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22.7.16

{Resenha} A Lenda de Materyalis - As Crônicas de Aliank #1


Autor: Saymon César
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Ano: 2016
Sinopse: No princípio dos tempos, as sociedades de Hedoron acreditavam nos mandamentos dos servos de Materyalis, suposto deus criador do Universo e da vida. A lenda diz que a divindade se angustiou ao observar os atos corruptíveis das suas criaturas e atribuiu a si toda a culpa da imperfeição dos povos. Sua consciência atordoada separou sua essência em duas entidades, criadoras de ideologias extremistas que dividiram a crença das sociedades. Assim nasceu a materja, a guerra que visa a consolidação de uma verdade entre todas as raças. Avessa ao propósito da contenda milenar, surge uma sociedade secreta, que busca o único artefato capaz de desvendar o que realmente foi Materyalis e, assim, livrar os povos da dúvida que os condenou aos intermináveis confrontos. Mas, para chegar ao objetivo, é necessário usar a misteriosa aptidão de cinco indivíduos habitantes de Aliank, um reino dominado por contradições que podem apressar a ruína do mundo antes que a verdade sobre Materyalis seja revelada.

“Por isso, buscai a sapiência cabal usando este impulso inspirador para que sejais iluminados como Venir, e trazei toda a verdade sobre a nossa origem à tona. Fostes escolhidos pela sabedoria em deixar de lado vossas antigas ideologias construídas a partir da lenda de Materyalis, e estou feliz por encontrar seres que buscam livrar os pensamentos das tantas ideias que existem mundo afora. Creio que sentis o mesmo por terdes alcançado essa libertação.”

Tentei ler o livro como se nunca tivesse tido contato com o RPG – e tive sucesso, pois muitas coisas mudaram desde o início e fiquei muito feliz com as explicações que aparecem desde o começo da estória conforme os termos vão surgindo.

Tem início com explicações: uma pessoa deixa tarefa para outras. Como... Um mestre que deixa seu trabalho para a próxima geração, que vai para a próxima geração continuar seguindo, em busca de um artefato que pode mudar a entidade máxima para seu estado original.

Vamos entender que Hedoron é o mundo físico (seria a realidade em que vivemos agora). No A Lenda de Materyalis, não existem apenas os humanos: elfos, artanins (assimilados aos anjos), minotauros, elfos com asas, pessoas que viram ursos (majuros)! Então tem raça para todos os gostos. Algumas delas, no início, foram criadas com objetivos bem específicos, mas a dúvida ao ser pertence. Com as angústias acometendo as criações, algo impossível aconteceu.

Vamos lá: Materyalis era uma entidade única. Observando que suas criações eram imperfeitas, dividiu-se em dois: Materyon, o deus bonzinho e Marilis, o deus malvado. Há criaturas que seguem Marilis, há criaturas que seguem Materyon e há aqueles que não segue nenhum mas seguem outros... E há aqueles que acreditam que os dois devem unir-se novamente.

O livro é contado em terceira pessoa, com um elfo observando todos os acontecimentos durante três noites. Sua tarefa é a de um historiador: observar o que acontece e anotar para aquele que vier. Ele não está nos lugares, no entanto: as visões vêm através de um objeto que está intimamente ligado aos seres que possibilitarão encontrar o Sinkra, um artefato poderoso que tem a capacidade de mudar o mundo como se conhece.

O sinkorbe funciona apenas sob circunstâncias muito especiais e o livro 1 das Crônicas de Aliank nos conta a história dos Teryonistas, seres que seguem a crença em Materyon (a benevolência) no reino de Aliank. Os seres que ali vivem foram aterrorizados no passado por um dragão e o rei Berong auxiliou em sua contenção. Por não desejar que ideologias estranhas cresçam em seu reino, instaurou uma inquisição.

Após relatos de majuros ensandecidos no norte do reino, decide encaminhar para lá dois de seus melhores guerreiros grakan (den – habilidade – de implantar energia em suas armas de escolha, por exemplo): Lady Liliel e Lord Sarlakros. Os dois não poderiam ser mais diferentes: ela, uma elfa racional que pensa antes de atacar. Ele, não pensa antes de atacar e vê prazer na dor que causa.

A situação é estranha, pois a floresta possui uma guardiã recém-eleita: Dotter Manen, uma majuro que consegue resistir a maldição que existe no local. Então claro, as suspeitas recaem sobre a moça.



Para não irem sozinhos, o rei ordena que dois elorkan (hmmm algo como elementalistas, conseguem conjurar elementos naturais e utilizá-los) acompanhem Liliel e Sarlakros. Estão são Morhariel e Hirlun, ambos podem usar o fogo, sendo que o primeiro é um humano e o segundo um elfo do céu: possui asas (os elfos alados entravam em contato com o artanins e levavam a palavra de Materyalis ao mundo). 

Acompanhamos todos eles em suas aventuras junto com o elfo que anota os acontecimentos, analisando com ele suas suposições: quem são essas criaturas, quais suas intenções... Suas suspeitas a respeito de traições e de verdadeiros seguidores da fé, para saber quais deles seriam utilizáveis em sua causa. Gostei bastante desse modo de escrita, afinal é uma ajuda e tanto para aqueles que estão tendo o primeiro contato com a mitologia criada por Saymon César.

A trama deste primeiro livro nos apresentou as ferramentas de algumas das ideologias para conquistar mais espaço no mundo, através de personagens criados pelos jogadores do RPG como personagens principais.

Gostei muito do primeiro livro, muito bem escrito com frases bem construídas e nem dá para notar que foram escritas através de uma aventura de RPG!

Se você quiser conhecer mais sobre, acesse o site A lenda de Materyalis https://www.materyalis.com

Para saber mais sobre a lenda criada e a evolução do mundo, clique aqui: 

Para conhecer o Projeto Literário Interativo e saber como fazer parte: https://www.materyalis.com/br/participe



Lançamentos - Harlequin Julho


 Oie amores.
Vamos a mais um lançamento do mês da Harlequin?
Confere aí!



Bilionários e Sheiks são uma combinação mais que perfeita!




Capa linda e duas histórias que prometem!




O que dizer de romances medievais?




 História de Irmãos é o melhor ever!
E o melhor: TEM BEBÊ PAE!



 Curtiram os lançamentos?
Se quiser conferir os outros vai no no site da Harlequin que você encontra os lançamentos desse mês e outros.
Bjs.



21.7.16

{Lançamentos} Editora Seguinte em Julho!



Para os amantes de Sarah Dessen, este mês temos o novo lançamento da autora "Uma Canção de Ninar" que já está fazendo corações no mundo todo se apaixonar! 
John Boyne também continua a nos emocionar com "O menino no alto da montanha"
A Editora Seguinte também está com um canal no Youtube, novíssimo e que já tem várias novidades para nós, venham ver aqui!
Sem mais delongas, confiram as sinopses dos lançamentos deste mês!!!


Sarah Dessen


Título Original: This Lullaby
Lançamento: 14/07


Não deixe ficar sério demais. Não deixe ele partir seu coração. E nunca, em hipótese alguma, saia com um músico.


Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento.

Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela.

Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor…


John Boyne 


Título Original: The Boy at the Top of the Mountain
Lançamento: 19/07

Quando fica órfão, Pierrot é obrigado a deixar sua casa em Paris para recomeçar a vida com sua tia Beatrix, governanta de uma mansão no alto das montanhas alemãs. 

Porém, essa não é uma época qualquer: estamos em 1936, e a Segunda Guerra Mundial se aproxima. E essa não é uma casa qualquer: seu dono é Adolf Hitler. Logo Pierrot se torna um dos protegidos do Führer e se junta à Juventude Alemã. Mas o novo mundo que se abre ao garoto fica cada vez mais perigoso, repleto de medo, segredos e traição - e talvez ele nunca consiga escapar.









20.7.16

{Resenha} Três Coisas Sobre Você





Título Original: Tell me three things
Autora: Julie Buxbaum
Editora: Arqueiro
Ano: 2016
Sinopse: Setecentos e trinta e três dias depois da morte da minha mãe, 45 dias após o meu pai fugir para se encontrar com uma estranha que ele conheceu pela internet, 30 dias depois de a gente se mudar para a Califórnia e apenas sete dias após começar o primeiro ano do ensino médio numa escola nova onde conheço aproximadamente ninguém, chega um e-mail. Deveria ser no mínimo esquisito, uma mensagem anônima aparecer do nada na minha caixa de entrada, assinada com o bizarro nome Alguém Ninguém. Só que nos últimos tempos a minha vida tem estado tão irreconhecível que nada mais parece chocante.







“Foi necessário esperar até agora – 733 dias inteiros me sentindo o oposto de uma pessoa normal – para que eu aprendesse esta importante lição de vida: é possível ficar imune à esquisitice.”

Este é um livro para almas solitárias. Jovens que se sentem sozinhos no mundo mesmo quando estão cercados por uma multidão. Irão se identificar com Jessie, uma jovem de  16 anos que vivia em Chicago mesmo após a morte de sua mãe. Tinha lá seus amigos, sua melhor amiga Scarlet – a melhor de todas as amigas, a garota forte com a qual Jessie sempre poderia contar. E tudo isso ficou para trás quando seu pai encontrou Rachel na internet e só contou à filha quando já estavam casados e prontos para se mudar para Los Angeles.

Rachel é muito rica. Figurona de Los Angeles. E o pai de Jessie é apenas um farmacêutico que está desempregado em Los Angeles e por isso o filho de Rachel o chama de Golpista. Theo deve ser da mesma idade ou um ano mais velho que Jessie e não aceita o relacionamento tanto quanto ela mesma.

E, por conta disso, não conversa com a menina na escola e nem sequer em casa.  O que é um problema pois ela saiu de uma escola pública para uma escola caríssima com alunos que escalam montanhas, constroem escolas ou são estagiários de empresas-sonho. E ela apenas trabalhou numa casa de sucos em suas férias! Todas as garotas são Barbies e ela é jovem normal de cabelo preto e camisa de flanela. E justamente por sua aparência e aspecto de quem não se importa com elas é que começa o bullying.

Sem fazer amigos, um pai que está sendo completamente relapso, um “irmão” que preferia que ela estivesse longe dali, Jessie se sente sozinha e sem ter para onde correr. É nesse momento que recebe um e-mail estranho, de alguém desconhecido que assina Alguém Ninguém. O mais engraçado das trocas de e-mail são os títulos, então quando forem ler, não se esqueçam de prestar atenção nisso. Enfim, Alguém Ninguém (NA) oferece a Jessie sua ajuda para que ela consiga sobreviver ao ensino médio, mas não quer que ela saiba quem é a pessoa por trás das mensagens.

Para quem teve um amigo virtual – ou ainda tem – sabe o quanto esses apoios distantes podem ser importantes em momentos nos quais estamos fragilizados. Na minha época de chat era difícil ter acesso as fotos e tudo o mais, então era mesmo no escuro. Palavras que te auxiliam a encarar seus problemas, mesmo quando você acredita não ter mais forças. O anonimato te protege e te ajuda a agir de modo mais corajoso, você diz coisas que pessoalmente nunca seria capaz de dizer.

“Nunca perguntei a ela. Por quê? Uma das piores coisas em relação a morte é lembrar de todas as perguntas que a gente não fez, de todas as vezes em que, idiotamente, a gente presumiu que teria todo tempo do mundo.”

Jessie ainda está em luto pela perda precoce da mãe, pois não resolveu todos os assuntos que tinha.

Também, como poderia...? Nunca sabemos quando vamos perder alguém importante. Por isso aprendi que não se deve perder tempo, se tem desejo de fazer algo e tiver a disponibilidade, faça. Eu tinha a disponibilidade de terminar de ler este livro em uma noite... E então o fiz. A protagonista está de luto, principalmente, por tudo o que perdeu: o pai, os amigos, o trabalho...

AN lhe dá diversas dicas sobre a escola e ela também encontra trabalho em uma livraria! O livro veio para mim embaladinho, com um adesivo da Atenção, Lombadas! E não entendi... Aí lendo o livro eu entendi e achei muito legal da parte da editora!

Enfim, voltando ao livro: ela deseja ser aceita e a partir de dicas de NA ela faz novas amizades e também através de um trabalho de inglês. Mas ainda não sabe quem é AN e logo todos seus amigos estão criando teorias sobre quem ele possa ser. Ela se sente dividida sobre quem quer que ele seja e começa a identificar algumas possibilidades.

Rachel deseja que Jessie se sinta parte da família, embora não saiba como o fazer. Em uma viagem a Chicago, ela descobre que a distância não machuca só ela...

“(...)Todos somos versões melhores de nós mesmos quando temos tempo de bolar o texto perfeito.”


O livro é um aprendizado imenso, muitas pessoas da minha idade e também mais novas vão se identificar com isso. Eu mesma, por exemplo, prefiro muito mais escrever como eu me sinto do que dizer. Sei que o que sou na internet é apenas uma faceta que desenvolvi. Mas, quando era adolescente, eu preferia aquela pessoa do que quem eu era de verdade. Aprendi aos poucos a me desenvolver fora da internet, a me demonstrar de verdade. E vemos essa evolução na Jessie, quando ela começa a confrontar a si mesma e aqueles que lhe fazem mal.



Leitura recomendadíssima, você vai ler direto e nem vai notar o quão rápido vai chegar na leitura do livro!



18.7.16

{Lançamento} Trópicos Utópicos






Autor: Eduardo Giannetti
Editora: Companhia das Letras
Lançamento: 22/06/2016

Eduardo Giannetti é conhecido por tratar de temas éticos e econômicos com clareza e precisão. A argumentação rigorosa e o texto límpido são as marcas de Trópicos utópicos. Aqui o assunto central é o da identidade nacional, ao qual o leitor é conduzido depois de passar por reflexões sobre a ciência, a tecnologia e o crescimento econômico.
Organizado em aforismos ou, como prefere chamar o autor, seções ou microensaios, o livro propõe uma abordagem original e inovadora da questão da identidade, que olha antes para o futuro que para o passado: É possível unir o Brasil em torno de um projeto próprio no mundo globalizado?

Um livro para redescobrir o país e pensar em seus possíveis futuros.




Onde mora o perigo? — Um bando de aventureiros e desbravadores enfiado mata adentro chegou a uma ponte sobre um caudaloso rio a qual encurtaria enormemente o trajeto de retorno ao acampamento. Como a ponte, suspensa por cipós, era bamba, desconjuntada e perigosa ao extremo, eles não pouparam esforços em adotar todo tipo de cuidados e precauções, como cordas de segurança e redes protetoras, antes de atravessá-la. Ao aportarem, contudo, na outra margem, um jaguar faminto aguardava paciente a hora e a vez de devorá-los.



Onde adquirir:



Esta Terra Selvagem - Isabel Moustakas



"João é um repórter policial de um grande jornal paulistano. Aos trinta e dois anos, já coleciona um casamento fracassado e ainda não fez nada de muito grandioso na profissão. Mas o envolvimento na investigação de um crime hediondo irá transformar sua vida de modo devastador. Uma jovem que assistiu à tortura e ao assassinato brutal dos pais - um boliviano e uma descendente de italianos -, e que depois fora abusada das piores maneiras, ainda não havia falado com a imprensa. Sete meses após esses crimes, João é o primeiro jornalista a ouvir o relato de cada detalhe perturbador do que ela havia presenciado. Ao final do depoimento, a garota tira a própria vida diante dos olhos dele.

A partir deste terrível episódio, o repórter irá seguir pistas que o levarão a um suposto grupo racista que vem cometendo atrocidades contra imigrantes, negros, judeus, nordestinos, gays e quaisquer pessoas que considera impuras. O pouco do que se sabe sobre eles é que usam coturnos pretos com cadarço verde-amarelo."



Recentemente iniciei minha saga entre os escritores nacionais, terreno desconhecido por mim até então. Esta Terra Selvagem, romance de estréia de Isabel Moustakas, pareceu - e foi - uma boa escolha para continuar essa jornada pessoal.

Em Esta Terra Selvagem, o protagonista João está em busca de um furo jornalístico que possa levar sua carreira à ascensão. Sua grande oportunidade aparece quando Marta, a garota cujos pais foram torturados e assassinados por uma gangue racista, xenófoba e homofóbica 7 meses antes, finalmente resolveu falar com a imprensa e escolheu João para ser ouvinte de seu relato assustador. 


"Por fim, passado um longo momento, Marta me encarou e disse:
- Pode fazer o que quiser com isso que te contei. Eu não tenho mais nada pra dizer.
Então pegou a faca e enfiou com toda a força no próprio olho direito."


Então, munido das informações fornecidas por Marta antes de seu desfecho triste e horripilante, João sai ao encalço dos homens doentios que não cometeram apenas este crime, mas estavam agindo em toda a cidade de São Paulo numa ação coordenada visando "higienizar" a nação de nordestinos, homossexuais, imigrantes, negros e todos aqueles que eram considerados "impuros" por eles. A narrativa desta perseguição é feita impecavelmente pela autora que, com um estilo próprio, usando frases curtas e impactantes, dá um ritmo acelerado e intenso. Além do mais, é um dos poucos livros que consegue reproduzir fielmente a estrutura da língua falada, o que é raro até mesmo dentre as obras brasileiras.

São 112 páginas que passaram mais rápido do que deveriam. Ao terminar a leitura, fiquei com a sensação de que faltou espaço, muito espaço. Para caber em tão poucas páginas, o mistério - e os detalhes necessários para levar a ele - foi deixado de lado. É um livro surpreendente, confesso, mas a ausência de 
suspense foi marcante para mim. A todo momento, você sabia quem era o vilão, quem estava enganando quem; poucos são os momentos em que você é pego de surpresa - e eu senti falta disso durante a leitura. Entretanto, creio que isso possa ser creditado ao meu costume de ler livros bem mais longos (e 112 páginas não é naaada longo, certamente).


Em resumo, é um livro curto, com uma narrativa ágil, cenários dantescos e uma temática atual que mostra-se cada vez mais relevante numa época onde, por dia, milhares de pessoas morrem por sua religião, cor ou naturalidade. Esta Terra Selvagem foi uma leitura rápida e envolvente, quem se interessar em lê-lo deve saber que não há tempo para respirar: é um livro pra ser lido em um fôlego só.

Edição: 1
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 978-85-359-2689-7
Ano: 2016
Páginas: 112

OBS: O livro veio autografado e eu achei um mimo (é fácil me ganhar)! Muito atencioso da parte da escritora; obrigada, Isabel!



Resenhado por: Aryanna Florentino Peixoto