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20.6.18

{Resenha} O livro do Bem: Gratidão



Autoras: Ariane Freitas e Jessica Grecco
Editora: Gutemberg
Sinopse: Este é um livro especial, porque é sobre uma prática que vai mudar sua vida: a gratidão. É oportunidade de aprender a se conectar melhor com o mundo exterior e desenvolver sua atenção e sua respiração para que sua vida se torne mais leve. É, também, a chance de olhar com mais carinho para os momentos da sua vida e perceber o quanto ela é incrível – ainda que você, muitas vezes, deixe isso passar batido.
Este é um livro sobre tudo o que você sente e como reage a cada acontecimento vivido. E ele só estará pronto quando você preenchê-lo com sua rotina e as suas verdades. Será que você tem vivenciado a gratidão – não a palavra bonita, conhecida e adorada por tantas pessoas –, o sentimento real? Venha descobrir com a gente!
E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer neste livro nas redes sociais com a tag #LivroDoBem. Porque tudo o que é do bem merece ser compartilhado! 

Desde que vi os primeiros livros “Indiretas do Bem” eu quis ler algum deles, mas a chance nunca havia aparecido. Quando a Editora Gutemberg deu a oportunidade, claro que a aproveitei! 

O Livro do Bem – Gratidão por si só já nos chama a atenção pela capa muito fofa, com “Gratidão” escrito em letras prateadas brilhantes, a capa de cor lilás com flores desenhadas. Admiro muito capas bem feitas! 

O livro começa com um pedido bem simples, algo que às vezes esquecemos de fazer na correria de nosso dia-a-dia: 

“Respire Fundo”. 

Qual foi a última vez que você simplesmente respirou fundo, só para parar um pouco? 

É assim que esse livro é. Basicamente lhe oferece a oportunidade de tirar um tempo para dedicar somente a você mesmo e seus pensamentos. 

Existem nele diversas atividades para nos fazer pensar em todas as vezes que precisamos ser gratos por algo, alguém, nós mesmos... Como por exemplo colocar no papel todas as coisas boas da vida, coisas que te fizeram sorrir durante a semana ou que eram importantes no passado e hoje já nem tanto. 

Se você gosta de música, pode pegar dicas do que ouvir nas várias playlists dispostas nas páginas do livro, cada uma por um motivo diferente. Aqui você acessa a playlist completa no Spotify 

Como gosto de origami, foi muito bom ter alguns exemplos de como fazer alguns deles (o mais famoso é o tsuru). Acredito que mais pessoas deveriam se dedicar a essa arte tão gostosa, pelo simples prazer de dar forma a algo, feito por suas próprias mãos. É terapêutico.


Há frases motivacionais que você pode colocar em prática em seu dia-a-dia, usar para decoração em quadrinhos e talz, pois seu design é muito bonitinho. Deu vontade de sair colorindo o livro inteiro huahuahu! As autoras também colocaram no livro o significado de diversas palavras em outras línguas, relacionadas com o “estar grato”. Achei muito interessante! 

Muitas coisas lhe aguardam nas páginas desse livro, dicas de meditação, mensagens de agradecimento para dar a outras pessoas. Mas acredito que é o estilo de leitura (e atividades) para quem dá conta de seguir regras e passo-a-passo. Muitas coisas dele eu consigo realizar, outras como a meditação... Não são para mim! <o> 

Mas gosto de escrever e pintar, gosto de coisas que me mantenham focadas em uma atividade, então acredito que você encontrará neste livro algo para você também!


19.6.18

{Resenha} O Livro e a Espada



Título original: La voie de la colérie
Autor: Antoine Rouaud
Editora: Arqueiro
Sinopse: O general Dun-Cadal foi um dos maiores heróis do Império, mas hoje não passa de uma sombra do que foi, embriagando-se no fundo de uma taberna. Traído pelos companheiros e amargurado pelo desaparecimento de seu jovem aprendiz, Dun-Cadal não quer mais saber de política, batalhas, pessoas.
É justamente ali, na taberna escura, que a jovem historiadora Viola vai encontrá-lo. Ela procura a Espada do Imperador, uma relíquia desaparecida no caos da revolução que derrubou a monarquia, teoricamente escondida por Dun-Cadal.
Viola também espera descobrir quem é o assassino sem rosto que começou a agir na cidade, matando os antigos companheiros do general, que viraram as costas aos seus ideais para aderir à nova República.
Graças à moça, o velho guerreiro vai vasculhar as lembranças de uma vida de glória e seus mais terríveis arrependimentos. À medida que ele conta sua história, os fantasmas do passado vêm à tona, reacendendo antigos rancores e a sede de vingança de um homem que se entregou ao caminho da fúria. 

Primeira coisa: o título original tem muito mais ligação com a história que o título colocado no Brasil. Por tradução livre, quer dizer: O caminho da raiva. 

Tendo dito isso, vamos lá. 

O livro começa numa taberna, onde uma jovem historiadora vai em busca de um homem o qual só havia ouvido boatos: um fantasma vivo, que era o melhor cavaleiro em seus anos jovens: Dun-Cadal Daermon. Ele nasceu em origem humilde, diferente de outros generais que serviram ao Imperador Reyes e foi aquele era mais próximo da coroa. Honroso, nunca faltava com sua palavra, digno de ocupar o cargo em que estava. Com isso, causava inveja naqueles outros que o cercavam. E não eram poucos... 

Nos dias atuais, Dun-Cadal apenas bebe para amortecer-se e não sentir tudo o que precisa, lidar com o luto de um aprendiz e um ideal perdidos há anos atrás. Porém, ele é o detentor de uma informação muito importante para Viola, que o fará relembrar de seus dias de glória e, quem sabe, descobrir muito ainda sobre o presente. 

A sinopse dá a entender que a personagem principal é a historiadora, mas ela não passa de uma mera ferramenta que mal aparece, sem decisões e no final provavelmente não passaria no teste de Bechdel. Sabemos pouco dela, poucas são as vezes que ela contribui para a história. Ela está ali apenas para fazer Dun-Cadal contar sua história. 

Ele narra os acontecimentos de suas glórias não desde o começo, mas sim quando o império dá seus primeiro sinais de queda, graças à conspirações e há uma história tão antiga quanto sua religião. 

Entrelaçado ao passado contado, há o presente. Nesse presente, há um assassino à solta que ameaça os conselheiros da atual república e cabe a Viola e Dun-Cadal desvendar esse mistério. 

Antoine Rouaud criou personagens frios e nada carismáticos. Nem mesmo Dun-Cadal conseguiu ser um personagem marcante para mim, apenas enfadonho e cheio de si. Viola é só uma sombra... Há outros personagens no livro que me parecem ser melhores, mas suas participações são modestas demais e levadas a quase insignificância. 

A capa do livro é muito bonita, sóbria. As páginas são amareladas. O livro é dividido em duas partes, uma mais focada no passado e outra mais focada no presente, ambas contadas em terceira pessoa. 

Para mim a leitura se arrastou um pouco, pois as coisas foram tornando-se previsíveis. Apenas uma ou outra coisa me pegou de surpresa e nem eram coisas relevantes. Ainda não sei se gostei ou não desse livro, tanto que demorei um pouco para escrever a resenha e ver se meu sentimento após termina-lo se abrandava... mas não. Continuo mesmo ainda em cima do muro, haha! Espero que o segundo livro da série me faça optar de fato por um lado!


18.6.18

{O menino que vê filmes} TOP SÉRIES DOS ANOS 80/90


Oi gente! 

Séries se tornaram uma febre mundial nos dias de hoje, com as plataformas de streaming. Porém, o pessoal da minha geração não tinha esses privilégios. Para acompanhar uma série, tinha que se estar nos dias e horários certos em frente a TV e correr o risco de, de uma hora pra outra, ver cancelada aquela série do coração sem nenhuma explicação (como acontece nos dias de hoje). Quem viveu na década de 80 lembra-se de programas de TV como a Sessão Aventura, que era exibida diariamente após a Sessão da Tarde. Havia também as séries de final de semana, para quem não conseguia assistir nada de segunda a sexta. Tinha série pra todos os gostos: Ficção, Western, Policial, Drama… 

Vou fazer aqui hoje um apanhado das séries que marcaram minha infância e adolescência, apenas a título de recordação para a galera que está entrando nos “enta”, já que nenhuma das séries que eu vou relacionar aqui eram páreo para um Game Of Thrones… Mas eram garantia de diversão na TV. Vem comigo? 

O INCRÍVEL HULK


Muito antes do gigante esmeralda estrelar filmes solo e compor a equipe dos Vingadores, ele era vivido nas telinhas diariamente pelos atores Bill Bixby e Lou Ferrigno. Embora apresentasse mudanças substanciais no enredo em relação à HQ, O Incrível Hulk deixou saudades nos fãs da série. Uma das mudanças mais notáveis era em relação ao nome do protagonista, que não se chamava Bruce, mas David Banner. O nome foi escolhido para metaforizar com a história de Davi e Golias, simbolizando a dualidade das personalidades do cientista e do monstro verde (que era interpretado pelo fisiculturista/ator Lou Ferrigno).

MANIMAL


Apesar de sua curta duração, Manimal conquistou lugar de destaque entre as séries de maior sucesso dos anos 80. Com enredos deveras ingênuos, Manimal impressionava com seus efeitos especiais de “última geração”, que caíram no gosto dos produtores após o lançamento do videoclipe Thriller, de Michael Jackson. Divertida e instigante, Manimal contava a saga do professor Jonathan Chase, um especialista em vida selvagem que trabalhava como consultor para a polícia de Nova York e dominava uma técnica indígena que o permitia se transformar em quaisquer animais. Para a tristeza dos fãs, a série teve apenas 8 episódios produzidos. 

 AUTOMAN


Outra série de curta duração que atingiu enorme sucesso no público infanto juvenil foi Automan. Claramente inspirada no filme Tron, Automan narra a saga do personagem de mesmo nome, que era nada menos que um “holograma sólido”, que podia se materializar no mundo exterior e auxiliar seu criador, o policial Walter Nebicher, no combate ao crime. Automan era composto de um corpo que se assemelha a uma placa de circuitos reluzentes e atuava acompanhado da entidade chamada Cursor, um ponto de luz que era capaz de materializar carros, aeronaves e qualquer coisa que o herói necessitasse. 

 A GATA E O RATO


Muito antes de Bruce Willis se tornar o “badass” dos filmes de ação dos anos 90 em diante, ele protagonizava, ao lado da belíssima Cybill Shepperd, um charmoso (e cínico) detetive particular nesta série que foi uma das maiores sobre detetives. O enredo é sobre Maddie, uma modelo de sucesso que, após ser enganada por seu agente, fica sem emprego e sem dinheiro, unindo-se ao detetive David Addison na agência de detetives Blue Moon. Com toques de comédia e romance, a série teve 67 episódios e, em grande parte, veiculou em horário nobre nos EUA. No Brasil, a série era exibida aos domingos. 

 ALÉM DA IMAGINAÇÃO 


Muita gente não sabe, mas séries como Arquivo X são derivadas diretas da fantástica The Twilight Zone, ou Além da Imaginação, como ficou conhecida por aqui. A série narrava (com um tom sombrio) histórias de ficção que abordavam assuntos como o sobrenatural, alienígenas, viagens no tempo e dimensionais. O sucesso da série foi tanto que ela teve vários remakes e continuações, tendo sido exibida originalmente em 1969.

BARRADOS NO BAILE



Originalmente chamada Beverly Hills 90210, a série queridinha dos adolescentes dos anos 90 (me incluindo) fez grande sucesso no Brasil e transformou em astros alguns de seus protagonistas, como Jason Priestley e Luke Perry (só eu sei o trabalho que dava imitar aqueles topetes). Beverly Hills 90210 abordava temas comuns aos jovens, tais como gravidez precoce, drogas e suicídio, e era ambientada num dos endereços mais luxuosos dos EUA.

BLOSSOM


Minha série preferida na hora do almoço, já nos anos 2000, que trazia como protagonista a atriz Mayim Bialik, que hoje pode ser vista como a Amy Farrah Fowler na série The Big Bang Theory. Blossom era uma adolescente perspicaz e muito inteligente, que se via em conflito com sua família pouco convencional, formada por seu pai músico, seus irmãos, sua vizinha Sixie e seu avô materno. Garantia de boas risadas!

FRIENDS


Esta sim inaugurou a era dos grandes Sitcon’s de sucesso na TV aberta! Atire a primeira pedra quem nunca deu uma risada com o dia a dia dos amigos Ross, Rachel, Chandler, Joey, Phoebe e Monica. Dinâmica e divertida, Friends baseava-se nos problemas cotidianos destes 6 amigos que dividiam o prédio e suas histórias no coração de Nova York, entre um e outro café no famoso Cerntral Perk.

CONCLUSÃO 

Séries de TV sempre foram e sempre serão uma excelente pedida de entretenimento para todas as idades e as plataformas de Streaming só vieram facilitar a diversão. Até a próxima, gente!