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13.5.17

{O menino que vê filmes} Série: 13 reasons why



Elenco: Dylan Minnete, Katherine Langford, Christian Navarro, Brendan Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid

Sinopse: Clay Jensen é um típico adolescente norte americano, dividindo seu tempo entre o interesse por garotas, estudos e tendo que lidar de vez em quando com os valentões do colégio Liberty High. Porém, o mundo de Clay é estremecido com o repentino suicídio de sua melhor amiga, Hanna Baker, sobretudo quando o jovem encontra em sua soleira uma caixa contendo sete fitas do tipo K7, nas quais Hanna teria relatado os motivos que a levaram a tirar a própria vida.

AVISO: ALERTA DE SPOILER! Se você ainda não assistiu à série em questão, prossiga por sua conta e risco!


Oi gente! A resenha de hoje vai tratar de um assunto muito sério, mas que infelizmente ainda é visto de maneira equivocada por grande parte da sociedade: Bullying. E nenhuma outra série ou filme que eu tenha assistido mergulha tão fundo e tão intensamente no tema como 13 Reasons Why.

Quando eu era criança, sofri bullying (embora na minha época esse termo ainda não fosse utilizado). Aposto que muitos de vocês também sofreram. Alguns lidam com o bullying de maneira natural, como parte do desenvolvimento infanto-juvenil. Outros enxergam a toxicidade da prática como um mal a ser combatido. Não importa sua opinião: você irá rever seus conceitos após assistir 13 Reasons.

A razão é muito simples: a série mostra, de maneira muito simples e completamente plausível, como o que parece ser uma brincadeira inocente pode evoluir para tragédias (muitas vezes anunciadas). 

Sobretudo, essa série original da Netflix retrata como o ambiente escolar pode esconder verdadeiros sociopatas.

O que é Bullying?

Define-se como bullying (expressão que deriva do verbo em iglês to bully, que significa aterrorizar, amedrontar, tiranizar) todo e qualquer tipo de violência praticada de maneira intencional e repetida, sobretudo entre jovens no período escolar.


Não pretendo aqui adentrar na parte sociológica do tema, mas queria falar um pouco da minha percepção sobre a prática do bullying.

Não é raro observar que para o bully (ou valentão/agressor) suas práticas não são ou não deveriam causar medo ou constrangimento à vítima. Em outras palavras, o agressor sempre acha que a culpa não é dele se a vítima é que é sensível demais. Isso aplica-se também à violência física, mas principalmente à violência psicológica.

É o caso da nossa protagonista, que é vista por todos (às vezes até mesmo pelo telespectador) como excessivamente sensível ou dramática simplesmente por nãpo saber lidar com todas as pressões, agressões e traições por parte de seus colegas. 

Vamos falar de Hanna Baker...

Oi! Eu Sou Hanna! Hanna Baker...

Assim começa a primeira das fitas gravadas por Hanna, uma linda jovem de classe média que mudou-se recentemente para a cidade para começar uma nova vida, juntamente com seus pais, pequenos comerciantes fugindo dos grandes empreendimentos da cidade grande.


A identificação com Hanna é imediata. Propositalmente, a jovem interpretada por Katherine Langford é um personagem contruído para despertar empatia no espectador.

Hanna lida diariamente com todo tipo de questões da adolescência e, desde o começo, torna-se muito próxima de seu colega de escola e de trabalho, Clay Jensen, sobretudo após a partida de sua melhor amiga para outra cidade.

Porém, como aluna nova, Hanna acaba se tornando alvo de outros alunos. 

Todos com quem Hanna se envolveu durante a sua curta estadia em Liberty High a machucaram de alguma forma, por ações ou omissões. Em outras palavras, Hanna sempre acabava se vendo maltratada, abusada e ridicularizada por seus colegas, não importava o que fizesse. 

Hanna Baker era uma adolescente gritando por socorro. Mas ninguém, nem seus pais, nem a direção da escola ou seu único amigo, ouviram. Pelo menos não até que fosse tarde demais.

Clay, seu nome significa argila!

Clay Jensen é um jovem tímido que acabou tornando-se bem próximo de Hanna. Ambos trabalhavam no cinema local e eram colegas de classe.

Clay sempre foi secretamente apaixonado por Hanna, embora não tenha tido chance de expressar seus sentimentos.

Ao receber em sua porta, de maneira misteriosa, sete fitas K7 gravadas por Hanna, cada um dos lados dedicados a uma pessoa específica, detalhando como tal pessoa contribuiu para que ela tomasse a decisão de tirar a própria vida.

Clay começa a investigar os acontecimentos sob a ótica de Hanna, vindo a descobrir fatos aterradores praticados por seus colegas e mantidos em segredo pelos mesmos. 

O único que se dispõe a ajudar Clay de alguma forma é Tony, seu melhor amigo e guardião das fitas deixadas por Hanna. 


De outro lado, os outros alunos começam a assediar Clay para que o mesmo abandone as investigações.

Conclusão

Indico 13 Reasons Why a todos os pais, educadores e profissionais da área psicossocial. A trágica estória de Hanna Baker é fictícia, mas acontecem todos os dias, com milhares de crianças e adolescentes ao redor do mundo.

É preciso que saibamos identificar determinados sinais, tanto por parte das vítimas quanto por parte dos agressores. A luta contra o bullying começa dentro de casa e é responsabilidade de todos.

É preciso acabar de vez com a cultura que minimiza este tipo de violência. Só assim poderemos construir uma sociedade mais sadia.

Até a próxima gente!

12.5.17

{Resenha} Antologia Entre Amigos






Organizadora: Giuliana Esperandio
Editora: Sinna
Sinopse: Amigos são capazes de cometer loucuras. Não devem, mas se despedem. Misturam as estações e se amam. São a salvação um do outro. Fazem sacrifícios. Colorem a vida. Mostram o que realmente importa para ser feliz e, às vezes, infelizmente partem para sempre ao cumprirem suas missões aqui. Mesmo assim, a vida Entre Amigos é mais feliz.

Primeira vez lendo uma antologia com esse tema, na verdade acho que é minha primeira vez lendo uma antologia, haha!

Escolhi esse livro por causa do tema: amizade. Achei muito bonitinha a capa, com cara de scrapbook, arte pela qual sou apaixonada e simplesmente não consigo aplicar! <o>

Os autores são diversos: Nuccia de Cicco, Ayumi Teruya, Gika Mendonça, Wesley Mendonça, entre vários outros. Achei muito interessante a proposta, uma vez que cada autor tem sua própria versão do que seria um relacionamento de amizade. Outros, preferiram escrever sobre suas próprias experiências, como Nuccia de Cicco fez.

Alguns contos bem que poderiam ser verdade. Uns me tocaram mais que outros, ao ponto de, em pleno ponto de ônibus circular ao meio dia completamente lotado, me fazer sentir lágrimas aos olhos. Acredito que Pê e Zar foi o único conto que de fato mexeu comigo, entre tantos outros que chamaram a minha atenção por se relacionar mesmo com a amizade pura, como Foge que é furada!, onde uma amiga tenta verdadeiramente auxiliar a outra!

Outros eu não gostei tanto, pois no final se transformava em amor entre casal. Sei que é bonitinho ver o casal amigo de infância crescer e tornarem-se amantes, mas para mim teria sido legal ter ficado no significado de amizade. Sei que nossos companheiros devem ser nossos melhores amigos e, de fato, são. Mas acreditei que a proposta seria diferente, mas enfim.

Vou falar um pouco então sobre o conto que mais me tocou: Pê e Zar - Zarmira. O autor Vinícius Machado conta a história de uma mulher em situação de rua e seu fiel cãozinho. Ambos são os únicos seres que se importam um com o outro e que cuidam, a seu próprio modo, um do outro. Meu coração ficou arrasado, pois é um tipo de história que já vimos acontecer tantas e tantas vezes... E também, por ser uma pessoa comum que faria uso do meu antigo trabalho, me senti muito próxima do caso, quase me arrancou lágrimas em pleno ponto de circular lotado, como eu já disse lá em cima. Só não chorei porque minha chefe estava próxima e me pegou bem no meio do meu momento de fraqueza, haha!



Houveram outros contos tão bons quanto esse, mas esse foi o mais tocante, em minha opinião.

11.5.17

{Lançamento} Antologia: Os animais também vão para o céu



A Editora Sinna, como se já não fosse uma das melhores editoras em ascenção do Brasil, está lançando uma antologia de causa nobre!

Os animais também vão ao céu é o tema do próximo lançamento da Editora Sinna, que reunirá contos diversos acerca do quão nossos queridinhos de quatro patas - ou duas, ou uma cauda - são importantes para nossas vidas. E sabe o que é melhor? Toda a verba recebida com a venda dos exemplares será revertida para instituições em alguns estados do Brasil!  O livro contará com uma ficha ao final passando dados importantes sobre estas instituições para que mais pessoas possam ajudar.

Se a meta de 7 mil reais - projeto no Catarse - for atingida até meados de julho, serão produzidos 600 exemplares e o lançamento ocorrerá ainda este ano na Bienal do Rio. 

Há 10 autores convidados da editora e também selecionarão 10 contos que serão publicados gratuitamente na Antologia. Acesse aqui o edital e acesse aqui o projeto no Catarse.

Vídeo da Tabatha, do canal Floretizas, falando sobre a antologia.

Faça parte desse projeto, seja enviando se conto, seja adquirindo um exemplar. A causa é nobre!



10.5.17

[Resenha] A Rainha de Tearling



Autor: Erika Johansen
Editora: Suma de Letras
Ano: 2017
Sinopse: Quando a rainha Elyssa morre, a princesa Kelsea é levada para um esconderijo, onde é criada em uma cabana isolada, longe das confusões políticas e da história infeliz de Tearling, o reino que está destinada a governar. Dezenove anos depois, os membros remanescentes da Guarda da Rainha aparecem para levar a princesa de volta ao trono - mas o que Kelsea descobre ao chegar é que a fortaleza real está cercada de inimigos e nobres corruptos que adorariam vê-la morta. Mesmo sendo a rainha de direito e estando de posse da safira Tear - uma joia de imenso poder -, Kelsea nunca se sentiu mais insegura e despreparada para governar. Em seu desespero para conseguir justiça para um povo oprimido há décadas, ela desperta a fúria da Rainha Vermelha, uma poderosa feiticeira que comanda o reino vizinho, Mortmesne. Mas Kelsea é determinada e se torna cada dia mais experiente em navegar as políticas perigosas da corte. Sua jornada para salvar o reino e se tornar a rainha que deseja ser está apenas começando. Muitos mistérios, intrigas e batalhas virão antes que seu governo se torne uma lenda... ou uma tragédia.


Kelsea Raleigh Glynn
foi criada longe de seu reinado. Com o ataque iminente da Rainha Vermelha à Fortaleza de Nova Londres, a rainha Elyssa de Tearling envia sua única filha Kelsea para bem longe quando essa tinha apenas 1 ano de idade. Criada por Carlin e Barty Glynn nos recantos de uma floresta até os seus 19 anos, quando a Guarda da Rainha vem buscá-la para assumir o seu trono de direto.

Kelsea desde criança tem Carlin como professora que lhe ensina sobre os mais diversos assuntos e lhe passa também o amor pelos livros. No entanto, ela não lhe diz muito sobre seu próprio país. Kelsea sabe apenas o básico sobre Tearling e não entende por que Carlin não lhe fala mais sobre isso.

Quando finalmente a Guarda da Rainha vem buscá-la, Kelsea não imaginava que iria encontrar tantos obstáculos para assumir seu trono e também mantê-lo, além de permanecer viva para fazer a diferença em seu reinado. Órfã de mãe e não tendo nenhum conhecimento sobre seu pai biológico, Kelsea vai ter que lidar com toda a carga que seu trono trás, mas com a ajuda de sua Guarda, em especial Clava, ela poderá enfrentar tudo e muito mais.

Kelsea vai descobrir que tudo a sua volta é um verdadeiro mistério, da história de vida de sua mãe Elyssa até as duas safiras azuis. Uma dessas pedras, ela desde criança e a outra recebeu no dia de sua partida da floresta, ambas parecem ter um efeito diferente sobre ela.


"Ela podia sentir a safira agora, uma pressão latejante que ardia como uma palpitação dentro de sua cabeça. A cada puxão, Kelsea ficava mais furiosa. A safira não queria partir.
Por que não?, perguntou ela.
E embora ela não tivesse esperado uma resposta, ela veio suavemente, aflorando de algum recesso escuro de sua mente. Por que tenho muito a lhe mostrar, criança.Página 211

A capa está linda e combina perfeitamente com a história. A capa não parece ser fofa e nem singela, assim como a história que é mais direta e cheia de mistério. O livro vem com um mapa de Tearling. Adoro esses mapas que nos ambientam no mundo criado pelos autores! O início de cada capítulo tem trechos de livros do futuro falando sobre o reinado de Kelsea. Achei isso superbacana. As letras estão pequenas, o que incomodou um pouco a minha vista (que não é ruim). A narração é feita em terceira com foco principal em Kelsea, mas alguns outros personagens secundários tem sua vez.

Kelsea Raleigh Glynn é uma rainha perfeita. Preocupa-se com seu reinado e com o que seus inimigos fazem com seu povo. Ainda tão jovem, mas tão sábia em alguns aspectos. Com apenas 19 anos recém-completados, Kelsea tem que lidar com muita coisa e se não fosse a ajuda de Clava ,ela não poderia estar onde está ou muito provavelmente já estaria morta. Os dois formam uma dupla maravilhosa! A relação deles é linda demais. Apesar de Clava ser um guarda durão, dá para perceber que tem alguma afeição por Kelsea. O melhor é que não é nada romântico e sim paternal.


A história por trás do mundo de Tearling me deixou bem curiosa. Pelo que pude entender, os habitantes de lá são descendentes das Américas e eles estão alguns anos a nossa frente, mas algo aconteceu que eles acabaram retrocedendo na tecnologia e se mudando para um novo pedaço de terra. Tanto que alguns livros e autores são conhecidos por nós na nossa atualidade. Como exemplo temos O Hobbit, os livros de anatomia de Leonardo da Vinci, os livros de J. K. Rowling e dos irmãos Grimm. Certeza que os fãs desses autores e livros vão ficar bem curiosos para ler esse livro! Rsrs... Esses fatos dão a entender que esse livro é uma distopia no estilo medieval.

Ah! Temos um mistério que intriga toda a história: quem é o pai de Kelsea? Esse fato só é mais e mais mistificado ao longo da narrativa e eu tenho um chute bem grande em relação a isso. Será que alguém aí já leu e pode conversar comigo sobre isso?! Necessito botar para fora essas teorias!

A Rainha de Tearling não é um livro rapidinho de se ler, pelo menos não foi para mim. Toda vez que leio livros de fantasia ou medieval, sempre acabo empacando um pouco na leitura. O livro é bem escrito e tem várias passagens contando um pouco sobre o passado dos habitantes do país, mas nada concreto. É tudo muito escuso e escorregadio. As informações são soltas em retalhos e nem sempre são claras para o leitor. Muita coisa ainda para ser revelada ao longo da trilogia. A curiosidade me consome!!! Quero para ontem o segundo livro The Invasion of the Tearling!

Esse é o primeiro livro da autora Erika Johansen e acredito que ela tem tudo para crescer e desenvolver histórias incríveis. Os outros dois livros já foram lançados no exterior e estou louca que a Suma de Letras lance logo eles aqui no Brasil!


8.5.17

{Resenha} Cadu e Mari


Oie amorecos! 😋
A pessoa já chega toda animada, pra apresentar uma das escritoras que mais amo: A.C. Meyer. 💗💗💗
Quem não conhece, nunca leu nada dessa autora tsc tsc tsc... 


Virei fã da autora quando li Louca Por Você da Série After Dark.
Uma das minhas melhores leituras, pra ser sincera. Série que envolve amizade verdadeira, música, amor, pegada, amassos, crianças e aquele viado mil e uma utilidades que você respeita e ama é a junção perfeita!
Eu quando amo um autor(a), me empolgo porque sou dessas.
Compartilho mesmo pra que todos conheçam e fiquem tão apaixonados pelos personagens como eu fiquei.
Vamos a resenha né? 😋


 Cadu e Mari - A.C.Meyer
Sinopse:

Mariana trabalha em uma badalada revista de moda. Tem um bom salário, é muito competente... E tem uma queda pelo chefe, daquelas bem poderosas. Eles vivem em mundos completamente diferentes, e Mariana sabe que nunca acontecerá nada entre os dois. Até que Carlos Eduardo repara que sua secretária é muito, muito bonita. O amor entre os dois é arrebatador, e Cadu e Mari sentem que nasceram um para o outro. Mas as coisas logo começam a desandar. Talvez Cadu ainda não esteja preparado para confiar em uma pessoa que teve uma vida tão diferente da sua; talvez Mari ainda não se sinta segura em dividir sua realidade com o chefe. Para viver esse amor, os dois precisarão enfrentar preconceitos e vencer intrigas. Será que estão prontos?”


Resenha


Acompanho o talento incrível da escritora nacional A.C. Meyer desde que enlouqueci ao ler a Série After Dark. #MelhorSérieEver
Desde então adquiro tudo o que ela publica, e nunca me decepciono com suas estórias e personagens marcantes.
Com Cadu e Mari não foi diferente! 
Cadu e Mari são patrão e assistente, convive no mesmo ambiente, fazendo a mesma coisa que ambos gostam, há três anos na Revista Be.
São solteiros, lindos cada um do seu padrão, criativos, espirituosos.
As mulheres passam pela vida, pela cama de Cadu, sem deixar lembranças ou “sequelas”.


Já Mari há alguns anos atrás, sofreu muito com um relacionamento doentio. Isso a deixou bastante traumatizada. Mas como o tempo ameniza tudo, ou quase tudo, ela tocou sua vida pra frente, tem amigos e profissionalmente é bem competente.
Mas, como eles vivem trabalhando juntos demais e com horários que muitas vezes se estende além, seria impossível Cadu não “notar” a beleza, elegância e desenvoltura de Mari, atravessando as suas salas.
E quando isso acontece, Cadu fica sem chão, estarrecido, vendo Mari com o cabelo solto, de saia com pernas incríveis de fora, e...agachada de costas para a porta, onde ele se encontra paralisado.
O quadro no mínimo é sedutor. E depois dessa “visão”, nada mais foi a mesma coisa, impossível esquecer. 


Então, Mari sempre teve aquela admiração, puxando pro lado romântico em relação a Cadu. Mas se sentia “areia pouca” para o caminhãozinho dele.
Depois de alguns contratempos vencidos, Mari sempre com um pé atrás, Cadu apostando todas as fichas, eles passam a namorar.
Mas será que tudo ficará o “mar de rosas” ou a realidade irá interferir no casal romântico?
Ótima estória poderia ser a realidade de alguém.
Os argumentos usados são impressionantes de tão fieis, e adorei a atitude da Mari em perdoar.
Sabe o que mais adoro em escritores, seja ele nacional ou internacional? Em cada começo de capítulo tem um trechinho de uma música diferente, o que é melhor: a leitura ser acompanhada de música. Não existe no mundo combinação melhor!
A autora tem aquela playlist do livro que só adiciona ainda mais encantamento e fica a “cara” do momento em que se passam as cenas.


Mais um ponto ultra mega positivo que nunca deve faltar em qualquer leitura: a alternância dos personagens. Meyer nunca decepciona nesse quesito e deixa a leitora aqui sempre super feliz.
Amo essa “troca” de pensamentos que nos permite conhecer a fundo os personagens.
Pra mim a leitura fica muito prazerosa, flui e se entende as atitudes pelo ponto de vista de cada um.
Mari é a típica brasileira: forte, corajosa, destemida, competente, criativa e pé no chão.

A protagonista me cativou em diversos quesitos, a forma de ser como é e não seguir as regras que são impostas as mulheres. Tem espontaneidade e é isso que diferencia Mari de qualquer outra mulher que Cadu tenha conhecido.
Já o Cadu não sei o que dizer sobre suas atitudes, vou deixar que vocês tirem suas próprias conclusões ao ler.
A.C. Meyer sempre me encanta com seus personagens, mesmo porque os personagens secundários sempre são tão importantes quanto os protagonistas. Fica aquela junção perfeita.
Parabéns a Meyer, por essa estória linda e encantadora.


Quer acompanhar a leitura com a Playlist do livro? Só clicar e se deixar encantar.
Garanto que a leitura fica ainda melhor. 
Bom amores, é isso. 
Beijos e até a próxima. Tchau!


Título: Cadu e Mari
Autor (a): A.C. Meyer
Editora: Galera Record
Número de Páginas: 280