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29.12.18

{Resenha} Pela Lente do Amor - Megan Maxwell


 Oie amores.
C-H-E-G-U-E-I!



Confere aí mais uma resenha da Megan.
#ADOOOOOORO


*livro cedido pela editora

Sinopse:

"Ana Elizabeth troca o luxo e a riqueza da sua aristocrática família londrina pelas calles madrilenas, em busca do seu sonho: ser fotógrafa. Dona do seu nariz, ela monta com a amiga Nekane um estúdio fotográfico na capital espanhola e segue seu caminho de sucesso. No dia em que o prédio onde trabalham enfrenta um incêndio, Ana conhece Rodrigo, um dos bombeiros que atendem ao chamado da ocorrência. A troca de olhares aquece não só o corpo da fotógrafa, mas também seu coração e ela se entrega à inusitada amizade com benefícios que nasce entre eles. Apesar de cúmplices, um balde de água fria vai comprometer a liga dessa relação, quando Rodrigo um mulherengo de carteirinha descobrir que sua querida Ana está grávida de um turista suíço que passou por sua vida sem passagem de volta e de quem ela só sabe o nome. E o que dirá sua pomposa família quando souber que ela está grávida de um desconhecido e é amante de um bombeiro pobretão? Só a leitura do livro revelará!"

Resenha

Estória maravilhosa, personagens cativantes como só Megan sabe fazer.
O “miolo” do drama é centrado em Rodrigo, bombeiro de profissão e Ana a fotografa.
A principio Ana morava em Londres com seus pais e uma irmã, era amada, rica, bem relacionada, advogada, mas namorava um crápula, que um dia antes do casamento da irmã, discutindo feriu-a na testa, sendo a gota d´agua para ela.
Libertou-se da mãe opressora, do namorado baba e mudou-se para Madri, onde foi exercer a profissão que amava – a fotografia! Foi um Deus no acuda, mas Ana foi forte, viajou e venceu.


Sete anos depois em Madri, por ocasião de um incêndio no seu prédio, mas sem muitos agravantes, conheceu Rodrigo... aquele típico bombeirão maravilhosos, lindo, parrudo e desinibido.
Ana sendo uma romântica incurável investe nessa relação e Rodrigo apesar de ser um “beija-flor” de carteirinha, se sente atraído por Ana. Mas para quebrar esse idílio todo, Ana descobre que está grávida de um turista russo, do qual só sabia o nome.
Apesar de não abortar e também não dizer nada a Rodrigo e por continuar apaixonada pelo bombeiro, Ana consegue transformar essa relação em uma grande amizade.

Rodrigo ao descobri-la grávida lhe dá todo apoio. Ana continua amando-o, mas tenta camuflar este amor.
Todos os amigos dela sabem o que Ana sente por Rodrigo. Sói ele que é cego, ou se faz. E Ana sofre com isso e ainda por cima grávida.
Rodrigo desfila todo fim de semana com uma mulher diferente e isso acaba com Ana, mas ela é forte!


Acontecimentos maravilhosos os unem ainda mais, e como não são de ferro e a convivência é muito estreita entre os dois, as “escorregadas” acontecem bem tórridas.
Quando Rodrigo começa a perder a “cegueira” e enxerga Ana por outro prisma, trocar de mulher já não importa mais, perdeu a graça, é a vez de Ana encarar outros parceiros, porque a fila anda.

Apesar de continuar amando-o, os papeis se invertem. Rodrigo prova do mesmo veneno.
E agora? Quem apaga o fogo de quem?
São situações engraçadas, cercadas de amizade, amor, desprendimento.
Megan é uma “mega” escritora, parabéns por mais essa maravilhosa estória. Obrigada pelo vocabulário “oxímetro”, que eu sabia o que era, mas não sabia o nome.


           Por hoje é só amores.
           Até a próxima!
           Tchau!



Título: Pela Lente do Amor
Autor (a): Megan Maxwell
Editora: Essência
Número de Páginas: 430

27.12.18

{Resenha} No seu pescoço



Título original: The thing around your neck
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie vem conquistando um público cada vez maior, tanto no Brasil como fora dele. Em 2007, seu romance Meio sol amarelo venceu o National Book Critics Circle Award e o Orange Prize de ficção, mas foi com o romance seguinte, Americanah, que ela atingiu o volume de leitores que a alavancou para o topo das listas de mais vendidos dos Estados Unidos, onde vive atualmente. Ao trabalho de ficcionista, somou-se a expressiva e incontornável militância da autora em favor da igualdade de gêneros e raça. Agora é a vez de os leitores brasileiros conhecerem a face de contista dessa grande autora já consagrada pelas formas do romance e do ensaio. Publicado em inglês em 2009, No seu pescoço contém todos os elementos que fazem de Adichie uma das principais escritoras contemporâneas. Nos doze contos que compõem o volume, encontramos a sensibilidade da autora voltada para a temática da imigração, da desigualdade racial, dos conflitos religiosos e das relações familiares. Combinando técnicas da narrativa convencional com experimentalismo, como no conto que dá nome ao livro - escrito em segunda pessoa -, Adichie parte da perspectiva do indivíduo para atingir o universal que há em cada um de nós e, com isso, proporciona a seus leitores a experiência da empatia, bem escassa em nossos tempos.

Tenho descoberto a escrita incrível dessa autora nos últimos meses. Li (e ainda não resenhei, sorry pipols) Meio sol amarelo e me encantei pelo modo simples que ela nos apresenta a Nigéria na época da Biafra… E fiquei impressionada com  o tanto de coisa que eu não sei sobre o continente africano. De sua história rica que é culturalmente apagada por diversos ramos da história e que precisa surgir e ser desesperadamente ensinado nas nossas escolas.
[...] Ele contou que os ingleses tinham roubado as máscaras originais no final do século XIX, durante o que chamaram de Expedição Punitiva; contou como os ingleses gostavam de usar palavras como "expedição" e "pacificação" para descrever os atos de matar e roubar. [...]- Réplica
Mas enfim… Chimamanda apresenta No seu pescoço 12 contos variados, sem nenhuma ligação entre os personagens – embora eu tenha visto um dos personagens de Meio sol amarelo ali, ou quero acreditar que era huahuahuah.

Eu fiz muitas marcações em todos os contos, coisas que me fizeram pensar ou me deram um pequeno baque. São contos que falam da realidade que os nigerianos vivem, tanto em seu país quanto fora dele. Política, ditadura militar, preconceitos, pobreza… Acho que ocorrem no geral entre 1920~1990, nem todos possuem uma data específica.

O que fica sempre muito claro é a desigualdade com a qual os homens e as mulheres são tratadas. Que, embora as mulheres sejam portadoras de títulos de faculdade, os homens sempre a diminuem de algum modo. Em um conto isso ficou ainda mais escancarado, mas não somente pelo fato da personagem ser mulher, mas de outro personagem dizer que aquilo que ela dizia sobre o país onde ela viveu a vida toda não era a realidade. Que isso não aconteceria. Ah vá!
"Mas por que nós não dizemos nada?" Perguntou Ujunwa, erguendo a voz e olhando para os outros. "Por que nunca dizemos nada?" - Jumping Monkey Hill
Também mostrou a realidade dos professores que, mesmo com seus mestrados e doutorados, não conseguem trabalho para se manter... Ou o governo não os pagava. A situação parecia só piorar.

Uma coisa frequente nos contos é a emoção que surge através das situações e o modo com o qual a autora escreve. É tocante ver o que as pessoas ali descritas fazem em busca de uma melhora, ou como encaram a vida. Cada conto tem um personagem muito forte, marcante... Não sei se eu conseguiria escolher a melhor personagem de todos os contos de No seu pescoço... Mas para mim o melhor conto é o último. Acredito que mostra muito bem como a presença dos europeus influenciaram na África para a pior, desejando apagar toda a cultura que já estava criada. Muita coisa é errada e contra os direitos humanos lá até hoje? Definitivamente, sim. Mas a cultura precisa ser escrita e apreendida e não apagada como foi, em especial pelas missões cristãs.

A imigração também foi tema constante e como eles lidam com ela. O que fazem, o choque de culturas... Muitas vezes precisam até mudar de nomes para o conforto das pessoas do novo país. E como isso também faz, muitas vezes, com que sua personalidade acabe perdida de algum modo. É um mundo triste e cruel.

Em alguns contos é como se a autora transformasse o leitor no personagem, contando como as coisas lhe aconteceram. É um estilo muito interessante e que aproxima bastante aquele que lê do que está acontecendo. Acho que foi uma das primeiras vezes que me deparei com uma escrita assim. Magnífico, simplesmente.
Apesar de ter só dez anos, você soube que algumas pessoas podem ocupar espaço demais apenas sendo; que, apenas existindo, algumas pessoas podem sufocar as outras. - Amanhã é tarde demais

26.12.18

{Resenha} Habibi - Craig Thompson


Autor: Craig Thompson
Editora: Quadrinhos na Cia.
Sinopse: Habibi é a saga de dois escravos fugitivos, unidos e separados pelo destino, vivendo no limite que separa a tradição da descoberta. Dodola, uma garota perspicaz e independente, foge de seus captores levando consigo um bebê. Eles crescem juntos no deserto, sozinhos em um navio naufragado na areia. Em meio a sentimentos cada vez mais conflitantes, os dois passam o tempo contando histórias. Assim, somos apresentados também à origem do islamismo e de suas tradições, conforme as narrativas se combinam numa trama de aventura, romance, filosofia e tragédia. Para contar a saga de Dodola e Zam, Craig Thompson recorreu ao Corão e às Mil e uma noites. Do primeiro, colheu o próprio estilo do livro, inspirado na caligrafia árabe, e também as narrativas do texto sagrado dos muçulmanos, recriadas com maestria pela pena do autor. Do segundo, tirou um cenário fantasioso, repleto de lendas e histórias, uma versão quase mitológica da nossa ideia de Oriente. Ambientado nos dias de hoje, Habibi não se passa em nenhum país conhecido. É uma terra igualmente fantástica e concreta, onde questões presentes se misturam a indagações ancestrais. Crítica social, questionamentos ecológicos, paralelos entre religião e amor: tudo encontra seu lugar nesta narrativa tão épica quanto particular. Fruto de sete anos de pesquisas e trabalho, Habibi é um monumento do quadrinho moderno e uma resposta atual a questões que nos perseguem desde sempre. - "Cortante, Habibi é um enorme feito de pesquisa, cuidado e tinta preta, e um lembrete de que todos os 'povos do livro', apesar das diferenças, dividem um mosaico de histórias." Zadie Smith, Harper's Magazine.

Como não se apaixonar pela história de Habibi?

Duas crianças contra o mundo. Dois escravos. Uma garota branca e um bebê negro. Duas raças, mas que não fazem muita diferença para os homens. Os dois conseguem fugir e encontram conforto um no outro na luta para a sobrevivência e também no poder das histórias. Histórias que nossa protagonista Dodola conta para Zam ao longo do livro. Histórias sobre o islamismo.

Em dado momento de Habibi os dois escravos acabam se separando. Cada um passa por situações que os mudam e os afastam, são tantas provações, mas o destino de Dodola e Zam já parecia ter sido traçado, pois mesmo com tantas dificuldades, o reencontro parece inevitável.


A edição de Habibi está mais que caprichada. Craig fez um trabalho incrível em cada palavra e traço dessa história. A narração está feita em uma mistura de presente e passado, juntamente com a história do islamismo, então devo alertar ao leitor que tenha atenção ao ler essa história.

O autor precisou de muita pesquisa para que essa história pudesse ser concretizada. Foram sete anos para criar esse graphic novel incrível. Habibi tem como fonte a história do islamismo e suas várias tradições, mas além da religião, o livro trás vários questionamentos sociais, ecológicos, sobre como tratamos as pessoas e sobre a posse do corpo da mulher. Apesar de ter fugido em dado momento da história, Dodola nunca sentiu que seu corpo era apenas seu e sim um bem material para quem pudesse pagá-lo.


Com muita sensibilidade, mas ao mesmo tempo sem esconder a face podre do mundo, Craig nos conta uma história linda e tensa sobre a religião, as nossas crenças e sobre a humanidade. Um graphic novel que me emocionou e me indignou ao mesmo tempo.

Habibi termina de maneira tão linda que enquanto escrevo essa resenha eu relembro esses momentos e é impossível não sentir as lágrimas querendo sair. Vontade não me falta de querer entrar nessa história e tentar fazer o melhor por aqueles que mais precisam. Mas termino essa história feliz por ver que mesmo Dodola e Zam tendo tão pouco, ainda fazem o possível para ajudar quem precisa. Um grão de areia de bondade na imensidão que assola essa história, mas que pode fazer toda a diferença.


25.12.18

{Resenha} Princesa das Cinzas



Título Original: Ash Princess
Autora: Laura Sebastian
Editora: Arqueiro
Sinopse: Best-seller instantâneo do The New York Times.
Primeiro volume de uma trilogia épica.
PRINCESA
PRISIONEIRA
ÓRFÃ
REBELDE
Theodosia era a herdeira do trono de Astrea quando seu reino foi invadido, deixando um rastro de destruição.
Dez anos depois, a princesa, órfã, prisioneira e subjugada, percebe que não lhe resta mais nada, a não ser lutar pela própria liberdade.
O passado, que por tanto tempo ficou enterrado, agora precisa vir à tona para mostrar a Theodosia os caminhos que poderão levá-la de volta ao trono.
Mas Theo conseguirá ser a rainha de que seu povo precisa? Ou será que anos de humilhações transformaram a herdeira da Rainha do Fogo em meras cinzas? 

Então, acho que esse acabou sendo um livro meio polêmico entre os leitores e leitoras dele, por causa da protagonista e como ela é descrita nas diversas sinopses do mesmo, assim como pelos elogios que estampam a capa. 

Lady Thora é a princesa de um reino que foi tomado pelos kalovaxianos, cujo kaiser age como um gafanhoto de todos os reinos que conquista: mata toda a realeza, subjuga o povo, consome toda a obra-prima do local e parte para o próximo. Astrea é um reino onde existe magia, cujas pedras encravadas nas veias da terra são tipo as catalisadoras desse poder. 

Mas nem essa magia foi capaz de rechaçar os kalovaxianos quando decidiram tomar Astrea. Theodosia viu a mãe, a rainha, ser morta na sua frente enquanto se abraçavam, quando ela tinha apenas 6 anos de idade. Você pode pensar que o kaiser foi piedoso ao mantê-la na corte, quando poderia tê-la mandado para as minas como todos os outros astreanos, como escrava. Mas a manteve bem perto... Pois a cada ato de rebeldia de seu povo ele a usa como válvula de escape para sua ira, pensando que isso irá diminuir a força de Astrea. Chicotada após chicotada, Theo deixa tudo de seu país para trás e esconde suas memórias atrás da máscara de Lady Thora, a jovem que é grata por continuar viva. 

Porém, alguma coisa racha essa máscara. Ser amiga de Crescentia, a única que se dipôs a sempre estar ao lado da Princesa das Cinzas... Uma irmã de coração. Mas tudo parece mudar quando SØren, o prinz filho do kaiser e da atual kaiserin, parece notar Thora. A Princesa das Cinzas percebe o ciúme de Cress e a crescente afeição do prinz e vê ali um jeito de escapar de sua gaiola dourada. 

Ela só não contava que também nutriria sentimentos por SØren. 

Ainda mais quando três rebeldes conseguem chegar até ela e juntos, eles trabalham para criar uma cisão no reino e abrir caminho para Astrea retomar todo seu poder. 

E aqui vamos nós ao ódio que tem se instalado por aí pela Theo: como a Sansa Stark, de As Crônicas de gelo e fogo, ela é alguém que se deixa subjugar por um plano maior. Nisso, a Bustle na frase que está na capa do livro acerta em cheio. Theo é alguém que planeja e aguarda... Suas emoções atrapalham? Sim, claro... Afinal ela também é humana, mas sabe qual é seu papel e o que precisa fazer... E na hora, ela não hesita. 

Quando a vida de seu povo está em jogo, quando tudo precisa ser questionado e queimado... Ela dá conta. 

Porém, ela ainda não se permitiu ao poder. Acredito que isso ficará para o próximo livro, pois ainda é muito apegada às crenças de sua mãe. 

A autora Laura Sebastian criou um mundo do zero, mas me fez lembrar o tempo todo da África. Penso que ela deve ter se baseado até mesmo em questões de idioma, não sei. É um chute muito distante meu, não sei nada sobre todos os dialetos da África, mas o modo o qual o país foi tomado, seu povo, as roupas coloridas... Me fez pensar muito em tudo o que a Europa fez com o continente africano. 

Os personagens são bons, com personalidades que tendem aos extremos: ou muito bom, ou muito ruim. E ainda há o SØren, que ao mesmo tempo que é parecido com o pai, não é. Ele ainda não definiu o que quer ser... Mas sabe que o pai é cruel. Gostei de todos os personagens, até os maus. Claro, quero ver seus finais.


Vi que Princesa das Cinzas será uma trilogia e o segundo filme será “Lady Smoke”, com data para a primavera de 2019 lá na gringa. O título é bastante sugestivo e sério... Quero que a Theo mostre todo seu poder e chute muitas bundas! Fiquei muito ansiosa esperando ver isso no primeiro livro e me decepcionei, então... Laura, por favor, não me deixe morrer na praia!

Como todos sabem, sempre sou sincera nas minhas resenhas... Não puxo saco de autor ou de editora, então eu de fato gostei do livro. Theo trabalhou com o que tinha para sobreviver, sendo a única marca que sua mãe deixou após sua morte. Então não, não a recrimino. Entendo muito bem que tudo o que ela fez foi necessário, então deixo esse trecho do livro aqui para que quem criticou muito as atitudes da personagem, refletir: 
“Nós não somos definidos pelas coisas que fazemos para sobreviver. Nós não nos desculpamos por ela." 
É isso. Eu recomendo a leitura do livro, é bem escrito e te faz pensar bastante em diversos conceitos que temos. 

{Tete à Tete} Então é Natal



Então é natal.

O que é Natal pra vocês? O que costumam fazer? Vocês refletem sobre o ano que está finalizando? Almoçam com a família, ficam sozinhos...? Qual a rotina?

Eu... Bem, enquanto minha avó materna era viva e meus pais não eram divorciados, nós íamos para a casa dos avós, todos se reuniam e talz... Mas isso meio que morreu. Ainda fazemos o almoço, eu e meu namorado preparamos, embora não tenhamos a tradição religiosa, é só mais para estar com os poucos familiares que ainda estão ao nosso redor.

Aí assistimos alguma coisa: o filme escolhido de hoje foi Mary Poppins! O antigão lá. Acreditam que eu, com 32 anos, nunca o havia assistido? Aproveitei que estava nos destaques ali do Netflix e assistimos. Achei bastante interessante e divertidinho até, sei que Nanny McPhee foi inspirado nele e também sei que virá a continuação do Mary. Foi o que também me motivou a assistir.

via Gfycat

Aí quando percebo, o dia praticamente se foi. Cada um volta para seus afazeres e rotina, afinal amanhã é dia de trabalho. Aí vim aqui escrever um pouco, já estava pretendendo fazer isso ontem, mas acabei me dedicando à leitura mesmo.

Vocês tem necessidade de sentar e escreverem também, aleatoriamente? Simplesmente abrir um caderno – ou o word - e começar a escrever o que vêm à mente? Eu era melhor nisso antes, escrevia páginas e páginas... Sempre gostei de escrever e acredito que isso não é muita novidade. Mas é bom, acredito eu... Ajuda a colocar os pensamentos em ordem, dar vazão a algumas emoções... Não ter de fato nenhum objetivo com a escrita a não ser esse mesmo, de deixar as ideias divagarem...

Tipo, quando escrevo as resenhas, tenho um objetivo claro à mente... Quando faço relatórios, tudo tem um objetivo... Então às vezes simplesmente precisamos sair de um ponto A sem tem outro certo para chegar. Quem sabe o que podemos descobrir nesse caminho, não é verdade?

Sei que finalmente está caindo uma chuva fresca depois de dias muito quentes. Que tem acontecido tanta coisa que ainda não tive tempo – ou não quis mesmo – digerir ou refletir muito. Estou com medo do ano que está para começar, pois será um ano em que muitas mudanças vão acontecer. E eu simplesmente tenho medo de perder e perder pessoas... Sei que são inevitáveis, que preciso continuar em frente e esperar pelo melhor.  As coisas irão acontecer e preciso estar pronta para elas!

Para o blog... Bem, estamos aqui ainda. Algumas mudanças que virão não sei se afetarão em alguma coisa, mas acredito que não. Estou planejando alguns sorteios, algumas mudanças de layout... Vamos ver como vai ficar.

Enfim... Feliz natal para quem é de natal. Aqui foi um bom dia, repleto de músicas bonitinhas. Me contem como foi o de vocês!