiro!


2016 chega e a Editora Arqueiro já nos brinda com lançamentos lindos neste mês de janeiro!
Alguns são continuações de sagas já lançadas da editora, outros são novidades. Enquanto Bela Dormia realmente me atiçou, ansiosa para lê-lo!
Mas vamos lá, não vou deixar vocês mais com vontade:

O que há de estranho em mim - Gayle Forman


Lançamento: 11/1
Preço: R$ 29,90
Ficção • 224 págs.
ISBN e EAN: 978-85-8041-480-6
16 x 23 cm • 20.000 exemplares
E-book:
Preço: R$ 19,99
eISBN: 978-85-8041-481-3

Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade.
Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão.
Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.

Um Beijo Inesquecível - Julia Quinn


Lançamento: 11/1
Preço: R$ 34,90
Ficção • 272 págs.
ISBN e EAN: 978-85-8041-485-1
16 x 23 cm • 20.000 exemplares
E-book:
Preço: R$ 19,99
eISBN: 978-85-8041-486-8

“Louco, comovente e hilário, este livro vai brincar com todas as emoções do leitor e prendê-lo até o fim.” – Publishers Weekly

Toda a alta sociedade concorda que não existe ninguém parecido com Hyacinth Bridgerton. Cruelmente inteligente e inesperadamente franca, ela já está em sua quarta temporada na vida social da elite, mas não consegue se impressionar com nenhum pretendente.
Num recital, Hyacinth conhece o atraente Gareth St. Clair, neto de sua amiga Lady Danbury. Para sua surpresa, apesar da fama de libertino, ele é capaz de manter uma conversa adequada com ela até deixá-la sem fala e com um frio na barriga. Para Hyacinth, cada palavra pronunciada por Gareth é um desafio que deve ser respondido à altura. Por isso, quando ele aparece na casa de Lady Danbury com
um misterioso diário da avó, ela resolve traduzir o texto, que pode conter segredos decisivos para o futuro dele.
Nessa tarefa, primeiro os dois se veem debatendo traduções, depois trocando confidências, até, por fim, quebrarem as regras sociais. E, ao passar o tempo juntos, eles vão descobrir que as respostas que buscam se encontram um no outro... e que não há nada de tão simples – e de tão complicado – quanto um beijo.
Um Beijo Inesquecível é o sétimo livro da série Os Bridgertons.


Mais uma chance - Abbi Glines

Lançamento: 11/1
Preço: R$ 29,90
Ficção • 208 págs.
ISBN e EAN: 978-85-8041-483-7
16 x 23 cm • 12.000 exemplares
E-book:
Preço: R$ 19,99
eISBN: 978-85-8041-484-4
“Uma história de amor comovente que só Abbi Glines é capaz de escrever.” – Tammara Webber, autora de Easy

Grant Carter encontrou na doce e linda Harlow algo que não esperava ter: uma mulher com quem desejasse passar toda a sua vida. Para ficar com ela, precisou provar que não era apenas um playboy sedutor.
Mas quando ela lhe contou um doloroso segredo, ele se deixou levar por seus medos mais profundos e pode ter destruído sua única chance de viver um amor verdadeiro.
Desesperado por ter perdido sua paixão, Grant busca seu paradeiro, sem saber que ela se prepara para arriscar a própria vida por um sonho. Agora ele terá que conquistar a confiança de Harlow e decidir o que é mais importante: a segurança ou os sonhos da mulher da sua vida.

                                      

Enquanto Bela Dormia - Elizabeth Blackwell

Lançamento: 11/1
Preço: R$ 39,90
Ficção • 368 págs.
ISBN e EAN: 978-85-8041-479-0
16 x 23 cm • 8.000 exemplares
E-book:
Preço: R$ 24,99
eISBN: 978-85-8041-449-3

Nos salões de um castelo, uma confidente leal guardou por  muitos anos os segredos de uma rainha linda e melancólica, uma princesa que só queria ser livre e uma mulher que sonhava com a coroa. Esta é sua história.
Ambientada em meio ao luxo e às agruras de um reino medieval, esta releitura de A Bela Adormecida consegue ser fiel ao clássico ao mesmo tempo que constrói uma narrativa
recheada de elementos contemporâneos. Os dramas de seus personagens – um casal infértil, uma jovem que não aceita viver em uma redoma e uma família despedaçada pela inveja – são atemporais.
Quando a rainha Lenore não consegue engravidar, recorre aos supostos poderes mágicos da tia do rei, Millicent. Com sua ajuda, a rainha dá à luz Rosa, uma menina linda e saudável. No entanto, a alegria logo dá lugar às sombras: o rei expulsa de suas terras a tia arrogante, que então jura se vingar. Seu ódio se torna a maldição que ameaça a vida de Rosa. Assim, a menina cresce presa entre os muros do castelo, cercada dos cuidados dos pais e de Flora, a tia boa e dedicada do rei que encarna a fada boa do conto original.
Mas quando todas as tentativas de proteger Rosa falham, é Elise, a dama de companhia e confidente da princesa, sua única chance de se manter viva. E é pelos olhos dessa narradora improvável que conhecemos todos os personagens, nos surpreendemos com seus destinos e descobrimos que, quando se guia pelo amor – a magia mais poderosa do mundo –, qualquer um é capaz de criar o próprio final feliz.



A Escolha - Nicholas Sparks


Lançamento: 25/1
Preço: R$ 34,90
Ficção • 240 págs.
ISBN e EAN: 978-85-8041-493-6
16 x 23 cm • 20.000 exemplares
E-book:
Preço: R$ 24,99
eISBN: 978-85-8041-494-3

Travis Parker tinha tudo o que desejava: o trabalho dos sonhos, amigos incríveis, e uma linda casa a beira-mar na pequena cidade de Beaufort, na Carolina do Norte. Com todo o conforto e a liberdade do seu estilo de vida de solteiro, a última coisa que ele queria era um relacionamento sério. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na sua porta.
Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva parece não ir com a cara dele... E, para piorar o quadro para Travis, ela tem um namorado de longa data. Mesmo assim, Travis se apaixona por Gabby, e seus esforços persistentes o levam a uma jornada que ninguém poderia prever.
Abrangendo os anos agitados do primeiro amor, casamento e família, A Escolha nos faz confrontar a questão mais dolorosa de todas: Até onde você iria para continuar acreditando no amor?

A capa de A escolha é basada no cartaz do filme, que tem estréia prevista para fevereiro.


Eternamente Você - Sophie Jackson

Lançamento: 11/1
E-book:
Preço: GRATUITO
eISBN: 978-85-8041-482-0

Quando conheceu o arrogante presidiário Wesley Carter em Desejo proibido, a professora Kat Lane sentiu um misto de atração e ódio. Mas, à medida que o relacionamento entre eles se intensificou, ela descobriu um novo lado de seu aluno e se apaixonou por ele.
Agora os dois resolvem se casar, mas a mãe de Kat não fica nem um pouco satisfeita com a notícia do noivado. Além disso, Carter acaba de assumir a presidência da empresa da família, uma grande responsabilidade em sua nova vida fora da prisão, e
precisa apoiar seu melhor amigo, que não consegue se livrar das drogas.
Equilibrar problemas pessoais, da família e de um negócio de bilhões de dólares não deixa muito tempo para o casal aproveitar a vida a dois.
Em meio a esse turbilhão, será que Carter e Kat vão conseguir manter a chama da paixão acesa?

Por:


10.1.16

Os Bons Segredos - Sarah Dessen







Edição: 1
Editora: Seguinte
Ano: 2015
Páginas: 408
Autora: Sarah Dessen


Sinopse: Há segredos muito bons para serem guardados — e livros muito bons para serem esquecidos Sydney sempre viveu à sombra do irmão mais velho, o queridinho da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paraplégico, e vai parar na prisão. Sem a referência do irmão, a garota muda de escola e passa a questionar seu papel dentro da família e no mundo. Então ela conhece os Chatham. Inserida no círculo caótico e acolhedor dessa família, Sydney pela primeira vez encontra pessoas que finalmente parecem enxergá-la de verdade. Com uma série de personagens inesquecíveis e descrições gastronômicas de dar água na boca, Os bons segredos conta a história de uma garota que tenta encontrar seu lugar no mundo e acaba descobrindo a amizade, o amor e uma nova família no caminho. 



***

Conheci Sarah Dessen através do livro Just List. Leitura incrível. O que puderem ler dessa autora, leiam.

Os Bons Segredos conta a história de Sydney, uma garota perdida no meio da família. Ela tem um irmão, Peyton, que sempre foi a luz da família. Divertido e aventureiro, ele chamava atenção por onde passava, porém toda essa luz foi se apagando quando Peyton iniciou o ensino médio e começou a criar problemas. Maconha, bebida, roubos e etc.

“Mas foi esse primeiro dia que ficou na minha cabeça, detalhe por detalhe. [...] Quando o policial o conduziu pelo corredor até a cozinha, meu irmão olhou para mim. Suas orelhas estavam vermelhas como brasa.” Página 15

A partir desse dia, a vida pacata da família se torna um redemoinho voltado para Peyton. Idas e vindas ao tribunal, punição, advogados e sentenças. Até que Peyton é preso por atropelar um rapaz, quando estava embriagado, e o deixa paraplégico. Antes Sydney era apenas a segunda filha, agora é praticamente invisível para os pais. Com tantos cuidados com Peyton, Sydney sabe que a situação financeira da família anda um pouco complicada, então ela decide mudar para uma escola pública, deixando os amigos e os olhares de piedade que ganhava apenas por ser irmã de Peyton. Quem sabe na nova escola ela possa encontrar pessoas que não saibam quem ela é?




Depois de anos vivendo na sombra do irmão, ela acaba por encontrar pessoas que a enxergam de verdade. A começar por Layla, uma garota alegre, divertida e especialista em batatas fritas. As duas acabam por criar um laço forte de amizade.

“Não é que estabelecemos uma amizade: eu fui sugada por sua órbita. Uma vez ali, entendi por que os outros também estavam.” Página 78

Pouco a pouco, Sydney vai tomando conta de sua vida. Fazendo as coisas acontecerem, e não apenas uma mera expectadora.

“- A primeira vez que você entrou na Seaside. – ele esclareceu. – Você não era invisível, não para mim. Só para você saber.” Página 245

Se esse livro já não estivesse me conquistado antes, o capítulo 7 teria dado conta do recado com certeza. Passei todo esse capítulo com o coração a mil. Angustiada. Querendo encontrar uma saída. O que aconteceria com Sydney? Então um milagre acontece. Layla é uma garota bastante sensitiva. Não foi preciso dizer nada e ela já sabia. Já estava pronta para ajudar, para proteger.



Como posso perceber novamente, a autora sabe o que faz com seus personagens. No geral, não pude dar 5 estrelas por certos assuntos que ficaram inacabados. Apesar de terem sido escrito de modo secundário, ainda assim eu gostaria de saber o que aconteceu. Não gosto de pontas soltas, a não ser que sejam realmente necessárias, Mesmo assim não posso reclamar do livro. Sarah Dessen escreve muito bem sobre os percalços da adolescência. Esse é o segundo livro dela que leio e será que e já posso me considerar sua fã de carteirinha? Acho que sim. Com certeza procurarei ler outros livros da autora.