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28.6.18

{Resenha} A escola do Bem e do Mal



Título Original: The School for Good and Evil
Autor: Soman Chainani
Editora: Gutemberg
Sinopse: No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.
Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são.
Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.


Quem me conhece sabe que sou apaixonada por contos de fadas. Absorvo tudo que posso que tenha esse tema, desde livros de ficção à livros técnicos que fazem estudos em cima dos contos. 

Vi essa série pela primeira vez na Flipoços, mas não pude adquirí-la na ocasião. Mas como o universo é muito legal, a Editora Gutemberg deu a oportunidade de ler os dois primeiros e aí já comprei o terceiro também, na Flipoços desse ano! Não sabia muito sobre o que era, mas só a capa já havia me encantado! Li o primeiro e o segundo quase um seguido do outro. O terceiro vou enrolar um pouco, afinal ainda não tem o quarto lançado por aqui e não quero ficar sofrendo abstinência huahua! 

Mas vamos lá, me deixem apresentar essa série maravilhosa para vocês! 

No povoado de Galvadon, que não é muito grande e nem muito pequeno, as crianças são acostumadas a lerem muitos livros de contos de fadas. Ninguém se lembra exatamente quando isso começou, mas sabem que foi quando uma pequena livraria abriu as portas na cidade, cujos livros simplesmente surgiam ali depois de algum tempo. Coincidentemente, alguns anos depois que duas crianças desapareceram e nunca mais foram vistos. 

Depois de entenderem melhor em qual situação o povoado se encontrava, de quando e como os desaparecimentos ocorriam, os adultos criaram ferramentas para que seus filhos não fossem levados embora. Enfeiavam os bonitos, faziam os malvados ter boas ações e quem era bom, a falar alguns palavrões. E também as trancavam na segurança de seus quartos, por precaução. 

Mas existem duas garotas que estão felizes como são. Sophie sabe que nasceu para ser uma princesa e trabalha para que todos saibam quão boa ela é. É bonita, cheirosa, gosta de animais... E Agatha acha que isso tudo é bobagem e que sua amiga e toda a cidade está louca, se acreditam nas lendas. 

Que lendas? 

Que há uma escola nos confins da floresta onde crianças e adolescentes são levados e julgados de acordo com o que está em suas almas. Se são boas, são levadas para a Escola do Bem para serem princesas e terem seus contos de fadas. Se são maus, são selecionadas para a Escola do Mal para aprenderem todos os tipos de vilanias e entrar nos contos de fadas das princesas para impedirem seus finais felizes. 

Longe de ser uma princesa, Agatha tem todas as características de uma pequena bruxa. Mora no velho cemitério e ninguém quer ser seu amigo, não liga para a aparência ou boas ações. Sua mãe é um tipo de médica que faz poções para ajudar os outros... O que ajuda a acreditar que a menina também é uma bruxa. Agatha é grosseira e não tem papas na língua, tem um gato preto que lhe ama e lhe dá ratos mortos de presente e ela carinhosamente os guarda. Acha que todos no povoado são loucos por acreditarem que para além da floresta exista uma escola que treina adolescentes para cumprirem algum propósito. 

Sophie, por outro lado, é aquele tipo de menina que nasceu se sentindo uma estrela e que ninguém mais irá brilhar como ela. É muito bonita e dedica horas de seus dias a cuidar de si mesma. E em outros momentos de seu dia, ocupa-se em fazer o bem – ou o que ela acredita ser o bem – pois sabe que todas as princesas são boas pessoas e que é assim que encontram seus príncipes e são felizes para sempre. Não é? 

Na Escola do Bem e do Mal, as coisas não parecem ser como se imagina. Repleta de fadas, brilhos, flores e perfumes, na Escola do Bem os professores são os que mais tiveram sucesso em suas carreiras. Fadas madrinhas, princesas, treinadores de príncipes... Os alunos são treinados em matérias relacionadas ao bem como embelezamento, falar com animais, esgrima para os príncipes... São classificados de acordo com suas notas. E é claro que nem todos podem ser a realeza... 

Na Escola do Mal é o mesmo esquema: você é treinado para ser o melhor dos vilões. As aulas podem ser enfeiamento, envenenamento, maldições... Os professores, alguns deles são os mesmos entre as duas escolas. Gostei de conhecer os professores de ambas as escolas, pois apesar de precisarem seguir um papel, mostram que vão bem além das aparências. 

São realizadas aulas em conjuntos entre as escolas, momento o qual os alunos de ambos os locais podem interagir. É claro o preconceito que é instaurado entre os alunos, bem como a animosidade que precisa ser cultivada desde a escola. Há diversos desafios escolares que definem as notas de cada um e um grande desafio no qual o aluno que ganhar, pode sair em disparado na frente dos outros em relação às suas notas. 

Os alunos de ambas as escolas são ninguém mais, ninguém menos que os descendentes de heróis, heroínas e vilões de outros contos de fadas, em busca de suas próprias histórias. Eles carregam já nomes a zelar. Menos as duas crianças que são trazidas do povoado... Essas são conhecidas como Leitoras. 

Não quis falar muito dos acontecimentos do livro para não estragar sua experiência com ele. Só te digo que ele é repleto de aventuras e desafios que te deixam agoniada! Li o primeiro livro muito rápido, não conseguia parar! É muita reviravolta em busca de um final feliz que meu paizinho das boas leituras! O final é... Inesperado e lindo! 

A escrita do autor é encantadora e os personagens são muito bem estruturados. Dá para perceber sua luta diária em busca de criar uma personalidade, de encontrar um caminho para seguir. Um final para sua história. 

Amei cada parte da leitura e os lançamentos dos próximos livros estão de vento em popa: já temos no Brasil 3 livros lançados e o próximo será lançado na Bienal de São Paulo, que contará com a presença do autor. O quinto livro está sendo lançado na gringa e espero que não demore por aqui! 

Se ama contos de fadas, com certeza irá amar esse livro!



26.6.18

{Resenha} Doce Lar


Título Original: Sweet Home
Autora: Tillie Cole
Editorial: Essência
Sinopse: Aos vinte anos, Molly Shakespeare acha que já sabe de tudo.Ela leu Descartes e Kant.
Ela estudou em Oxford.
Ela sabe que as pessoas que te amam também te deixam.
Mas quando Molly se muda da cinzenta Inglaterra para começar uma nova vida nos Estados Unidos, ela descobre que ainda tem muito a aprender. No Alabama os verões são mais quentes, as pessoas mais intimidantes e os alunos de sua nova escola muito mais viciados em futebol.
Após conhecer o famoso quarterback Romeu Prince, Molly só consegue pensar em seus olhos castanhos, cabelos loiros, físico perfeito... e em como sua vida tranquila e solitária parece estar a ponto de mudar drasticamente.

Molly Shakespeare veio da Inglaterra como assistente de sua professora e também para concluir seu mestrado na Universidade do Alabama. Tudo que ela esperava era passar esse ano fazendo seus trabalhos e vivendo uma vida tranquila já que seu passado é um tanto turbulento. Claro que isso deixa de acontecer quando ela esbarra no cara mais gato da universidade.

Romeo Prince é o típico bad boy atormentado. O sonho de toda garota do Alabama, já que ele é o quarterback da universidade. Todos o conhecem e sabem seu nome, mas parece que uma tímida garota inglesa não faz ideia de quem ele é. Uma novidade para o tão cobiçado “Canhão”.


Molly é conhecida por sua inteligência. Formou-se cedo e já está prestes a concluir seu mestrado, mas cai de amores rapidamente pelo quarterback da universidade. Mas isso é ruim? Claro que não, o problema é se deixar levar pela possessividade dele, pois é onde reina a burrice. Eu adoro os bad boys, mas sempre precisamos de uma mocinha que tenha pulso firme para representar nós, as mulheres poderosas.

Para quem leu Mil Beijos de Garoto e se apaixonou pela história de Poppy e Rune, Doce Lar é como um retrocesso. A história é aquele clichê que tem em muitos livros. Não me levem a mal, eu adoro um clichê, mas eu não esperava nesse livro. Fui com as expectativas erradas e acabei encontrando o mais do mesmo. Então se você gosta desses livros açucarados, vai amar Doce Lar. Se eu soubesse que a história seria isso, talvez eu tivesse aproveitado mais a leitura. Mirei Mil beijos de Garoto e acertei em Sem Fôlego da Abbi Glines. Fãs da Abbi não me batam, please.

Para deixar claro aqui, eu não achei o livro todo ruim, mas como não foi o que eu achei que seria, eu não poderia deixar de dar minha opinião sincera e minha nota baixa. My apologies aos fãs.



25.6.18

{Lançamentos} Junho: Companhia das Letras


Tchu-tchu-ru!

Sabem que amo essa época do mês? Em que vemos tudo o que as editoras prepararam com carinho para os leitores, a dedicação dos autores em entreter aqueles que amam os livros, que estão ansiosos para terem sua pequena participação, criando aquele mundo dentro de si!

Este mês a Companhia das Letras nos preparou vários lançamentos, entre eles muitos nacionais! Vamos conhecer todos os lançamentos da editora esse mês!

Céu sem estrelas

Iris Figueiredo

Páginas: 360
LANÇAMENTO: 22/06
Um romance sensível e envolvente sobre autoestima, família e saúde mental.
Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.
“Uma história brilhante sobre encontrar a sua força mesmo quando não há esperanças. Iris escreve com uma sensibilidade incrível e dá voz aos jovens que vivem a busca constante pelo seu lugar no mundo.” – Vitor Martins, autor de Quinze dias 

Quem tem medo do feminismo negro?

Djamila Ribeiro

Páginas: 152
Lançamento: 08/06/2018
Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.
Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.
Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir. 

O tempo desconjuntado

Philip K. Dick

Título original: TIME OUT OF JOINT
Páginas: 272
Lançamento: 04/06/2018
Um romance impressionante de um dos maiores nomes da ficção científica. Philip K. Dick faz o leitor duvidar do real e se perguntar a todo momento até que ponto a paranoia é justificada.
Com edição especial em capa dura e projeto gráfico arrojado, uma obra inédita de Philip K. Dick chega ao Brasil, trazendo um retrato único da construção do medo, da desconfiança e da própria realidade.
Ragle Gumm tem um trabalho bastante peculiar: ele sempre acerta a resposta para um concurso diário do jornal local. E quando ele não está consultando seus gráficos e tabelas para o trabalho, ele aproveita a vida tranquila em uma pequena cidade americana em 1959. Pelo menos, é isso que ele acha.
Mas coisas estranhas começam a acontecer. Primeiro, Ragle encontra uma lista telefônica e todos os números parecem ter sido desconectados. Depois, uma revista sobre famosos traz na capa uma mulher belíssima que ele nunca tinha visto antes, Marilyn Monroe. E para piorar, objetos do dia a dia começam a desaparecer e são substituídos por pedaços de papel com palavras escritas, como “vaso de flores” e “barraca de refrigerante”. A única alternativa que Ragle encontra para descobrir o que está acontecendo é fugir da cidade e de todos esses acontecimentos bizarros, contudo, nem a fuga nem a descoberta serão tão fáceis quanto ele imaginava.
“Maravilhoso, terrivelmente divertido, ainda mais se você já considerou a possibilidade do mundo ser um universo fictício construído somente para impedir que você descubra quem realmente é. Uma possibilidade bastante plausível, claro.” — Rolling Stone 

Deuses caídos

Gabriel Tennyson 

Páginas: 288
Lançamento: 11/06/2018
Em Deuses caídos, Gabriel Tennyson nos leva em uma investigação sombria e grotesca, percorrendo os cantos escuros do Rio de Janeiro, onde as sombras têm olhos e garras, e de onde o leitor desavisado pode nunca escapar.
Um serial killer com poderes paranormais está assassinando evangelistas famosos — e os vídeos de cada um deles sendo torturados ganham cada vez mais público na internet. O assassino se proclama o novo messias, e os pecadores devem temer sua justiça. O que a Sociedade de São Tomé teme, no entanto, é que ele acabe com o trabalho de séculos de manter o sobrenatural bem afastado da consciência da população, embora seres mágicos povoem o submundo da cidade.
Para garantir que o assassino seja capturado e o máximo de discrição mantida, a Sociedade convoca Judas Cipriano — um padre indisciplinado, descendente de são Cipriano e herdeiro de alguns poderes celestiais. Veterano nesse tipo de caso, o padre é enviado para trabalhar como consultor da Polícia Civil e fica responsável por apresentar à jovem inspetora Júlia Abdemi o lado místico da cidade.
Para resolver o caso — e sobreviver —, os dois precisarão de toda ajuda que puderem encontrar... O que inclui se unir a uma súcubo imortal, um dragão chinês traficante de armas mágicas e um gárgula que é a síntese da sociedade carioca.
Com protagonistas cativantes, um vilão extraordinário e criaturas sobrenaturais reinventadas de maneiras sombrias, Deuses caídos une o melhor do thriller e da fantasia urbana em uma investigação vertiginosa com um final épico.
“Deuses caídos mistura descrições bizarras com personagens inusitados e ajuda a criar um tenebroso imaginário brasileiro. Gabriel Tennyson é uma voz nova e original no terror nacional.” — Raphael Montes 

De espaços abandonados

Luisa Geisler


Páginas: 416
Lançamento: 18/06/2018

De espaços abandonados é um mosaico narrativo de várias vozes, um livro sobre procurar alguém e se perder no processo. Nele, Luisa Geisler constrói com maestria uma trama complexa com personagens envolventes que desafiam os limites das páginas.
Maria Alice é introspectiva e míope; muito míope. Sua mãe, que sofria de distúrbio bipolar, desapareceu sem deixar pistas, e Maria Alice está disposta a viajar o mundo para reencontrá-la. Posts em um blog sobre espaços abandonados e exploração urbana a levam a Dublin, onde passa a viver com brasileiros que decidiram ganhar a vida no exterior, mas que perderam (ou ignoraram) o rumo. Em sua incerta busca, ela acaba seguindo o próprio desejo de se perder.
Ao mesclar cartas, trechos de livros, manuais de escrita, depoimentos e arquivos perdidos em computadores, Luisa Geisler costura a vida de uma série de brasileiros autoexilados na Irlanda, em busca de um futuro melhor, ainda que não saibam o que procuram.
Este livro não traça apenas a jornada de uma mulher em busca da mãe. Ele refaz, também, a história de personagens perdidas, que buscaram uma vida melhor em outros países, mas acabaram reencontrando antigos problemas nelas mesmas. São pessoas que por anos ouviram histórias sobre ganhar em euro e a mítica da sorte irlandesa, mas que agora estão entre tentar achar uma forma de fugir da vida ou encará-la de frente. 

Garota-ranho: Green Hair Don’t Care

Garota-ranho, volume 1
Bryan Lee O’Malley e Leslie Hung 

Título original: SNOTGIRL VOL.1 : GREEN HAIR DON'T CARE
Páginas: 136
Lançamento: 25/05/2018
Do mesmo criador do fenômeno Scott Pilgrim, Garota-ranho é uma das séries mais ousadas, engraçadas e espertas dos quadrinhos atuais.
Lottie Person é uma blogueira de moda que vive uma vida absolutamente incrível — ou pelo menos é o que ela quer que você acredite. A verdade é que sua alergia está fora de controle, seu nariz não para de escorrer, o namorado a trocou por uma garota mais nova e é possível que ele tenha cometido um homicídio. Este é o primeiro volume do sensacional Garota-ranho, de Bryan Lee O’Malley, criador de Scott Pilgrim, e da desenhista Leslie Hung. 


O Homem-cão desgovernado

Homem-Cão #2
Dav Pilkey 

Título original: DOG MAN UNLEASHED
Páginas: 224
Lançamento: 28/05/2018
Antes do Capitão Cueca, Jorge e Haroldo criaram um herói que bebe água da privada, rola sobre os bandidos e late na cara do perigo: o Homem-Cão! Essa é a continuação de suas aventuras (e confusões). 
Quando o oficial Rocha e seu cachorro Greg sofrem um acidente, o único jeito de os dois sobreviverem é fundindo a cabeça do cão com o corpo do policial — e é assim que nasce o Homem-Cão, o melhor policial da cidade! Mas ele ainda está aprimorando suas habilidades no trabalho. 
Pepê, o gato, seu maior inimigo, fugiu da Prisão dos Gatos mais uma vez e está apavorando a todos com seus atos criminosos. A vilania parece um peixe fora d’água solto pela cidade. Mas o Homem-Cão está à solta — e desgovernado! — para deter os malvados da vez. Será que ele vai conseguir manter o foco longe dos brinquedos do pet shop e salvar a cidade mais uma vez? 


{Evento} Flipop 2018



A segunda edição da FLIPOP chegou!

Entre os dias 29/06 e 01/07 de 2018, acontece a 2ª edição da FLIPOP - Festival de Literatura Pop -, um evento criado pela Editora Seguinte, selo jovem do Grupo Companhia das Letras. Ainda maior este ano, participam do festival outras 9 editoras além da Seguinte: D'Plácido, Duplo Sentido, Editora Hoo, Globo Alt, Editora Planeta do Brasil, Morro Branco, Plataforma 21, Qualis e Todavia. A FLIPOP acontece no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado no 4º andar do Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 - São Paulo). No evento, todos pagam meia: seja meia entrada de estudante (mediante apresentação de carteirinha) ou meia social (mediante doação de um livro em bom estado na entrada no evento).

A FLIPOP 2018 é um festival literário voltado para os jovens leitores e contará com 38 convidados divididos em mais de 28 mesas de bate-papos e atividades. Nas mesas e durante todo o evento haverá encontros de fãs, dicas de escrita, distribuição de brindes exclusivos, conversas sobre Wattpad, representatividade, fantasia e muito mais.

A abertura do evento será às 12h30 do dia 29 de junho, seguido pelos primeiros bate-papos: Do Wattpad para as prateleiras, com a participação de Bruna Fontes, Mary C. Müller e Mel Geve e a mesa As várias vozes do Brasil, com a participação de Jarid Arraes, Roberta Spindler e Socorro Acioli acontecerão de forma simultânea nas salas A e B, respectivamente.

A literatura juvenil é hoje um dos principais centros de discussões sociais no mundo da literatura, e o fortalecimento da comunidade brasileira pode ser percebido em eventos como a FLIPOP. Na programação há mesas debatendo o papel da chamada “protagonista forte”, a necessidade de normalização de protagonistas gordos, negros e LGBT+ nas histórias, além de como tratar de temas delicados na literatura juvenil. O visitante também poderá assistir a mesas com dicas de escrita e sobre os bastidores do mercado editorial.

Eric Novello (Ninguém nasce herói), Keka Reis (O dia em que minha vida mudou), Iris Figueiredo (Céu sem estrelas) participarão de diversas mesas durante os dias de evento, além de outros nomes da literatura jovem adulta nacional, como Luiza Trigo, Socorro Acioli e Vitor Martins, e as booktubers Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.

Entre os convidados internacionais, a FLIPOP contará com a presença do Jeff Zentner, autor de Dias de despedida, e Morgan Rhodes, autora da série A Queda dos Reinos. Ambos publicados pela Seguinte. A programação completa pode ser vista no site e abaixo:
  
Sexta-feira, dia 29 de junho
Sessão de autógrafos: 14h30 às 16h
Sala A
Sala B
12h30 às 13h - Abertura

13h15 às 14h30 - Do Wattpad para as prateleiras
Bruna Fontes, Mary C. Müller e Mel Geve. Mediação de Babi Dewet.
13h15 às 14h30 - As várias vozes do Brasil
Jarid Arraes, Roberta Spindler e Socorro Acioli. Mediação de Bruna Miranda.
14h45 às 16h - Encontro da Guarda Escarlate
Equipe Seguinte.

14h45 às 16h - Livros como profissão
Ale Kalko (designer), Bruno Anselmi Matangrano (pesquisador) e Guilherme Miranda (tradutor). Mediação de Iris Figueiredo.

16h15 às 17h30 - Clichês e modas literárias
Bruna Fontes, Luiza Trigo, Paola Aleksandra e Thati Machado. Mediação de Frini Georgakopoulos.
16h15 às 17h30 - Livro ao vivo: ambientação
Eduardo Cilto e Eric Novello. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
17h45 às 19h - Humor é coisa séria
Fernanda Nia, Samir Machado de Machado e Vitor Martins. Mediação de Jim Anotsu.
17h45 às 19h - O que é uma protagonista forte?
Iris Figueiredo, Lavínia Rocha e Roberta Spindler. Mediação de Bárbara Morais.


Sábado, dia 30 de junho
Sessão de autógrafos: 14h45 às 16h45
Sala A
Sala B
10h às 11h15 - A escrita da identificação
Lavínia Rocha, Olívia Pilar e Samuel Gomes. Mediação de Jarid Arraes.
10h às 11h15 - Livro ao vivo: personagem
Samir Machado de Machado e Vitor Martins. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
11h30 às 12h45 - Os horizontes do YA (by Morro Branco e Plataforma 21)
Bruna Miranda, Jim Anotsu e May Sigwalt. Mediação de Cláudia Fusco.
11h30 às 12h45 - G de Grandes histórias
Janaina Rico, Larissa Siriani, Mila Wander e Thati Machado. Mediação de Bárbara Morais.
13h15 às 14h45 - Bate-papo com Jeff Zentner
Mediação de Vitor Martins.

15h15 às 16h30 - Dicas de escrita: estrutura
Com Socorro Acioli.
15h15 às 16h30 - Interlúdio
Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.
16h45 às 18h - Um cuidado necessário: escrevendo sobre temas fortes
Iris Figueiredo e Mary C. Müller. Mediação de Nathália Dimambro.
16h45 às 18h - Das páginas para a tela
Keka Reis e Luiza Trigo. Mediação de Babi Dewet.
18h15 às 19h30 - LGBT+ além do G (by Hoo Editora)
Amara Moira, Duds Saldanha e Larissa Moreira. Mediação de Tatiany Leite.
18h15 às 19h30 - Dá pra viver de livros no Brasil?
Eric Novello, Iris Figueiredo e Luiza Trigo. Mediação de Jim Anotsu.



Domingo, dia 1º de julho
Sessão de autógrafos: 14h45 às 16h45
Sala A
Sala B
10h às 11h15 - Garotos que amam garotos
Eduardo Cilto, Samuel Gomes e Vitor Martins. Mediação de Antonio Castro.
10h às 11h15 - Livro ao vivo: conflito
Mary C. Müller e Roberta Spindler. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
11h30 às 12h45 - Falando de amor na internet
Gabriela Barreira e Igor Pires da Silva, do Textos Cruéis Demais. Mediação de Tatiany Leite.
11h30 às 12h45 - O que a fantasia diz sobre o nosso mundo?
Eric Novello, Fernanda Nia e Lavínia Rocha. Mediação de Felipe Castilho.
13h15 às 14h45 - Bate-papo com Morgan Rhodes
Mediação de May Sigwalt.

15h15 às 16h30 - Interlúdio
Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.
15h15 às 16h30 - Dicas de escrita: linguagem
Com Socorro Acioli.
16h45 às 18h - Quem edita YA no Brasil?
Flávia Lago (Plataforma 21), Nathália Dimambro (Editora Seguinte) e Veronica Gonzalez (Globo Alt). Mediação de Taissa Reis.
16h45 às 18h - Meu ship naufragou
Bruna Fontes, Frini Georgakopoulos e Mel Geve. Mediação de Iris Figueiredo.
18h às 18h30 - Encerramento


2ª FLIPOP
Quando: 29 de junho a 1º de julho
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca - 4º andar (R. Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo - SP. Referência: 850 metros da Av. Paulista, 700 metros da Estação Higienópolis-Mackenzie do metrô.)
Site oficial: www.flipop.com.br
Evento no Facebook: link
Ingressos: R$50 por dia ou R$100 para o festival completo. O ingresso dá direito a participar de todas as palestras, atividades e sessões de autógrafos. À venda pela Pixelticket.
Patrocínio: Papel Pólen e Centro de Convenções Frei Caneca