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26.2.18

{O menino que vê filmes} Grandes nomes do cinema: Stephen King


STEPHEN KING


Oi gente! Sobreviveram ao carnaval? Espero sim rs… 

Bem, a segunda quinzena de fevereiro, para mim, começou com duas grandes decepções. A primeira delas foi o aguardado solo do PANTERA NEGRA. O filme não é de todo ruim, mas carregou demais nos dramas familiares dos personagens, deixando o filme arrastado e monótono, características incomuns aos filmes da Marvel. Quando achei que não podia piorar, o filme descamba pra uma sequência de frases de efeito e piadinhas previsíveis e desnecessárias. Não recomendo, enfim.


Minha segunda decepção ficou por conta da excelente série DAMNATION, da Netflix, que se passa no oeste dos EUA no período da chamada Grande Depressão. Estava prestes a fazer uma resenha sobre a série quando descobri boquiaberto que a mesma foi cancelada após o final da 1a temporada. Desperdício de uma estória que podia render pelo menos mais umas 3 temporadas… 


Assim, vou aproveitar que ganhei de presente a biografia de Stephen King e homenagear esse grande romancista estadunidense. 

Dono de obras literárias consideradas clássicos do terror mundial, King teve várias de suas obras adaptadas para o cinema, motivo pelo qual ele veio parar aqui na minha resenha. 


Com vocês, o Mestre do Terror! 

STEVE!!

Nascido em 1947 em Portland, no estado norte americano do Maine,Stephen Edwin King, ou Steve, como gosta de ser chamado, foi uma criança triste que, ao lado de seu irmão David, amargou os anos de ausência de seu pai, Donald Edwin King, que os abandonou aos cuidados da mãe, Nellie Ruth Pillsbury, que criou os garotos sozinha tendo, por diversas vezes passado por dificuldades financeiras. 

Steve sempre foi fã de quadrinhos e de estórias de terror, escrevendo suas primeiras estórias ainda na pré escola, vendendo-as aos amigos, com a ajuda de seu irmão. Mais tarde, a mente sombria de King contaria com outras inspirações, tais como as obras do escritor Edgar Alan Poe, entre outros.

Ainda criança, Steve testemunhou um acidente horrível. Um de seus amigos teria ficado preso em uma ferrovia, sendo atropelado por um comboio. Há quem diga que tal fato teria libertado e inspirado seu lado negro e suas criações perturbadoras, ideia refutada pelo próprio King, que alega não se recordar de absolutamente nada acerca do incidente. 

King quase desistiu de um de seus primeiros romances de sucesso. Sua esposa, Tabitha, regatou os fragmentos da obra - que tratava de uma adolescente com poderes psíquicos - e o convenceu a termina-la. Meses depois, King entregou à editora Dobleday, por míseros U$2.500,00, os escritos de CARRIE, cujos direitos autorais lhe renderiam cerca de U$200.000,00 posteriormente. 

Pouco antes do lançamento de CARRIE, Ruth, mãe de King, viria a falecer de câncer no útero. Nesse período, Stephen mergulhou no vício em drogas, sobretudo o álcool. 

Stephen teria declarado, certa vez, que o perturbado (e alcoólatra) personagem Jack Torrance, do livro O ILUMINADO, teria sido baseado nele mesmo.

Jack Torrance, magistralmente interpretado por Jack Nicholson, mas inspirado no próprio King.

Nos anos 80 Stephen se libertou do vício em drogas e álcool, permanecendo sóbrio até os dias de hoje. 

ADAPTAÇÕES 

A lista completa dos romances e contos de King você pode conferir aqui.

Mas, como de costume, deixo aqui pra vocês a lista dos mais populares.

Carrie, A Estranha (Carrie, 1976)


A fúria psíquica de uma adolecente tímida super protegida por uma mãe fanática religiosa é libertada ao ser assediada por seus colegas de escola, causando caos, morte e destruição numa cidade do interior.

O Iluminado (The Shining, 1980)


Quando o escritor Jack Torrance aceita um emprego como zelador de um hotel que fica totalmente cercado pela neve no inverno, seu plano era apenas usar a solidão para trabalhar em seu romance. O que ele não esperava é que o hotel Overlook fosse povoado por espíritos…

Creepshow (1982)


Série de episódios curtos baseados em contos do autor.

Cujo (1983)


Filme que fez muita gente da minha geração a desenvolver medo irracional de cães, Cujo conta a estória de um São Bernardo infectado com hidrofobia (raiva), transformando-se num monstro assassino.

Christine - O Carro Assassino (1983)


Essa é a estória do Plymouth Fury 1958, carinhosamente chamado de Christine. Um belo carro para os amantes de clássicos. Perfeito, se não fosse habitado pelo demônio.

Colheita Maldita (Children of the Corn, 1984)


Não sei dizer quantas noites de sono perdi por causa desse filme, que narra nada menos que a saga de crianças que, comandadas por um jovem reverendo, oferecem os próprios pais em sacrifício ao “senhor”.

Conta Comigo (Stand by Me, 1986)


Clássico da geração oitentista, o filme conta as aventuras de quatro amigos que encontram acidentalmente um corpo num riacho.

Cemitério Maldito (Pet Sematary, 1989)


Recorrente nas obras de terror, a alegoria do cemitério indígena amaldiçoado está presente também neste longa. Animais (e pessoas) enterradas no local voltariam à vida, porém, habitados por espíritos assassinos, com direito a Ramones na trilha sonora. 

Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1984)



Desviando-se de seu tema de preferência, King deixa de lado o terror e abraça o drama com essa estória de injustiça, amizade e redenção.

À Espera de um Milagre (The Green Mile, 1996)


Novamente abordando o tema do cárcere, King mistura temas como preconceito racial e paranormalidade neste surpreendente drama.

A Janela Secreta (The Secret Window, 2004)


Um escritor abalado por uma separação traumática busca sossego numa cabana à beira do lago Tashmore, visando terminar seu romance. Porém, sua paz será perturbada com o aparecimento de John Shooter, um fanático que o acusa de plágio. 

A Torre Negra 


Aclamado pela crítica, eis um belo Sci-fi de 2017. Muitos já o consideram um marco na obra de Stephen King.

It - A Coisa


O palhaço/monstro assassino está de volta nessa sombria refilmagem de 2017!

CONCLUSÃO

Para os fãs do gênero terror, a obra de Stephen King é currículo obrigatório!

Até a próxima, gente!

1 comentários:

  1. apesar de não ter convívio com as obras do king pois não gosto muito dos enredos assombrosos dele é inegavel que o autor é um dos icones

    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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