Menu

29.3.18

{Resenha} As Noivas Balfour #3 - Carole Mortimer

Oie amores!
Chegueeei! 😛
Vamos conferir mais uma resenha maravilinda da Editora Harlequin?


Confere aí negrada!


As Noivas Balfour #3 - Carole Mortimer
  
Herdeira da Lição - Kate Hewitt

A herdeira ilegítima!


“Durante uma viagem para Nova York com o objetivo de descobrir mais sobre sua família biológica, Zoe Balfour se rebelou e acabou se entregando a um estonteante desconhecido...A perda gradativa da visão fez o magnata Max Monroe se afastar do mundo. A noite que passou com Zoe foi uma deliciosa exceção, mas um relacionamento sério não estava em seus planos. Porém, ao se render ao desejo, Max mudou o seu destino e o de Zoe para sempre!”

Resenha

Max Monroe no auge de sua vida, se ver com um futuro sem luz, nem cores, apesar de tudo que possui, não poderá mudá-lo __ ficará cego.
Isso é imutável e ele tem que achar a formula, a receita, para continuar vivendo.
Não vai ser fácil driblar a doença de Stargardt (cegueira gradativa até a perda total).
Acho que qualquer parte do corpo perdida, por qualquer fatalidade, é horrível de ser sentida. Mas a visão é algo sem precedência.
Principalmente quando a “vitima”, já viu o sol, as flores, seus entes queridos, então a escuridão, tem um impacto sem tamanho.

Max foi a um evento, como de costume onde ele era o principal patrocinador com grandes doações, já com fraca visão periférica, e encontra-se com Zoe Balfour, linda, rica, que vem tentando superar a descoberta de que é bastarda.
Depois de uma noite com Max, Zoe se encheu de esperanças de alguma coisa ter para se sentir bem. Mas na manhã seguinte, Max a dispensou, pois no estado em que se encontrava, ele não tinha futuro e nem seria para ninguém.

Desesperada por carinho, afeto, Zoe procura por seu pai biológico e foi outra decepção maior do que a rejeição de Max. Mas sua maré de infortúnios não parou por aí, descobriu que esperava um filho de Max, procurou dar-lhe a noticia e ele se negou em recebê-la.
O que falta acontecer mais? É muita desgraça pra uma só pessoa!

Max é um homem rico, lindo, se esconde atrás da sua auto piedade, se tornando um bruto, um insensível, uma pessoa centrada só no seu problema.
Zoe sem amigas, também se afastou dos membros da família que julgava sua e vive de festa em festa, tentando esquecer o caos da sua atual existência.
Como esses dois se reencontrarão?
O que acontecerá para mudar a trajetória desse casal?

É uma estória humana, que informa a nós leitores sobre a doença degenerativa das retinas que Max sem chão, não sabe como lidar com ela. Quem saberia não é?
Já Zoe, com a visão perfeita, não sabe achar uma saída para o seu problema, isso só nos deixa pensar que existem “cegueira e falta de visão”.

Uma estória como a muito eu não lia. Parabéns a autora.


Herdeira do Segredo - Carole Mortimer

Um novo amor.

Annie deixou seus dias de herdeira mimada para trás ao descobrir que estava grávida. Sem conseguir contatar o pai do bebê, ela se desdobrou para criá-lo sozinha. Porém, um encontro ao acaso a deixou cara a cara com Luca de Salvatore...Agora, Annie precisa de coragem para revelar seu segredo, mas teme a reação de Luca ao descobrir que tem um filho. Ela só não esperava que esse poderoso magnata a pediria em casamento!”

Resenha

Annie apesar da pouca idade é centrada, responsável e soube resolver muito bem uma situação delicada.
Eles se encontram num Resort de esqui, se envolvem numa conversa, descem a rampa e se encontram na base da montanha.
Ele a convida ao seu chalé e passam uma noite de amor.

Tempestuoso, irresponsável, charmoso, olhar penetrante, boca sensual, forte e determinado, esse é Luca de Salvatore.


Antes de conhecer Luc, Annie era mimada, ousada e isso Luc lhe deixou um “presentinho” que a acompanharia para o resto da vida. Eles se perdem por mais de quatro anos.

Luc agora está à frente dos negócios da família e Annie também dá a sua contribuição nos negócios do pai.
Mas como o destino, acaso, ou qualquer outro nome que isso tenha, colocou-os novamente frente a frente, num encontrão, numa conferência.
A princípio trocaram desculpas e algumas frases, mas Luc não a reconheceu. Annie sim, imediatamente e não gostou.

Após mais de quatro anos sem uma notícia (e ela tinha uma notícia viva, fabulosa), queria mais era passar despercebida mesmo.
Mas na piscina do hotel, Luc a vê e desde o encontrão ele sentia algo familiar na garota.
Mas agora vendo-a outra vez tinha a mesma sensação, até mais forte. Foi até ela, conversaram, trocaram farpas e quando Annie se dirigiu à piscina, ele a acompanhou com os olhos e “aquela” tatuagem, era tão conhecida dele.

As lembranças “todas” explodiram como fogos de artifícios no seu cérebro. Daí em diante são diálogos maravilhosos, onde nenhum dos dois quer ceder e quando Luc descobre que Annie, teve um filho seu, fruto daquela noite no resort, aí o ar fica bastante difícil de respirar.

Estória maravilhosa, que poderia perfeitamente imitar a vida real. Não é possível largá-lo, porque a batalha apenas começou. Muito, muito bom!
Depois de ler estórias de bebês a pessoa fica flutuando, pois é muito açúcar no sangue kkk.


Bom, é isso amores.
Até a próxima. Tchau!


Título: As Noivas Balfour #3
Autor (a): Carole Mortimer
Editora: Harlequin
Número de Páginas: 320

28.3.18

{Quotes} Palácio de Mentiras


Já comentei com vocês que essa série não é para amadores. Que é preciso lê-la com cuidado e muito pensamento crítico.

Para saber mais a minha opinião, confira aqui a resenha do livro!
"Meu estômago dá um nó. Droga. Eu odeio ter revelado mesmo que um traço de fragilidade na frente desse homem. Eu não demonstro fraqueza. Nunca. A única pessoa com quem consegui baixar a guarda foi Ella. Aquela garota tem o poder de quebrar minhas barreiras e me ver de verdade. O verdadeiro eu, não o babaca frio e insensível que o resto do mundo vê."
"Olho para nossos dedos entrelaçados.
- Eu sou uma fugitiva, East.
- Não, você é uma guerreira.
- Eu posso lutar por outras pessoas, como minha mãe, o Reed ou você, mas... não sou boa quando o conflito bate na minha porta. - Mordo com força o lábio inferior. [...]"
"- Assassinos são assassinos. - diz Jordan com desprezo, mas reparo que parte da malícia sumiu de sua voz. A expressão dela é quase... pensativa."
"Tudo que lutamos tanto para deixar por trás das portas da mansão vai jorrar para fora."
Como podem perceber, não marquei muitas coisas. Nada é muito marcaante ou possui algum significado que eu acredito ser digno de nota. É uma leitura vazia que só deixa com um pouquinho mais de raiva por fazer algumas meninas mais vulneráveis acreditarem que Reed se redimiu. Não vi nenhuma redenção, nem razão absoluta para os rapazes agirem como agem. E o caráter dos personagens só parece piorar.

Enfim, essas foram as únicas quotes que eu separei em Palácio de Mentiras. Achou alguma relevante e gostaria de deixar marcado aqui? Coloque nos comentários!

27.3.18

{Lançamento} Amor e Orgulho

Oooi pessoal!

Para os amantes de romances ingleses, a Pedrazul Editora está com um lançamento incrível na ponta da agulha para ser lançado! A capa está maravilhosa e a editora precisa que você mostre seu interesse no livro! É claro que temos, não é pessoas?!

Conheça Amor e Orgulho, do autor Georges Ohnet!


"Uma Complexa teia de paixão, interesses, ciúme e vingança. Um embate entre o amor, orgulho e o dinheiro que emerge com consequências inesperadas."

A história narra a trajetória da orgulhosa filha do marquês de Beaulieu, que no auge dos seus 22 anos, é traída pelo seu grande amor de infância e se casa com o poderoso industrial Philippe Derblay por pura vingança. Apesar de falida, Claire despreza o amor sincero que o rico empresário nutre por ela. Uma trama envolvente, onde o amor tenta de todas as formas vencer o preconceito. Este foi o mote utilizado pelo autor para ilustrar o preconceito da classe aristocrática com relação à burguesia que ganhava espaço e crescia com o esforço do próprio trabalho, no final do século XIX.

SINOPSE: Claire de Beaulieu é uma bela aristocrata francesa. Quando seu pai morreu, a mãe descobriu que a família Beaulieu estava arruinada. A única esperança era um processo judicial na Inglaterra, o qual a família perdeu e escondeu o trágico resultado da orgulhosa moça. Apaixonada pelo primo, o duque de Bligny, ela está prometida a ele, mas Bligny é superficial, um jogador, não cumpre sua palavra e ainda fica noivo de Athenais, a inimiga número um de Claire. Athenais, contudo, é uma jovem burguesa, com uma imensa fortuna, que permitirá ao duque resgatar todas as suas dívidas de jogo. A orgulhosa Claire, por despeito, ao saber que Philippe Derblay, um engenheiro e dono de uma usina siderúrgica em Pont-Avesnes, vizinha do castelo de sua família, está muito interessado nela, oferece a sua mão em casamento por vingança. (Tradução de Silvia Caldiron.)

Se você tem interesse neste livro, comunique-o, através do contato@pedrazuleditora.com.br.

“Uma historia de amor atemporal, onde o desfecho é resultado do embate dos valores morais e sociais de duas classes distintas numa França do século XIX; de um lado a nobreza e do outro a classe operária. Pode o amor triunfar?"Ademir Carneiro, do Acadêmico Literário

“Os convido a ler uma história que nos leva de forma encantadora e envolvente aos campos franceses, nos mostrando os arroubos do amor, do orgulho, da ganância e a bondade de seus personagens! Uma leitura apaixonante!" – Lia Christo, do Doce Letras.

“Classificado por muitos como o novo Orgulho e Preconceito, Georges Ohnet escreveu um romance carregado de sentimentos e descrições dos costumes da sociedade industrial no final do século XIX, quando o amor nasce entre duas pessoas de classes tão distintas. O leitor vai se emocionar ao adentrar o mundo mágico que ele criou, junto com os personagens lady Claire Beaulieu, o duque de Bligny e Philippe Derblay".Pamela Moreno Santiago, O Diário de Um Leitor.

Georges Ohnet

Nasceu em Paris em 3 de abril de 1848 e morreu em 1918. Foi fã de George Sand e sua popularidade era tão interessante quanto suas histórias. Fez grande sucesso na Europa na segunda metade do século XIX, best-seller de seu tempo. Nasceu em uma família burguesa rica. Filho de um arquiteto, ele estudou leis e advogou por algum tempo, mas foi atraído pelo jornalismo e pela literatura. Foi editor dos jornais Le Pays e Le Constitutionnel. O único romancista francês cujos livros têm uma circulação que se aproxima das obras de Daudet e de Zola. Suas obras possuem paixões complexas. Foi essa a qualidade que o tornou um dos mais lidos escritores de seu tempo. Além de Amor e Orgulho, são dele: A Senhora Condessa (1882); Lise Fleuyon (1884); As Senhoras de Croix-Mort (1886); O Dr. Rameau (1889); O Dia Após o Amor (1893); A senhora de Cinza (1895); O Rei de Paris (1898); O Crepúsculo (1901); A Marcha ao Amor (1902) e muitos outros.

Não esqueça de mandar seu e-mail para a editora, hein! 

26.3.18

{O menino que vê filmes} A teoria de tudo








Direção: James Marsh
Elenco: Eddie Redmayne, Felicity Jones, Charlie Cox, David Thewlis, Emily Watson, Harry Lloyd, Simon McBurney, Maxine Peake
Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.



ATENÇÃO: Alerta de Spoiler! Se você ainda não assistiu ao filme em questão, prossiga por sua conta e risco.

Oi, gente! O mês de março do corrente ano tirou do nosso convívio uma das mentes mais brilhantes da história da humanidade, o físico Stephen Hawking.

Com inteligência acima da média e uma incrível história de superação, Stephen Willian Hawking deixa para a humanidade um legado de vastos conhecimentos no campo da física, matemática, cosmologia, entre outras áreas.


Como não podia deixar de ser, a história de Hawking ganhou uma versão cinematográfica em 2016 com o filme A TEORIA DE TUDO, onde foi interpretado magistralmente por Eddie Redmayne, atuação que, por sinal, rendeu-lhe uma estatueta de melhor ator.

O filme foi bem recebido pela crítica e traz detalhes da vida pessoal do cientista que, mesmo sofrendo de uma doença degenerativa, nunca parou de trabalhar.

UMA BREVE HISTÓRIA DE STEPHEN HAWKING

Stephen Willian Hawking foi educado até os 10 anos de idade numa escola para meninas, como era o costume na época. 

Contrariando a vontade de seu pai, que desejava que o filho fosse médico, Stephen queria estudar Matemática, acabando por optar pela Física por questões curriculares.

Dentre outras ocupações, Hawking permaneceu como professor de Matemática Aplicada e Física Teórica em Cambridge até 2009, quando atingiu o limite de idade para a ocupação do posto, tornando-se professor emérito lucasiano, posto já ocupado por Sir Isaac Newton.

Hawking era portador da síndrome conhecida como ELA, sigla para Esclerose Lateral Amiotrófica, que o obrigou a passar a maior parte da vida numa cadeira automatizada, comunicando-se através de um sintetizador, ambos projetados por ele próprio, já que a doença afetou suas capacidades de locomoção e comunicação.

Hawking casou-se duas vezes e teve três filhos. Faleceu em março de 2018, por complicações de sua doença.

O FILME

A TEORIA DE TUDO é uma produção britânica, Anthony McCarten e dirigido por James Marsh.

O filme é baseado no livro Traveling to Infinity: My Life With Stephen, de Jane Hawking, primeira mulher de Stephen.

O longa explora todos os meandros da vida do professor, tendo como inspiração também a obra prima de Hawking, o livro UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO.

A carga dramática que Eddie Redmayne conseguiu imprimir à sua atuação é irretocável, deixando à mostra o aspecto humano do professor Hawking de forma magistral.


A TEORIA DE TUDO é um filme maravilhoso e uma excelente pedida para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a vida deste gênio e de sua luta pelo progresso da ciência, apesar de sua condição.

CONCLUSÃO

Meu intuito resenhando este filme vai muito além de simplesmente expressar minhas impressões sobre um filme. Tanto A TEORIA DE TUDO como UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO são leituras obrigatórias para se conhecer a história não só do cientista, mas do próprio ser humano.

Até a próxima, gente!