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24.5.18

{Quotes} Frida e Trótski: A história de uma paixão secreta


Sabe quando um livro te pega de jeito? Que você não esperava gostar tanto e começou a ler sem muitas expectativas? Assim foi para mim Frida e Trótski! Marquei muitas coisas, então se não quiser ter spoilers, é melhor não ler tuuuudo, ok?


Aqui você encontra a resenha dele!

"[...]Se não ocorresse nenhum incidente durante a travessia, a embarcação atracaria três semanas mais tarde no porto de Tampico. Além de sua carga de combustível, transportava outra, mais singular: um homem e uma mulher."
"O 'amigo desconhecido', Diego Rivera, tinha uma mulher. Era sua terceira esposa. Desde seu casamento, em 1929 - ele tinha então quarenta e dois anos e ela vinte e dois - , haviam se separado diversas vezes, depois se juntado de novo. Pelo lado da mãe, a jovem mulher tinha sangue indígena e espanhol; do lado do pai, sangue alemão, mas também judeu húngaro de origem romena. Muito bonita, vestia traje nacional mexicano e usava jóias suntuosas e bastante vistosas. Apreciava vinho e sexo e praguejava feito um carroceiro."
"- Sabe, Natalia, minha mocidade já se foi há muito tempo, mas tenho a impressão de que agora é a própria lembrança que eu tinha dela que evaporou."
"No centro daquele grupo frenético feito de ritos, de provocações, de uma certa forma de liberdade inteligente, cumpre dizer que Frida era a rainha inquestionável da festa. Se a primeira parte da noite fora integralmente de Diego, a segunda era incontestavelmente dela. Horas a fio, cantou com sua voz de falsete corridos e estrofes de La Malagueña, excedeu-se nos palavrões, emendou um trocadilho ruim atrás do outro, criando a torto e a direito diminutivos adaptados a cada pessoa, doctorcitos para seus amigos médicos, chulitos para seus amigos homens, chaparritas para as mulheres baixinhas, chamando a si mesma de chiquita, a chicuita, a Friducha, nunca terminando uma frase sem acompanhá-la de poderosas gargalhadas - carcajadas."
"- Você precisa entender uma coisa, Leon... O México, na superfície, é muito agradável. O sol brilha todos os dias, lindas flores decoram as árvores, há uma festa em cada esquina, mas na realidade esse lugar exala uma atmofera cruel, penosa, destruidora. Os que moram na Cidade do México sabem disso há várias gerações: 'O grito mexicano é sempre um grito de ódio'. Nunca se esqueça disso."
" - [...] Às vezes, Frida, tenho a impressão, aqui, no pequeno jardim tropical de Coyoacán, de viver cercado de fantasmas com a testa esburacada."
"[...] Entre Diego e Frida, era sem dúvida Diego que sabia melhor como fazer o outro sofrer..."
"- Tudo que sei é que em tudo na vida há uma parcela de medo e uma parcela de horror. Quando compreendemos isso, compreendemos tudo!"
E aí, já leram esse livro? Gostaram das citações que eu marquei? Deixem aí nos comentários a que mais gostaram!

1 comentários:

  1. trechos bem legais e instigantes, dá muito mais vontade de conhecer a história toda
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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